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INE revê em baixa taxa de desemprego de dezembro para 6,7% e estima subida em janeiro

Estatística

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Foto: DR / Arquivo

O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu hoje em baixa a taxa de desemprego de dezembro de 2019 para os 6,7%, valor igual ao do mês anterior, estimando para janeiro uma subida para os 6,9%.


“Em dezembro de 2019, a taxa de desemprego situou-se em 6,7%, valor igual ao do mês anterior e superior em 0,2 pontos percentuais ao de três meses antes e em 0,1 pontos percentuais ao do mesmo mês de 2018”, refere o INE.

Aquele valor representa uma revisão em baixa de 0,2 pontos percentuais face à estimativa provisória divulgada há um mês.

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País

Restrições nos voos de fora da UE prolongadas até final de novembro

Covid-19

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Governo prolonga no domingo, por mais 15 dias e até último dia de novembro, medidas restritivas ao tráfego aéreo de fora da União Europeia, como exigir testes negativos à covid nas 72 horas anteriores ao embarque.

Segundo o despacho do Governo, hoje publicado em Diário da República, este regime restritivo, agora prorrogado, com efeitos a partir de 15 de novembro, pode ser revisto “em qualquer altura, em função da evolução da situação epidemiológica”.

O executivo justifica a prorrogação com a tendência de crescimento do número de casos de contágio da doença covid-19 nas últimas semanas em Portugal e com a evolução epidemiológica atual.

“Importa assim assegurar o regime adequado do tráfego aéreo autorizado em Portugal continental, em face do atual contexto epidemiológico”, justifica o executivo no diploma hoje publicado.

Espanha aplica multa até 6.000 euros a viajantes que cheguem sem teste negativo

O tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal de todos os voos de e para os países que integram a União Europeia vai continuar autorizado, assim como dos países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça) e do Reino Unido, voos de apoio ao regresso dos cidadãos nacionais ou com autorização de residência, bem como voos de e para países que não integram a União Europeia ou que não sejam países associados ao Espaço Schengen, exclusivamente para viagens essenciais.

Mas os passageiros destes voos essenciais, à exceção dos passageiros em trânsito que não obrigue a abandonar as instalações aeroportuárias, têm de apresentar, antes do embarque, comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque, “sem o qual não poderão embarcar”.

O diploma também continua a permitir voos de natureza humanitária, que tenham sido reconhecidos pelos serviços competentes da área governativa dos negócios estrangeiros e pelas autoridades competentes em matéria de aviação civil e voos destinados a permitir o regresso aos respetivos países de cidadãos estrangeiros que se encontrem em Portugal, desde que tais voos sejam promovidos pelas autoridades competentes de tais países, sujeitos a pedido e acordo prévio, e no respeito pelo princípio da reciprocidade.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,28 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 3.181 em Portugal.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Espanha aplica multa até 6.000 euros a viajantes que cheguem sem teste negativo

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os turistas e passageiros que cheguem a Espanha sem teste à covid-19 negativo podem ser sancionados com multas de até 6.000 euros, revelou hoje a Ministra dos Negócios Estrangeiros espanhol.

“São multas sérias, multas dissuasivas (…)”, declarou Arancha González Laya ao canal de televisão Antena 3 questionada sobre a decisão do Ministério da Saúde espanhol de, a partir de 23 de novembro, exigir um PCR (teste para detetar o novo coronavírus) negativo de todos os viajantes provenientes de regiões consideradas de risco.

A Espanha aprovou esta medida assim que a Comissão Europeia concordou em instituí-la na União Europeia, apesar do facto de a maioria dos países europeus já exigir este tipo de medida para entrar em seu território.

González Laya sublinhou, contudo, que ao longo destes meses ficou demonstrado que a mobilidade internacional significou apenas “0,08 por cento da importação de covid”.

Segundo a ministra, dos 5.200.000 viajantes que entraram na Espanha desde julho passado, “apenas 4.800 tiveram resultados positivos”.

O Boletim Oficial do Estado espanhol (correspondente ao Diário da República em Portugal) publicou na quinta-feira a lista de zonas e países considerados de risco com vista à entrada por via aérea ou marítima em Espanha, onde se inclui o território de Portugal, com exceção dos Açores.

As agências de viagens, operadores turísticos e empresas de transporte aéreo ou marítimo e qualquer outro agente que venda bilhetes devem informar os passageiros no início do processo de venda de venda dos bilhetes com destino a Espanha.

“Todos os passageiros provenientes de um país ou área em risco enumerada no Anexo II, que pretendam entrar em Espanha, devem fazer um Teste de Diagnóstico de Infeção Activa para a SRA-CoV-2 com um resultado negativo, efetuado nas 72 horas anteriores à chegada a Espanha”, segundo a norma publicada, que acrescenta a necessidade do documento estar escrito em espanhol e/ou inglês.

Cume não o apresentar será então sancionado com multa pesada, além de se submeter a um teste rápido para garantir uma mobilidade segura.

No caso dos países europeus e do espaço Schengen é seguido o mapa de risco elaborado pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças, que utiliza a taxa acumulada de notificação de casos covid-19 durante os últimos 14 dias, a taxa de resultados positivos e a taxa de testes.

Terão assim de apresentar um teste PCR realizado 72 horas antes da chegada a grande maioria dos Estados-membros da União Europeia, entre os quais “Portugal (exceto a região autónoma das Ilhas dos Açores)”, ficando de fora dessa lista a Finlândia, a Grécia e várias regiões da Noruega.

No que diz respeito aos países terceiros, a referência básica será superar a incidência acumulada de 150 infeções por 100.000 habitantes em 14 dias, complementada pelas capacidades implementadas, assim como está previsto no Regulamento Sanitário Internacional.

Neta lista estão, por exemplo, países como Cabo Verde, os Estados Unidos da América ou o Reino Unido.

A Espanha já registou mais de 1,4 milhões de casos do SARS-CoV-2 e 40.461 mortos devido à covid-19.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.285.160 mortos em mais de 52,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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PIB da zona euro e da UE com subida trimestral recorde entre julho e setembro

Eurostat

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Foto: DR / Arquivo

As economias da zona euro e da União Europeia tiveram, no terceiro trimestre, as maiores subidas em cadeia desde o início da série de, respetivamente, 12,6% e 11,6%, tendo Portugal crescido acima da média (13,3%), estima o Eurostat.

De acordo com uma estimativa rápida hoje divulgada, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro cresceu, entre julho e setembro, 12,6% face ao trimestre anterior e recuou 4,4% na comparação com o homólogo.

O PIB da União europeia (UE), por seu lado, avançou 11,6% face ao período entre abril e junho e recuou 4,3% na comparação com o terceiro trimestre de 2019.

Trata-se, destaca o Eurostat, em ambas as zonas da maior subida em cadeia desde o início da série temporal, em 1995.

No segundo trimestre, o PIB da zona euro tinha registado quebras históricas – 11,8% na zona euro e de 11,4% na UE – face aos primeiros três meses do ano, devido ao impacto da pandemia da covid-19.

Portugal registou uma subida em cadeia de 13,3% no PIB, no terceiro trimestre, depois de este ter recuado 13,9% entre abril e junho.

Na comparação homóloga, a economia portuguesa contraiu 5,7% no terceiro trimestre do ano, uma quebra acima das média da zona euro e da UE.

Entre os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, a França foi o país cujo PIB mais subiu do segundo para o terceiro trimestre do ano (18,2%), seguida da Espanha (16,7%), da Itália (16,1%) e de Portugal (13,3%).

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