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Braga

“Índice de severidade diária em Braga foi o mais elevado dos últimos 40 anos”

Incêndios

em

Foto cedida a O MINHO

O comandante operacional nacional da ANEPC, Duarte Costa, deu conta que, em 2020, “o índice de severidade diária foi o mais elevado dos últimos 40 anos” em Braga, Vila Real e Bragança e, dos últimos 30, na região Centro.


“Isto quer dizer que a disponibilidade dos combustíveis para arder foi a mais elevada dos 30 anos” , precisou, numa conferência de imprensa realizada após a reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional, realizada na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (Oeiras)

Já o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse que “a prioridade absoluta” passa agora pela prevenção dos incêndios rurais e mudança de comportamentos, uma vez que foi atingido “o grande objetivo estratégico” em relação ao combate.

“A prevenção é a partir de hoje a prioridade absoluta. O principal problema está na reforma da floresta, está na alteração de comportamentos”, disse aos jornalistas Eduardo Cabrita, acrescentando que ”agora a prioridade da atuação da mudança não está no combate”.

O ministro deu conta dos resultados alcançados este ano sobre o número de ocorrências de incêndios florestais e área ardida.

Segundo os últimos dados, registaram-se este ano cerca de 9.500 incêndios rurais que consumiram 66.500 hectares.

Segundo Eduardo Cabrita, “o grande objetivo estratégico” definido desde 2017 está realizado, tendo em conta que, pelo terceiro ano consecutivo, não se registaram perdas de vida civis, verificou-se uma diminuição do número de ocorrências (menos 50% em relação à média dos últimos 10 anos) e da área ardida (menos 51% relativamente à média da última década).

Apesar de não terem morrido civis durante esta época de incêndios, cinco bombeiros e dois pilotos de um avião de combate aos fogos morreram em serviço, tendo o ministro prestado uma homenagem a estes operacionais.

“Num contexto de um ano particularmente difícil do ponto de vista das condições meteorológicas e adversas, os objetivos estratégicos – redução das ocorrências e redução da área ardida e número zero de vítimas civis – foram atingidos”, sustentou, frisando que em julho registaram-se as temperaturas mais elevadas de sempre e na primeira quinzena de setembro o risco foi elevado.

Em relação a 2019, o número de incêndios rurais registou uma diminuição, mas a área ardida aumentou cerca de 50%.

Questionado sobre este números, Eduardo Cabrita destacou a diminuição dos últimos três anos em relação à média da década.

“A primeira prioridade está na redução das ocorrências e, em três anos consecutivos, as ocorrências diminuíram relativamente à media dos últimos 10 anos”, bem como a área ardida, disse, sublinhando que a diminuição do número de incêndios “é fundamental para permitir uma resposta operacional, eficaz e concentrada e foi isso que aconteceu num ano particularmente difícil”.

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Braga

Tribunal tem 30 dias para decidir sobre propriedade do Parque da Ponte em Braga

Litígio entre Câmara e Igreja

em

Capela S. João da Ponte. Foto: Comissão de Festas de São João

A Unidade Cível do Tribunal de Braga profere, dentro do prazo legal de 30 dias, a sentença do julgamento que opôs a Arquidiocese de Braga ao Município por causa da posse dos terrenos do Parque de S. João da Ponte, em São Lázaro.

A Igreja diz que os terrenos do Parque integravam a Quinta da Mitra, expropriada em 1911 pela Primeira República e devolvida em 1946 pelo Estado Novo. O Município rejeita a tese, dizendo que “desde os inícios de 1800 que o Parque constitui um espaço de livre acesso, sem restrições, integrando o domínio público”.

Em julgamento, o vigário-geral da Arquidiocese, João Paulo Abreu defendeu que a área pertence à igreja bracarense desde o século 16, pelo menos, enqaunto que o vereador Miguel Bandeira, um estudioso das coisas da cidade, disse o contrário, usto é, que ali havia um bosque, desde o século 18, de usufruto público.

Arquidiocese de Braga acusa Câmara de querer apropriar-se do Parque da Ponte

Nas alegações finais, o advogado que representa o Município, Paulo Viana, arguiu da “ilegitimidade” da Arquidiocese na ação, já que os terrenos estão registados em nome da Fábrica Paroquial de Santo Adrião, que é outro contribuinte.

Arquidiocese de Braga reclama em tribunal propriedade do Parque da Ponte

O defensor da Igreja afirmou que os documentos provam que o Parque da Ponte sempre pertenceu à Igreja.

Na ação, a Câmara pede que seja reconhecida a dominialidade pública do Parque, e reclama o consequente cancelamento da inscrição e registo feitos na Conservatória do Registo Predial e nas Finanças.

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Braga

Braga: Mulher terá sido morta por recusar entregar casa ao amante

Crime

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mulher de 69 anos encontrada morta na quarta-feira num caminho de terra em Dume, Braga, terá sido assassinada por se recusar a entregar a casa que lhe pertencia ao amante.

Em comunicado, a Polícia Judiciária adianta que “a motivação para a prática dos crimes em investigação estará relacionada com obtenção e apropriação de bens patrimoniais”.

Um casal foi detido esta manhã por suspeita da morte de Maria Ferreira, residente em Real, a cerca de 300 metros do local onde foi encontrada morta.

A vítima manteria uma relação amorosa com o homem, suspeito de 61 anos, que terá tentado extorquir-lhe o referido imóvel. Ter-lhe-á roubado ainda algum dinheiro.

Mulher encontrada morta em caminho de terra em Braga

A Polícia Judiciária refere que, no dia de ontem, “procedeu à detenção, fora de flagrante delito, de um homem de 61 anos e de uma mulher de 48 anos, suspeitos da prática de crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, burla informática e furto, ocorridos na madrugada e dia 03 de novembro de 2020”.

“Na sequência do aparecimento do cadáver de uma mulher de 69 anos, na zona de Braga e efetuadas de imediato diligências de investigação por parte desta Polícia, foi possível identificar e deter um casal presumível autor dos factos”, acrescenta o comunicado.

Os detidos vão ser presentes às autoridades judiciárias para aplicação das medidas de coação.

A morte terá ocorrido na casa da vítima e o corpo foi deixado no caminho em terra junto ao Caminho da Ordem.

As autoridades suspeitam de que terá sido assassinada através de força física, algo que só autópsia, que deverá ser realizada hoje, confirmará.

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Braga

Braga: PJ deteve casal suspeito da morte de mulher encontrada em caminho de terra

Crime

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A Polícia Judiciária deteve, esta quinta-feira, um casal suspeito da morte da mulher de 69 anos que foi encontrada, ontem, num caminho de terra na freguesia de Dume, em Braga, avança o Correio da Manhã.

Uma mulher de 69 anos foi encontrada morta, na manhã de quarta-feira, junto ao Caminho da Ordem, num caminho em terra a poucas dezenas de metros da estrada, em Dume, no concelho de Braga.

Uma mulher de 69 anos foi encontrada morta, na manhã de quarta-feira, junto ao Caminho da Ordem, num caminho em terra a poucas dezenas de metros da estrada, em Dume, no concelho de Braga.

O alerta foi dado por volta das 07:40, tendo os meios de socorro sido ativados para paragem cardiorrespiratória.
Ao que O MINHO apurou, a mulher estava caída no caminho em terra com ferimentos no rosto.

Chegados ao local, os Bombeiros Sapadores de Braga e a VMER não chegaram a fazer manobras de reanimação e alertaram as autoridades.

A vítima morava a cerca de 30 metros do local onde foi encontrada morta.

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