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Região

Incêndio em hotel rural em Amares “desaloja” 14 hóspedes

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Incêndio em unidade hoteleira

Um incêndio urbano numa unidade de hotelaria em Amares provocou elevados danos materiais e levou à evacuação de 14 hóspedes.


A situação ocorreu esta terça-feira na “Quinta Souselas” de turismo rural, na localidade de Vilela, tendo destruído parcialmente toda uma zona de telhado daquela infraestrutura.

Segundo declarações do adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Amares (BVA), Domingos Ferreira, o fogo “terá tido origem num curto-circuito”.

As chamas levaram à saída dos hóspedes, de forma organizada e segundos os procedimentos neste tipo de casos.

“Ficou destruído grande parte do telhado daquela quinta. Assim como uma zona de sótão onde estava máquinas de ar condicionado e também uma máquina de lavar roupa”, confirmou ao O MINHO Domingos Ferreira.

No combate às chamas, e para além dos BVA, estiveram dois veículos das corporações de Vila Verde e Póvoa de Lanhoso.

No total estiveram no teatro de operações 27 elementos apoiados por sete viaturasO incêndio foi declarado extinto hora e meia depois de ter tido início.

A GNR de Amares esteve no local.

Combate às chamas

BV Amares

Consolidação do rescaldo

Zona do telhado danificada

Danos no telhado

Bombeiros de Vila Verde e Póvoa de Lanhoso apoiaram no incêndio

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Cávado

Carro arde na EN13 em Esposende

Incêndio

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Foto: Octávio Lopes / Facebook

Um carro pegou fogo, na tarde desta terça-feira, na Estrada Nacional 13, em Apúlia, no concelho de Esposende.


Os Bombeiros Voluntários de Fão apagaram as chamas. Não há feridos a registar.

Não foi possível apurar as circunstâncias em que se deu o incêndio.

O alerta para os bombeiros foi dado às 18:15.

Os Voluntários de Fão mobilizaram para a ocorrência nove operacionais e três viaturas.

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Região

Tribunal de Braga julga 16 suspeitos de tráfico de droga em vários concelhos

Julgamento no Pavilhão de Maximinos

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga começa, esta quarta-feira de manhã, no pavilhão desportivo de Maximinos, o julgamento de 16 arguidos, acusados de tráfico droga em Braga, Amares, Terras de Bouro, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Famalicão e Porto.


Sete dos arguidos estavam em prisão preventiva, mas passaram para domiciliária com pulseira eletrónica, por causa da pandemia.

A acusação diz que vendiam canábis(resina), heroína, cocaína e MDMA, para consumo ou revenda.

O Procurador concluiu que Gonçalo Martins, um dos principais arguidos, vendeu drogas entre 2014 e 2018, fazendo-o a partir de telefonemas com consumidores e revendedores. Para tal, usava linguagem codificada, com expressões como “tomar café, beber um fino, traz tabaco e arranja peixe”.

Para além dos telemóveis, recorriam às redes sociais, entre as quais o Messenger, o Instagram, o WhatsApp, o Snpachat e o Telegram.

Em Braga, vendiam ao lado da loja De Borla, na zona dos bares da Sé, no largo dos Bombeiros Voluntários, junto aos bares da zona da Universidade do Minho, perto da pastelaria Bracarum, numa área erma de Montariol e na Cividade. Por vezes, as vendas eram feitas em autocarros entre Braga e Vila Verde.

A investigação foi feita pelo NIC (Núcleo de Investigação Criminal) da GNR da Póvoa de Lanhoso, que procedeu a dezenas de escutas telefónicas e a vigilâncias com captação de imagens.

A GNR apreendeu quatro carros, telemóveis, tablets, computadores, drogas, dinheiro, munições e artefactos ligados ao tráfico. O MP quer que sejam declarados como perdidos a favor do Estado.

O processo conta com 161 testemunhas: 31 militares da GNR e 130 consumidores.

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Braga

Feirantes do mercado de Braga deixam protestos e aceitam novo local temporário

Após resposta escrita da Câmara

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Os 109 feirantes que operavam no exterior do mercado municipal de Braga decidiram passar para a Alameda do estádio, aceitando, assim, a proposta que lhes havia sido feita pela Câmara.


A primeira feira era para ocorrer já nesta quinta-feira, mas ficou adiada para sábado, de forma a que a delimitação dos espaços esteja concluída.

Ontem mesmo, à noite, um grupo de feirantes esteve no local e começou a delimitar espaços no chão. E ao que o MINHO apurou, um outro grupo, este com direito a ter um espaço no local, já que pertence aos que trabalhavam no mercado, soube do facto e apareceu no local, para impedir demarcações abusivas. “Pegaram-se de razões e só não houve colisão física porque apareceu a Polícia Municipal e a PSP”, disse um dos envolvidos.

Feirantes entregam na Câmara de Braga abaixo-assinado com mil subscritores

A mudança para a zona do novo estádio deve-se ao facto de, na segunda-feira, ter chegado ao advogado do grupo, Francisco Peixoto, uma resposta escrita da Câmara ao abaixo-assinado que lhe fora entregue na passada sexta-feira, na qual se repete que está garantido o seu regresso a este local, logo que acabe a pandemia. Assim sendo, e dado que a carta está assinada por Ricardo Rio, os comerciantes aceitaram fazer a feira, às quintas e aos sábados, na Alameda do Estádio.

Hélder Oliveira, porta-voz do grupo, confirmou ao MINHO que também terminam as ações de protesto que os comerciantes vinham fazendo junto aos Paços do Concelho, há mais de uma semana.

Na resposta ao abaixo-assinado, Rio escreve que a feira “retomará a sua atividade na Praça do Comércio, mas exclusivamente na rua traseira do Lar Conde de Agrolongo, conforme foi, de resto, definido no projeto de requalificação do mercado”.

Sublinha, ainda, que a feira naquele local fica “proibida até que se ultrapassem as condições derivadas da pandemia, e independentemente da evolução da obra em curso”, ou seja, a feira regressa à Praça logo que as condições sanitárias o permitam.

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