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Braga

Imigrante brasileiro radicado em Braga morre após queda de 20 metros

Óbito

em

Foto: Redes Sociais

Loverci de Castro Junior, imigrante brasileiro de 31 anos radicado em Braga, morreu no passado dia 11 de setembro quando procedia à instalação de painéis solares num imóvel da cidade de Mangualde, no distrito de Viseu.


Segundo testemunhas, o homem ter-se-à distraído quando se apoiou numa telha que não conseguiu sustentar o peso do corpo e acabou por cair de uma altura de 20 metros, queda essa que se revelou fatal.

A família de Loverci deixa agora um apelo de ajuda para que o corpo do malogrado jovem possa ser trasladado para Guarujá, em São Paulo, transporte que custa cerca de 7 mil euros.

Segundo o jornal G1, da rede Globo, o corpo de Loverci encontra-se guardado numa agência funerária portuguesa desde que foi realizada a autópsia, aguardando o pagamento para que possa ocorrer a trasladação.

Conta aquela publicação que Júnior e a esposa mudaram-se, em novembro de 2019, para a cidade de Braga, “em busca de uma vida melhor”. Os dois tinham herdado um terreno em Guarujá e pretendiam juntar algum dinheiro em Portugal para construir uma moradia nesse terreno.

A irmã de Júnior, Kellen de Lima, conta que o irmão conseguiu um emprego numa empresa de instalação de painéis solares, sendo mesmo promovido a chefe de equipa. A empresa trabalhava por todo o país, mas foi em Viseu que se deu o trágico desfecho.

Conta ainda que a empresa em questão, que O MINHO tentou mas não conseguiu contactar, comprometeu-se a arcar com as despesas do velório, desde que o enterro fosse feito em Portugal.

“Se quisermos o translado, é por nossa conta. Uma brecha no contrato do seguro de vida dele não os obriga a trazerem o corpo dele pra cá”, argumenta a irmã.

Diz ainda que não foi feito um pedido de angariação de fundos online porque esse tipo de sites demora 30 dias até se poder retirar o dinheiro, algo que não podem fazer por ser uma situação urgente.

A irmã explica ainda que já conseguiram juntar cerca de seis mil euros, devendo estar próximos de atingir o valor necessário, depois de ajuda de familiares e amigos que se mobilizaram para este fim.

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Braga

Vila Verde vai ser ligada em rede de trilhos pedonais e ciciáveis

Turismo

em

Foto: Armando Carriça / O MINHO

A Câmara de Vila Verde quer criar um Plano Municipal de Trilhos com o objetivo de “explorar e valorizar as potencialidades naturais e turísticas” do concelho, alicerçado nas redes ecológicas urbano-rurais centradas nas linhas de água.

Na apresentação do estudo que dará as bases à pretensão daquela autarquia, o plano considera que, “dadas as características do território concelhio, a maior oportunidade reside na criação e valorização de redes ecológicas urbano-rurais centradas nas linhas de água, também designadas infraestruturas verdes”.

Foto: Armando Carriça (2019)

Foto: Armando Carriça (2019)

Foto: Armando Carriça (2019)

O plano pretende a implementação de corredores pedonais e/ou cicláveis e a integração destas infraestruturas verdes com os percursos pedonais de montanha já existentes, assim como com itinerários equestres, de BTT e enduro, com o objetivo de “criar uma rede integrada, devidamente enquadrada e, assim, ajustada à realidade do território”.

Outro dos objetivos é “potenciar a valorização e qualificação” do espaço rural, “conciliando a reabilitação de caminhos antigos de floresta, de montanha e das proximidades das zonas ribeirinhas com corredores mais urbanos, nomeadamente ciclovias e passadiços”.

O traçado, uma “aposta na mobilidade pedonal, ciclável e equestre”, visa ainda criar “pontos de enlace entre freguesias, locais e património edificado de relevante interesse” para turistas, “afirmando-se como um importante catalisador de zonas do território concelhio a braços com uma crescente desertificação”.

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, “além da criação de uma rede de trilhos dinamizadora do turismo e da mobilidade urbano-rural, este plano visa igualmente a realização de intervenções de recuperação de habitats rurais percorridos pelos diferentes trilhos”.

