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Barcelos

Incêndio em fábrica de Barcelos não foi motivado por ação criminosa

Incêndio

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Foto cedida a O MINHO por Paulo Pereira

O incêndio industrial que destruiu na terça-feira por completo um pavilhão situado em Balugães, no concelho de Barcelos, não teve origem em mão humana, tratando-se, ao que tudo indica, de um acidente.

Essa foi a conclusão inicial da investigação da Polícia Judiciária e de peritos das seguradoras que estiveram durante esta manhã de quarta-feira nas instalações da Nevacril, empresa que começou a arder cerca das 18:30 de ontem.

Fonte de O MINHO revelou que o interior da empresa ficou todo destruído, “não sobrando nem sequer uma máquina”, impossibilitando o regresso ao trabalho daquela firma que produz expositores em madeira e acrílico.

Ao que apurou o nosso jornal, a empresa só deverá reativar laboração a partir de janeiro de 2021, deslocando-se para outro local.

Dos 44 trabalhadores, nenhum estará em risco e devem continuar a receber os salários ao longo dos próximos dois meses.

O MINHO sabe que a administração vai fazer um esforço para que isso se cumpra.

O incêndio deflagrou na empresa situada no lugar de S. Bento, já perto do concelho de Ponte de Lima, cerca das 18:30 de terça-feira.

No local estiveram cerca de 40 bombeiros das corporações de Barcelos, Barcelinhos, Viatodos e Vila Verde.

O CDOS de Braga disse a O MINHO que não houve registo de feridos.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto cedida a O MINHO por Paulo Pereira

O incêndio foi dado por dominado cerca das 20:30 mas os trabalhos de rescaldo duraram até ao início da manhã desta quarta-feira.

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