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I Liga

I Liga vai ter jogos à hora de almoço

Liga apresentou horário das 12:45

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Foto: Facebook de SC Braga (Arquivo)

A diretora executiva da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Sónia Carneiro, revelou hoje que a I Liga terá jogos às 12:45 e que as partidas à segunda-feira serão apenas reservadas para equipas envolvidas nas provas europeias.

“Criámos um novo horário, o das 12:45. Portanto, as equipas vão poder jogar também à hora de almoço. Mantêm-se os horários do ano passado e cria-se aqui um novo, há várias janelas para que as equipas possam jogar. Claro que o horário nobre será o das 20:00, mas acho que vai haver algumas surpresas durante a época”, disse a responsável do organismo que rege as competições profissionais em Portugal.

Paralelamente, a dirigente da LPFP explicou a alteração da marcação de jogos à segunda-feira, estabelecendo como prioridade a realização dos encontros entre sexta-feira e domingo, ficando apenas o derradeiro dia para os clubes envolvidos nas competições europeias, nomeadamente a Liga Europa, cujos desafios se disputam à quinta-feira e precisam depois de cumprir o período obrigatório de descanso.

“Em relação aos horários, foi uma das alterações regulamentares esta época os jogos à segunda-feira deixarem de ser obrigatórios. Portanto, a janela de segunda-feira fica disponível para quando há equipas que jogam a meio da semana anterior, a fim de as equipas poderem cumprir as suas 72 horas de descanso. Os jogos à segunda-feira serão pontuais esta época”, frisou.

Quanto a outras eventuais alterações sobre o principal campeonato português, Sónia Carneiro não se quis comprometer sobre a utilização da tecnologia da linha de golo, remetendo o tema para depois das eleições do organismo – nas quais assumiu que, “ao que tudo indica, Pedro Proença vai concorrer sozinho” -, mas admitiu a expectativa de poder haver adeptos em pé nos estádios em 2019/20.

“Julgo que vamos conseguir ter os lugares em pé já para a próxima época, há algumas coisas em que estamos a trabalhar, sempre com o objetivo de ter um futebol profissional cada vez melhor”, resumiu, após uma conferência organizada pela Rádio Renascença, em Lisboa.

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Futebol

“Mantenho os objetivos que tínhamos traçado”

2.ª jornada da I Liga

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Foto: Arquivo

Declarações no final do encontro Sporting-SC Braga (2-1), da segunda jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio José Alvalade, em Lisboa:

Ricardo Sá Pinto (treinador do SC Braga): “Acho que a entrada no jogo da nossa equipa não foi a que tínhamos perspetivado e a que precisávamos de ter. Sabíamos que o Sporting precisava de entrar forte e marcar cedo para ganhar confiança. Até aos 20 minutos, não conseguimos ter o controlo que queríamos e também não fomos agressivos defensivamente. A partir dos 20 ou 25 minutos começámos a ganhar mais duelos, a impor o nosso jogo e a divertirmo-nos.

Mesmo em casa do Sporting criámos muitas oportunidades e merecíamos ter marcado, mas sofremos aquele segundo golo no final da primeira parte, que foi muito difícil de gerir. Conversei com a equipa e disse que tínhamos de entrar melhor para discutir o resultado. Foi isso que aconteceu e foi o Braga que gosto de ver. Faltou-nos a definição final. Se tivéssemos um pouco mais de calma no último passe e no remate, podíamos ter feito mais um golo. Foi pena não termos feito o segundo golo, porque era muito mais justo do que sair daqui com a derrota.

O resultado é injusto na minha opinião. Em relação aos objetivos, mantenho os objetivos que tínhamos traçado.

SC Braga perde em Alvalade em jogo intenso

A equipa esteve muito bem, tem tido a capacidade de lutar com essa adversidade, embora, animicamente, também tenhamos maior confiança. Não é fácil, sobretudo com viagens longas, mas queremos estar sempre em todas as competições. Sabemos que o caminho é duro e é por isso que não é para todos”.

Foto: Twitter (Arquivo)

Marcel Keizer (treinador do Sporting): “Foi um jogo muito importante. A partida com o Sporting de Braga era difícil, mas penso que começámos de forma muito forte, como era a nossa intenção. Ganhar um jogo difícil é sempre bom, os jogadores estão felizes, mas podemos jogar melhor do que aquilo que fizemos na segunda parte.

Não sei se Bas Dost vai sair. Pelas notícias do clube, estão em negociações. Perguntou-me de que avançado gosto e eu gosto do Bas Dost, marcou muitos golos aqui e vai ser difícil encontrar outro avançado. Se ele ficar, então temos Bas Dost e Luiz Phellype, como na época passada. Se um avançado sair, então temos de encontrar outro, e julgo que terá de vir de fora do clube.

Penso que Bas Dost é um avançado especial, marcou muitos golos, mais de 80 em três anos, e para substituir goleadores como este e como Slimani, com quem não trabalhei antes, é sempre difícil.

Conheço Slimani, saiu-se muito bem aqui e marcou muitos golos pelo Sporting. É um jogador alto, sabe segurar bem a bola, mas não sei se é o jogador certo para este momento”.

