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Ave

Idosa desalojada após incêndio destruir casa em Famalicão

Nine

em

Foto: BV Viatodos / Facebook

Um incêndio destruiu por completo uma casa, na rua de Quintães, em Nine, Famalicão, na madrugada desta quarta-feira. Uma mulher de 70 anos, que ali vivia sozinha, ficou desalojada e foi acolhida em casa de familiares.


“À nossa chegada, a casa estava já estava tomada pelas chamas”, refere a O MINHO fonte dos Bombeiros Famalicenses.

A idosa estaria a dormir quando deflagraram as chamas e foi retirada da habitação com a ajuda de vizinhos, pelo que não há feridos a registar.

Foto: Bombeiros Famalicenses

Desconhecem-se as causas do incêndio.

O alerta foi dado às 04:01.

Os Bombeiros Famalicenses combateram as chamas com 12 operacionais e quatro viaturas e os Bombeiros de Viatodos com 15 operacionais e quatro viaturas.

A GNR tomou conta da ocorrência.

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Ave

Continental avisa trabalhadores para não deitarem máscaras no chão junto à empresa

Poluição

em

Foto: PAN Famalicão

A empresa Continental Mabor, com sede no concelho de Famalicão, está a sensibilizar os mais de 3.600 colaboradores para que não deixem máscaras de proteção usadas (e outros resíduos) no chão, em rua junto à entrada no estacionamento da empresa.

A informação foi confirmada por O MINHO junto do presidente da Junta de Lousado, Jorge Ferreira, após denúncias feitas pelo partido Pessoas Animais e Natureza (PAN) sobre um caminho adjacente à empresa onde ser podia ver várias máscaras deixadas pelo chão.

R. de S. João, junto à Continental, em Lousado. Foto: PAN Famalicão

Ao que apurámos, a rua em questão é a de São João, em Lousado, que dá acesso a um dos estacionamentos da empresa. A rua é privada e basicamente só serve trabalhadores daquela empresa, embora a empresa assegure que há outras pessoas a utilizar a mesma.

A administração da fábrica alemã garante que, de forma pro-ativa, já efetuou ações de limpeza nesse acesso de forma a “assegurar a limpeza e recolha dos lixos, em particular, das máscaras de proteção da covid-19”. Essa comunicação foi confirmada por O MINHO.

“Em linha com o nosso compromisso da Proteção Ambiental temos efetuado e vamos continuar a efetuar ações de sensibilização junto dos nossos colaboradores e de quem nos visita para as boas práticas ambientais solicitando que as mascaras de proteção usadas e outros resíduos sejam depositadas nos contentores específicos existentes nas entradas e saídas da fábrica”, assegura a empresa, em comunicado a que o nosso jornal teve acesso.

O MINHO sabe que a empresa tem colocado mensagens de sensibilização em vários ecrãs espalhados na unidade fabril, para além de outros meios de comunicação, como é o caso da revista Alta Roda e da newsletter semanal da SETE.

A Continental adianta ainda que irá reforçar as ações de limpeza para assegurar a boa manutenção do estado de limpeza da Rua de S. João, enquanto este for de utilização indiferenciada.

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Ave

Abate de árvores antigas em Famalicão gera polémica. Câmara assegura 300 novos exemplares

Obras no centro urbano

em

Foto: Notícias de Famalicão / Facebook

O abate de algumas árvores no centro urbano de Famalicão causou revolta em alguns cidadãos que denunciaram a situação através das redes sociais. Também o partido Pessoas Animais e Natureza (PAN) lançou um comunicado onde criticava o abate de carvalhos na Praça Dona Maria II, no coração daquela urbe da sub-região do Ave.

Contactada por O MINHO, a autarquia remeteu explicações para um comunicado, lançado na quinta-feira, explicando que cerca de duas dezenas de árvores estão a ser abatidas “pelo seu estado de conservação” e que outras 67 serão “transplantadas” para outros locais.

A autarquia liderada pelo social-democrata Paulo Cunha aponta ainda a plantação de “três centenas de novas árvores”, que se vão juntar a outras 116 que “permanecerão” durante as obras de remodelação do centro da cidade, orçadas em cerca de oito milhões de euros e que prometem criar uma “cidade do futuro”, mais amiga dos peões e do ambiente.

No comunicado, a autarquia aponta que de futuro Famalicão contará com “um centro com uma mancha arbórea muito superior à existente, a que se juntará os vários ajardinamentos que se vão espalhar pelos 3.000 metros quadrados de área de intervenção e que vai incluir ainda a recuperação da margem ribeirinha do rio Pelhe, junto à antiga Ponte Românica, na extremo nascente Praça Mouzinho do Albuquerque”.

A autarquia assegura que estas obras reduzirão a poluição atmosférica através do aumento da área arbórea, “como filtro de poeiras, fator de captação de carbono e regulador microclimático, a integração no plano de drenagem sustentável, o aumento da permeabilidade do solo e o controlo da biodiversidade como fator de resiliência e da valorização ambiental”.

“Todo este plano esteve pormenorizadamente disponível para análise pública durante o período de consulta pública que foi aberto e detalhadamente transmitido aos famalicenses, tanto nas sessões públicas de esclarecimento organizadas como através da publicação de todos os documentos ao longo do processo no portal do município”, relembra a Câmara.

“A empreitada vai abranger todo o quarteirão urbano localizado entre as praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e ruas adjacentes, dotando-as de mais e melhores zonas sociais e, simultaneamente, de mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves”, escreve a autarquia, garantindo que será a maior revolução de sempre naquele centro urbano.

Os efeitos esperados são a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, uma maior atratividade da cidade, reforço da rede pedonal e ciclável complementada com o uso de transportes públicos, melhoria ambiental e qualificação dos espaços de utilização pública.

A obra tem comparticipação do Norte 2020, através do programa FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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Ave

Famalicão vai construir Centro de Atletismo

Investimento de dois milhões de euros

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

A Câmara de Famalicão aprovou a abertura do concurso público para a construção do Centro de Atletismo, que implica um investimento de mais de dois milhões de euros, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que o prazo de execução da obra é de 210 dias.

A empreitada diz respeito à construção integral da pista de atletismo, que inclui o relvado interior com áreas para lançamento de dardo, lançamento de peso, salto à vara, salto em comprimento, entre outras modalidades, bem como a construção de bancada, do edifício de “photo-finish”, do acesso pedonal para atletas e público e das torres de iluminação.

A pista do Centro de Atletismo de Famalicão, que vai nascer no lugar de Talvai, conta com oito corredores em piso sintético que respeitam as exigências técnicas do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e seguem as orientações standard da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF).

Assim, a pista estará preparada para receber competições nacionais e internacionais da modalidade.

O complexo desportivo contará ainda com um edifício de apoio que será construído posteriormente para albergar as necessidades administrativas da academia, assim como todo o suporte à prática desportiva, desde balneários, bar, salas de fisioterapia e cuidados médicos e salas de prática desportiva.

Para o presidente da Câmara Municipal, trata-se de um complexo “de grande valor para o atletismo do concelho de Vila Nova de Famalicão” que atualmente conta com cerca de 200 atletas federados.

A pista deverá começar a ser construída no início de 2021.

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