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Região

Imagens da trovoada: Relâmpagos e arco-íris em simultâneo? Aconteceu em Braga

FOTOGALERIA

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Foram várias as imagens partilhadas nas redes sociais, este domingo à noite, depois dos espetáculos de trovoada que iluminaram o céu em toda a região do Minho.

Vista de Santa Luzia, Viana do Castelo. Foto: FOTO LIVRE / Paulo & Sérgio / Facebook

Braga. Foto: Facebook de Freguesia de S. Victor – Braga

Foto: Facebook de Maria Costa no Grupo das Taipas

Ponte de Lima. Foto: Facebook de Rafael Ferreira

Braga. Foto: Fábio Machado (enviada a O MINHO)

Falha de iluminação força paragem no jogo Gil Vicente-Braga

No jogo de futebol da I Liga portuguesa entre o Gil Vicente e o SC Braga, em Barcelos, essa trovoada terá sido a causa da interrupção de quase meia hora no encontro, depois de o estádio ter ficado sem iluminação.

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Braga

Distrito de Braga movimentou 5,5 milhões no negócio do têxtil

Economia

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Têxtil Manuel Gonçalves (TMG). Foto: DR / Arquivo

As atividades ligadas à indústria da moda em Portugal geraram um volume de negócios de 15 mil milhões de euros em 2018, menos 3% que no ano anterior, representando 11,5% das exportações portuguesas, divulgou hoje a Iberinform.

O distrito de Braga é o segundo do país a gerar mais receita, um total de cerca de 5,5 milhões de euros durante 2018. É ainda neste distrito que se concentram 28% das sedes deste tipo de indústria, no total de 5.348 empresas.

De acordo com a filial da Crédito y Caución, embora na indústria nacional têxtil, do vestuário e do calçado as insolvências tenham aumentado mais de 35% em 2019, “o risco de incumprimento do setor é inferior à média de todas as outras atividades económicas” e estes setores “continuam a atrair investimento”.

Um estudo setorial elaborado pela Iberinform para analisar a evolução do risco financeiro e dos determinantes estratégicos das empresas da fileira da moda entre 2018 e 2019 aponta que, no ano passado, houve mais 35% de empresas neste setor a entrar em insolvência (730) face a 2018, sendo a confeção de outro vestuário exterior em série a atividade com maior número de insolvências registadas.

Contudo, nota, “no mesmo período verificou-se um aumento de 3% na constituição de novas empresas (1.390 empresas), dado que indicia algum interesse em investir no setor”, destacando-se o comércio a retalho de vestuário para adultos em estabelecimento especializado com o maior número de constituições em 2019.

O trabalho da Iberinform aponta a existência de 19.312 empresas (64% das quais microempresas, com uma média de 10 empregados) na indústria ligada à moda e um ‘score’ de 4,4 ao nível do incumprimento, o que traduz um ‘risco médio’, “inferior à média de todas as atividades económicas nacionais”.

O ‘score ‘é um modelo de avaliação de risco que mede a probabilidade de incumprimento de uma empresa a 12 meses, avaliando o risco de 1 a 10 numa escala de maior ou menor risco respetivamente.

Segundo as conclusões do estudo, as empresas classificadas com ‘risco médio’ representam 39% do total do setor têxtil, vestuário e calçado, tendo o modelo atribuído ‘risco elevado’ a 5.644 empresas (29% do total), enquanto 5.322 (28%) apresentam ‘risco baixo’.

O grau de compromisso financeiro do setor é apresentado como “bom”, com a respetiva autonomia financeira a ultrapassar os 40% em 2018, e, “embora as empresas não cubram todas as suas dívidas com capitais próprios, apresentam um rácio de solvabilidade de 67,4%, valor ligeiramente acima de 2017, mas cinco pontos percentuais acima dos valores de 2016”.

“Durante os últimos três anos, os prazos médios de recebimento (67 dias) foram sempre e gradualmente inferiores aos pagamentos a fornecedores e empregados (81 dias) o que é favorável em termos de caixa gerada pelas operações”, refere o estudo.

A maior percentagem de empresas da fileira pertence ao setor do comércio a retalho de vestuário e estabelecimentos especializados (27% do total), com 5.150 empresas que geraram um volume de negócios de mais de 2,4 milhões de euros.

Seguem-se a indústria do vestuário, que representa 24% do total, mas lidera em volume de negócios, com mais de 3,7 milhões de euros, e a indústria do calçado, que congrega 2.158 empresas (11,2%) geradoras de um volume de negócios superior a 2,3 milhões de euros”.

Já o setor da fabricação de têxteis representa 10,7% do total, com 2.078 empresas, que são responsáveis por um volume de negócios superior a 3,5 milhões de euros.

Embora as empresas do setor estejam dispersas por todo o país, os distritos do Porto e de Braga concentram o maior número de sedes: 5.755 (30%) e 5.348 (28%) respetivamente.

Por volume de negócios, destacam-se os distritos de Angra do Heroísmo, com 7,9 milhões de euros, Braga (mais de 5,5 milhões de euros), Porto (4,6 milhões de euros) e Lisboa (2,4 milhões de euros).

A maioria das empresas (23%) ligadas à moda tem entre dois e cinco anos e 18% já operam no mercado há mais de 25 anos, “o que traduz a maturidade do setor”, enquanto 13% foram constituídas há menos de um ano, com a Iberform a destacar o “potencial de crescimento” que tal representa.