Considerando um “plano de intervenção ambicioso”, António Vilela sublinhou que se pretende “uma maior equidade territorial” e “potenciar a já significativa vocação turística do concelho, ajudar a reduzir a perda de população nas zonas mais periféricas, dinamizar o turismo e a economia locais, potenciando a criação de emprego”.

Na apresentação foi lembrado que “já foi dado o pontapé de saída”, com o lançamento a concurso do projeto “Trilhos da Nóbrega”, que contempla a requalificação de trilhos que percorrem as freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar e Valdreu, estando em “fase de arranque de obra” as Eco/ciclovias do Cavado/Homem e a ponte pedonal do Cávado.

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Braga

Hospital de Braga em obras, enfermeiros criticam ‘timing’

Obras públicas

em

Foto: DR

O Hospital de Braga está a fazer obras no Serviço de Urgência, para a criação de uma nova Unidade de Decisão Clínica específica para doentes respiratórios, para reforçar o combate à pandemia de covid-19, anunciou hoje a administração.

À Lusa, a administração acrescentou que também serão instalados, nas próximas semanas, junto da zona onde se efetua o rastreio de infeções respiratórias, cerca de 18 contentores, num total de aproximadamente 300 metros quadrados, com o objetivo de se criar uma área mais ampla, exclusiva e dedicada à covid-19.

“Estas intervenções de espaço não impactam na atividade e nos circuitos já definidos, tratando-se de ações necessárias para o reforço ao combate da pandemia”, assegura o Hospital de Braga.

O “timing” é criticado pela Ordem dos Enfermeiros Norte, que considera “inaceitável e completamente incompreensível” que se façam obras num Serviço de Urgência “em pleno pico da pandemia de covid-19”.

“Não se podia ter feito isto em julho ou agosto, quando a pandemia deu tréguas?”, criticou o presidente da secção regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros.

João Paulo Carvalho ressalvou que não está em causa a pertinência e a necessidade da intervenção, mas sim o “timing” escolhido.

A administração do hospital refere que as obras no Serviço de Urgência (SU) já se encontravam previstas no atual Plano de Contingência outono-inverno e têm como objetivo a criação de uma nova Unidade de Decisão Clínicaespecífica para doentes respiratórios.

“Esta nova área destinar-se-á à avaliação clínica dos doentes com suspeita de infeção respiratória e pretende melhorar as condições de espaço físico existente, com circuitos bem definidos (covid e não covid)”, acrescenta.

O projeto, que se traduz num investimento de cerca de 185 mil euros, já se encontra a ser executado, estando a sua conclusão prevista para dentro de oito semanas.

Quanto aos contentores, a administração sublinha que se trata “de uma medida de antecipação e prevenção, caso a situação epidemiológica evolua substancialmente”.

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Braga

Jorge Palma atua em Braga pelo Natal no Festival para Gente Sentada

Cultura

em

Foto: DR

O Festival para Gente Sentada regressa a Braga em dezembro para uma “edição de Natal de três dias”, com um cartaz que inclui, entre outros, Jorge Palma, Benjamim e Samuel Úria, anunciou hoje a promotora Ritmos.

“Apesar do desconcertante ano de 2020, o Theatro Circo [em Braga] continua a abraçar a cultura cantada em português. A 17.ª edição do Festival para Gente Sentada acontece nos dias 17, 18 e 19 de dezembro”, refere a promotora num comunicado hoje divulgado.

O festival abre, no dia 17, “com os temas minimalistas da jovem artista Surma e as poéticas letras do cantautor Benjamim”.

A segunda noite do festival, no dia 18, “é preenchida pela doce voz do novo indie brasileiro LaBaq e por aquele que já é considerado um dos melhores compositores e intérpretes da sua geração, Samuel Úria”.

Na terceira e última noite, no dia 19, atuam os bracarenses Ocenpsiea e “o eterno rebelde” Jorge Palma.

Os bilhetes para a 17.ª edição do Festival para Gente Sentada estarão à venda “brevemente”.

O Festival para Gente Sentada, que se realizou pela primeira vez em Braga em 2015, após dez edições em Santa Maria da Feira, é uma coprodução da Ritmos, da Câmara Municipal de Braga e do Theatro Circo.

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