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Incidência desce em quase todo o Minho (só sobe na Póvoa de Lanhoso e Cerveira)

Atualização da DGS

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Foto: CM Ponte da Barca / Arquivo

A incidência desceu quase todos os concelhos do Minho, tendo subido apenas na Povoa de Lanhoso e em Cerveira, segundo o boletim epidemiológico da DGS emitido esta sexta-feira.

No distrito de Braga, a incidência só subiu na Póvoa de Lanhoso (de 386 para 489) e desceu em todos os outros.

Segundo o boletim, referente ao período entre 09 e 22 de setembro, a incidência nos concelhos do Baixo Minho é a seguinte: Braga (157 por 100 mil habitantes), Guimarães (148), Barcelos (127), Famalicão (137), Vila Verde (133), Amares (243), Póvoa de Lanhoso (489), Vieira do Minho (8), Fafe (316), Esposende (158), Vizela (142), Celorico de Basto (95), Terras de Bouro (32) e Cabeceiras de Basto (367).

Já no Alto Minho, a incidência apenas subiu ligeiramente em Cerveira (de 112 para 146), manteve-se em Paredes de Coura e desceu em todos os outros municípios.

No Alto Minho registam-se as seguintes taxas de incidência por 100 mil habitantes: Viana do Castelo (102), Cerveira (146), Caminha (108), Ponte da Barca (81), Monção (17), Arcos de Valdevez (135), Melgaço (100), Paredes de Coura (94), Ponte de Lima (85) e Valença (136).

Incidência volta a descer, transmissibilidade sobe no país

A taxa de incidência de infeções com SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias voltou a descer hoje quer no continente quer a nível nacional, enquanto os valores do índice de transmissibilidade registaram um aumento.

A nível nacional, a taxa de incidência desceu de 137,4 para 127,3 casos por 100 mil habitantes, segundo o boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge divulgado hoje.

Em Portugal continental, este indicador desceu de 140,1 para 129,7.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus, registou uma subida desde quarta-feira, passando de 0,82 para 0,83 a nível nacional e de 0,81 para 0,82 em Portugal continental.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias.

De acordo com o portal do Governo para a covid-19, “a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt, adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta é de 240, nível de risco é de 480)”.

A covid-19 provocou pelo menos 4.725.638 mortes em todo o mundo, entre 230,52 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.947 pessoas e foram contabilizados 1.065.633 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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