Seguir o O MINHO

Ponte de Lima

PJ investiga incêndio em anexo em Ponte de Lima

Em Freixo

em

Bombeiros de Ponte de Lima no local Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Um edifício anexo a uma habitação ficou totalmente destruído pelas chamas na sequência de um incêndio urbano ao início da tarde desta segunda-feira, em Freixo, concelho de Ponte de Lima.


Ao que O MINHO apurou no local, o fogo, de origem desconhecida, consumiu o anexo nas traseiras de uma propriedade na Rua da Quintinha, ficando apenas as paredes de pé, num incêndio que deflagrou de “forma estranha”.

Incêndio destruiu anexo nas traseiras da habitação Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O chefe de operações e socorro da equipa dos Bombeiros de Ponte de Lima mobilizada para o local explicou que, à chegada do auxílio, o anexo encontrava-se “totalmente tomado pelas chamas”.

“A primeira equipa que chegou protegeu as imediações para não alastrar para outras habitações nem para os campos de cultivo”, disse a O MINHO.

Com a chegada das restantes equipas, que totalizaram doze elementos da corporação “mãe” de Ponte de Lima e do destacamento territorial do Freixo apoiados por cinco viaturas, o incêndio ficou confinado ao anexo e estava, pelas 18:27, em fase de rescaldo.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

“Há ainda o risco de algumas das paredes cederem”, explicou a mesma fonte.

O MINHO falou com o proprietário da habitação situada na mesma propriedade do anexo que explicou que o mesmo pertence a um irmão, conhecido empresário no ramo do imobiliário na localidade de Freixo.

“A eletricidade do anexo em causa está cortada há muito tempo, não faço ideia de como se terá iniciado este incêndio”, sublinhou, salientando que “é tudo muito estranho”.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Militares da Guarda Nacional Republicana de Ponte de Lima estiveram na propriedade e registaram a ocorrência.

De acordo com informações recolhidas no local, foi chamada uma equipa da Polícia Judiciária para tentar apurar as causas da ignição.

Não há feridos a registar.

Notícia atualizada às 19h52.

Anúncio

Alto Minho

Mais um óbito por covid em Ponte de Lima. Há 19 casos ativos

Covid-19

em

Foto: DR

O concelho de Ponte de Lima contava, até esta sexta-feira, com 19 casos ativos de covid-19, mais sete do que na passada terça-feira, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Em termos de recuperados, há 57 pessoas já curadas da doença, mais cinco desde o último balanço divulgado pelo nosso jornal.

Há a lamentar dois óbitos causados pelo novo coronavírus, mais um do que na semana passada.

O total de casos acumulados desde o início da pandemia no concelho é de 78.

Continuar a ler

Alto Minho

Escolas de Ponte de Lima com jogos tradicionais pintados nos espaços de recreio

Arranque do ano letivo 2020/2021

em

Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A Câmara de Ponte de Lima pintou nos espaços de recreio das escolas básicas do concelho jogos tradicionais com o objetivo de melhorar as competências de socialização dos alunos e simultaneamente prevenir conflitos e violência escolar, anunciou hoje a autarquia.

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

“Os espaços de recreios nas escolas requerem uma atenção especial, sendo fundamental tomar medidas para criar recreios educativos e preventivos de conflitos, agressividade e violência escolar. Foi nesse âmbito, e procurando responder a algumas necessidades, que o Município de Ponte de Lima projetou a pintura de diferentes Jogos Tradicionais – de que é exemplo, o Jogo do Galo, Jogo da Macaca, Jogo do Caracol, entre outros – nos recintos escolares de todas as Escolas Básicas do concelho ue permitiam tal intervenção”, refere a câmara.

Em comunicado, o município realça que “os Jogos Tradicionais cumprem um papel facilitador no processo educativo e trabalham as competências como a socialização, cooperação, comunicação, resolução de conflitos, autodisciplina, libertação de stress, bem como a criatividade, resolução de problemas e vocabulário”.

Continuar a ler

Alto Minho

Suspeitos de causar incêndio em Ponte de Lima libertados sob caução de 50 mil euros

Incêndio florestal

em

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Um juiz do tribunal de Ponte de Lima decretou hoje apresentações periódicas e a obrigatoriedade de pagamento de uma caução de 50 mil euros aos quatro homens detidos, na segunda-feira, por suspeita de terem causado um incêndio naquele concelho.

Fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Braga, hoje contactada pela agência Lusa, adiantou que os quatro homens ficaram ainda sujeitos, entre outras medidas de coação, à proibição de contactar entre si e de se ausentarem do país.

A PJ deteve, na segunda-feira, um técnico florestal de Alfragide e três trabalhadores de uma empresa de Viana do Castelo suspeitos de provocarem um incêndio que consumiu mais de 400 hectares de floresta, em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo

Na altura, em declarações à agência Lusa, fonte da diretoria de Braga da PJ disse que o técnico de gestão florestal é funcionário de uma empresa de Alfragide, concelho da Amadora, distrito de Lisboa, contratada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para a realização de uma empreitada de instalação e beneficiação da rede primária da faixa de gestão combustível em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.

Já os outros três homens são o proprietário e dois trabalhadores de uma empresa de Viana do Castelo, subcontratada para a mesma empreitada.

Em comunicado enviado terça-feira às redações, a PJ referiu que os homens foram detidos fora de flagrante delito, sendo os presumíveis autores de um crime de incêndio florestal na freguesia de Rebordões Santa Maria, que posteriormente alastrou às freguesias de Facha, Vitorino de Piães, Cabaços e Fojo Lobal, todas naquele concelho do distrito de Viana do Castelo.

O dia em que o incêndio deflagrou – 25 de julho – foi “declarado como de risco máximo de incêndio” e “era proibida a utilização de máquinas de corte mecânicas”.

A empresa responsável pela empreitada “não dispunha dos meios necessários para combater um eventual incêndio e não acionou os meios de socorro quando o fogo deflagrou, tendo abandonado o local”, acrescentou a fonte.

As chamas, que lavraram durante vários dias, “consumiram mais de 400 hectares de floresta”, sendo considerado “o maior incêndio do ano no distrito de Viana do Castelo”.

“A investigação desenvolvida por esta Polícia apurou que o incêndio foi provocado por ação direta dos discos de corte metálicos de moto-roçadoras, que estavam a ser utilizadas nos trabalhos de instalação e beneficiação de áreas florestais, no concelho de Ponte de Lima”, acrescenta o comunicado da PJ.

No comunicado, a polícia refere ainda que, “após a ignição do incêndio, os autores não procederam, como se impunha, à sua extinção, não alertaram as autoridades competentes, nem acionaram os meios de socorro, optando antes por se porem em fuga do local”.

Continuar a ler

Populares