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Alto Minho

Incêndio de grandes dimensões assusta em Valença

Em Cerdal

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Foto: Filipe Alves / Grupo "Operação Stop - Viana do Castelo"

Um incêndio florestal que deflagrou perto das 21:00 desta quarta-feira em Cerdal, Valença, está a lavrar com bastante intensidade, fruto do vento que se faz sentir acima dos 20 quilómetros horários e da baixa humidade do ar [cerca de 50%].

Foto: Filipe Alves / Grupo “Operação Stop – Viana do Castelo”

Foto: Filipe Alves / Grupo “Operação Stop – Viana do Castelo”

Fonte: Fogos.pt

Fonte: Fogos.pt

Fonte: Fogos.pt

Pelas 8:30 da manhã desta quinta feira estão no local 149 bombeiros apoiados por 47 viaturas no combate às chamas, no lugar de Mosteiro.

 

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Alto Minho

Esperados 2.500 atletas, de 22 países, nas seis provas do Grande Trail Serra d’Arga

Organização Carlos Sá Nature Events

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Cerca de 2.500 atletas são esperados nas seis provas do Grande Trail Serra d’Arga 2019 que vai acontecer no fim-de-semana, informou a Cãmara de Viana do Castelo.

O evento desportivo tem confirmada a presença de atletas oriundos de 22 países, com destaque para Portugal, Espanha, Cabo Verde e França.

Organizado por Carlos Sá Nature Events e apoiado pelos municípios de Viana do Castelo e Caminha, das Juntas de Freguesia locais e patrocinadores, a evento inclui o GTSA Ultra Trail 55 quilómetros, Trail Longo 37 e 27 quilómetros, Trail Curto 17 quilómetros, caminhada 12 quilómetros e Trail Jovem.

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Ponte de Lima

Jogador de equipa de veteranos morre durante o treino em Ponte de Lima

No campo da ADC Correlhã

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Foto: O MINHO / Arquivo

Um homem, com cerca de 40 anos, morreu, esta quarta-feira à noite, no Campo Municipal da Correlhã, em Ponte de Lima, durante um treino de futebol.

Segundo disse a O MINHO o presidente da ADC Correlhã, Fábio Caseiro, o jogador da equipa de veteranos  sentiu-se mal, durante um jogo, caiu e entrou em paragem cardiorrespiratória.

Ao local acorreram a VMER do Alto Minho, a SIV e uma ambulância do INEM dos bombeiros de Ponte de Lima, que tentaram reverter a situação, mas sem sucesso. O óbito foi declarado no local.

A GNR tomou conta da ocorrência.

 

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Alto Minho

Autoescada dos bombeiros de Valença parada “há mais de oito anos” por falta de dinheiro para manutenção

“Há mais de oito anos”

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Foto: Facebook de BV Valença

A autoescada dos bombeiros de Valença, que comemoram o centenário da sua fundação, está “inoperacional há mais de oito anos por falta de verba para a manutenção”, disse hoje o presidente da direção da associação humanitária.

Em declarações à agência Lusa, a propósito das comemorações do centenário que decorrem no fim de semana, Fernando Oliveira adiantou que “a situação já foi reportada à Autoridade Nacional da Proteção Civil”, e sublinhou tratar-se de um equipamento que “pode ser extremamente útil para o distrito de Viana do Castelo”.

“É a única autoescada com estas características no distrito de Viana do Castelo. Em julho foi solicitada para combater o incêndio que destruiu uma fábrica na zona industrial de Padreiro, em Arcos de Valdevez, mas não foi enviada por não reunir condições de segurança”, explicou o presidente da direção da associação humanitária de bombeiros de Valença.

Fernando Oliveira garantiu que a corporação da segunda cidade do Alto Minho “não dispõe dos 30 mil euros necessários para a reparação do equipamento”.

A autoescada “foi oferecida pela Junta da Galiza, em 1994, tendo ficado na posse de uma associação de municípios raianos que, em maio deste ano, transferiu a propriedade do equipamento para a associação humanitária, que não tem dinheiro para a mandar reparar”.

“A corporação depende dos serviços que presta a instituições do Estado, como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e o Instituto de Emergência Médica (INEM), que pagam o mais rápido possível. Não é fácil de gerir a corporação, mas lá vamos aguentando o barco”, admitiu.

Além daquele equipamento, Fernando Oliveira, apontou ainda como “necessidade mais urgente” os equipamentos de proteção individual.

“Os fatos de combate a incêndios urbanos são muito caros e a corporação não tem capacidade financeira para os adquirir. Os fatos que temos são bastante antigos”, lamentou.

A necessidade de “obras de fundo” no quartel, inaugurado em 1988, é outra das necessidades da corporação.

“Nestes 31 anos temos feito algumas intervenções, mas o edifício necessitava de obras de fundo. O quartel não é muito funcional. Faltam dormitórios porque temos um corpo misto de bombeiros e mais estacionamento para as viaturas”, frisou.

Segundo Fernando Oliveira, o corpo de bombeiros é composto por 42 operacionais, sendo 22 são funcionários da associação humanitária.

“Há muita dificuldade no voluntariado. O corpo de bombeiros tem capacidade para 89 operacionais e nós temos menos de metade, mas esse é um problema transversal a quase todas as corporações”, referiu.

No sábado, integrado nas comemorações dos 100 anos, a corporação vai promover um Dia à Comunidade. Este ano, além da habitual exposição estática de meios e do espaço saúde (com medição da tensão arterial e glicemia), animação musical e um simulacro histórico na fortaleza.

No domingo, a partir das 15:00, decorrerá a sessão solene comemorativa da data, com a presença prevista do ministro da Administração Interna.

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