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Viana do Castelo

Viana com programa “único no país” para monitorizar qualidade do ar dentro das escolas

Ambiente

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Foto: Divulgação / LUCIOS Engenharia e Construção (portefólio)

Viana do Castelo é o “primeiro município do país” a desenvolver um programa de monitorização da qualidade do ar interior dos 53 edifícios do parque escolar do concelho, num investimento de 18 mil euros, anunciou hoje a câmara.

“Viana do Castelo é o primeiro município do país com uma estratégia para a monitorização das radiações ionizantes, sob a forma de programa, que está a ser concretizado e com resposta clara para este assunto”, afirmou hoje o vereador do Ambiente e Biodiversidade, Ciência, Inovação e Conhecimento, Ricardo Carvalhido.

O responsável, que falava durante a sessão de encerramento do projeto RnMonitor “Radão em Portugal: situação atual e perspetivas futuras” explicou que aquele programa “começou a ser implementado esta semana para avaliar a qualidade biotérmica e radiológica” do ar nas 53 escolas do concelho, sendo que, “no próximo mês, será iniciada a avaliação à qualidade microbiológica”.

“Vamos avaliar o ar de cerca de um terço das salas de aulas das nossas escolas. Dentro de dois meses, esperamos ter o primeiro perfil da qualidade do ar das nossas escolas. Nos edifícios que apresentarem dados fora dos valores considerados normais, será implementado um estudo mais pormenorizado com uma duração de, no mínimo, três meses”, especificou.

Ricardo Carvalhido adiantou que “a monitorização do gás radão e dos parâmetros de humidade, temperatura e dióxido de carbono estão a ser aferidos por sensores instalados nas 53 escolas do concelho, equipamentos que comunicam através de uma rede partilhada entre a câmara e pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), sendo possível receber, em tempo real, os dados de cada estabelecimento”.

“Estes dados estão a ser monitorizados na plataforma da Rede Municipal de Monitorização de Parâmetros Ambientais e de Proteção Civil, para, posteriormente, serem validados e analisados pelos parceiros do programa”, indicou.

O programa de monitorização da qualidade do ar interior de edifícios municipais tem como parceiros o IPVC e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), que participarão “na elaboração de um manual de boas práticas para a qualidade do ar interior de cada edifício escolar”.

Aquele documento incluirá medidas que “poderão passar pela determinação de uma frequência e duração de arejamento, ou, em casos excecionais, a instalação de mecanismos de ventilação forçada do espaço”.

O vereador da câmara da capital do Alto Minho explicou que o programa teve início no parque escolar por ser “reconhecido, por um lado, que o conforto biotérmico dos alunos nas salas de aula, (aferido pelos dados de temperatura e humidade relativa) é um fator determinante no sucesso educativo e também porque a presença de agentes radiológicos (como é exemplo o gás radão, principalmente na região Norte e Centro de Portugal) e biológicos (como vírus, fungos e bactérias) podem comprometer de forma séria, a saúde dos alunos e dos profissionais de educação”.

A implementação daquele programa municipal resulta “da transferência de competências em matéria de educação, da administração central para a administração local”.

Ricardo Carvalhido adiantou que, em abril, no decurso do programa municipal, a autarquia lançará, no âmbito do Dia Nacional do Ar, a iniciativa “O Radão por Casa”.

O responsável explicou tratar-se de “um programa doméstico que disponibilizará aos munícipes uma sonda que lhes permitirá conhecer, durante uma semana, os valores de radão e os parâmetros de conforto bioclimático da sua habituação”.

Posteriormente, “os munícipes receberão uma avaliação diagnóstica com orientações para a mitigação dos parâmetros nos casos em que estes ultrapassem o valor legal de referência”.

“No caso dos moradores do centro histórico, estará disponível a sonda que permitirá o acesso em tempo real aos valores medidos, através da plataforma da rede municipal de monitorização de parâmetros ambientais e proteção civil”, referiu.

O projeto de investigação intitulado “RnMonitor: Infraestrutura de Monitorização Online e Estratégias de Mitigação Ativa do Gás Radão no Ar Interior em Edifícios Públicos da Região Norte de Portugal” foi realizado entre 2016 e 2019.

A investigação foi conduzida pelos docentes António Curado e Sérgio Lopes do IPVC e incidiu sobre 30 edifícios públicos selecionados pelas câmaras de Viana do Castelo e Barcelos.

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Alto Minho

Mulher encontrada morta na cozinha em Melgaço

Em Fiães

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Uma mulher, com cerca de 80 anos, perdeu a vida durante esta madrugada, em Fiães, concelho de Melgaço, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Ao que apurámos, a mulher terá caído ao início da noite na cozinha da sua habitação, no lugar do Convento de Fiães, onde residia com o marido.

O homem, com sintomas avançados da doença de Alzheimer, não terá dado conta, com o alerta a ser dado apenas pela manhã desta terça-feira, cerca das 08:30.

Fonte dos bombeiros indicou que foi alertada para uma situação de queda na habitação.

À chegada da ambulância com dois operacionais, a vítima já se encontrava sem  vida. “Terá morrido há várias horas”, disse a mesma fonte.

Pelas 12:41, fonte do CDOS de Viana indicou que ainda não foi solicitada a remoção do cadáver.

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