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Futebol

SC Braga perde em Alvalade em jogo intenso

2.ª jornada da I Liga

em

Foto: Liga Portugal

O SC Braga perdeu contra o Sporting, este domingo à noite, em Alvalade, por 2-1, em jogo da segunda jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Os arsenalistas, que tinham ganho na primeira jornada, estiveram a perder 2-0, depois de Wendel (16′) e Bruno Fernandes (44′) terem marcado para os da casa, ainda na primeira parte.

Num segundo tempo em que dispôs de várias oportunidades, o SC Braga reduziu aos 73 minutos, por Wilson Eduardo.

Num embate entre duas equipas em absoluto contraste – leões sem ganhar e bracarenses só com vitórias -, o Sporting acabou por ter mais eficácia perante um adversário que complicou bastante a missão da equipa de Marcel Keizer e que chegou a justificar um outro resultado em Lisboa que não a derrota.

As deceções da Supertaça (5-0 com o Benfica) e da jornada inaugural (empate 1-1 com o Marítimo) pareciam ter ficado para trás, com a boa entrada na partida: desinibida, dinâmica e confiante, a formação ‘leonina’ queria afugentar o momento menos bom e conseguiu-o logo aos 16 minutos. Depois dos primeiros avisos de Bruno Fernandes (05) e Coates (15), Wendel inaugurou o marcador após uma boa combinação com Luiz Phellype na área bracarense.

Durante os primeiros 20 minutos, o Sporting mostrou a sua melhor face, mas a vantagem acabou por inverter o rumo dos acontecimentos. O Braga de Ricardo Sá Pinto despertou, acertou as marcações e começou a assumir o domínio, criando várias oportunidades, mas a falta de eficácia e a atenção do guarda-redes Renan evitaram várias vezes o golo do empate.

E foi em contraciclo que o ‘inevitável’ Bruno Fernandes assinou o 2-0 para o Sporting aos 44 minutos. Um erro individual de Claudemir ditou o golo do médio ‘leonino’, ao perder a bola já perto da área, com o internacional português a contornar bem a oposição de Bruno Viana e a fuzilar de pé esquerdo a baliza minhota já em cima do intervalo.

No segundo tempo, os bracarenses não abdicaram de lutar e intensificaram o seu domínio territorial, com o Sporting a adotar sem pruridos uma postura mais expectante e pragmática, procurando transições rápidas. Todavia, a desinspiração de Diaby e Raphinha proporcionavam pouco suporte a Luiz Phellype ou mesmo Bruno Fernandes.

Já o Braga, depois de dez golos em três encontros, nunca foi capaz de mostrar a concentração e a capacidade de finalização que exibiu com o Brondby e Moreirense e só por isso não deu uma réplica maior aos anfitriões.

Ainda assim, o angolano Wilson Eduardo voltou a comprovar a sua veia goleadora contra o clube no qual fez a sua formação, apontando o 2-1 aos 74 minutos numa recarga a um remate ao poste de Ricardo Horta. Foi o sexto golo do extremo em jogos contra o Sporting e teve o condão de relançar a discussão do resultado.

Nos derradeiros minutos, já com Paulinho e Galeno em campo, o Braga tentou carregar em busca da igualdade, enquanto Marcel Keizer, que já havia colocado Neto para reforçar a defesa, procurou arrefecer o ritmo de jogo com as entradas de Vietto e Eduardo. Muitas mudanças, mas o resultado não mais mudou: 2-1 final para o Sporting, que soma agora quatro pontos e ultrapassa o Braga, com três, na classificação da I Liga.

Com este resultado, o Braga, que tinha iniciado o campeonato com um triunfo sobre o Moreirense (3-1), é oitavo classificado, com três pontos. Com quatro pontos, os ‘leões’ instalaram-se no terceiro lugar, em igualdade com o Boavista e a dois pontos de Benfica e Famalicão.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

Sporting – SC Braga: 2-1.

Ao intervalo: 2-0.

Marcadores:

1-0, Wendel, 16 minutos.

2-0, Bruno Fernandes, 44.

2-1, Wilson Eduardo, 73.

Equipas:

– Sporting: Renan, Thierry, Mathieu, Coates, Acuña, Wendel (Eduardo, 87), Doumbia, Bruno Fernandes, Diaby (Neto, 77), Raphinha e Luiz Phellype (Vietto, 85).

(Suplentes: Maximiano, Ilori, Eduardo, Rafael Camacho, Vietto, Neto e Borja).

Treinador: Marcel Keizer.

– SC Braga: Matheus, Esgaio, Bruno Viana, Pablo, Sequeira, Wilson Eduardo (Galeno, 79), Claudemir, Fransérgio (Murilo, 72), Ricardo Horta, André Horta e Hassan (Paulinho, 73).

(Suplentes: Eduardo, Tormena, Diogo Viana, João Novais, Murilo, Paulinho e Galeno).

Treinador: Ricardo Sá Pinto.

Árbitro: Luís Godinho (AF Évora).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Pablo (38), Thierry (43), Diaby (62), Hassan (66), Bruno Fernandes (75), Esgaio (82), André Horta (90+1) e Claudemir (90+4).

Assistência: 35.692 espetadores.

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Futebol

“O Vitória criou situações para fazer quatro, cinco golos”

2.ª jornada da I Liga

em

Foto: Twitter (Arquivo)

Declarações após o jogo Vitória SC-Boavista (1-1), da segunda jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje em Guimarães:

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): Fizemos um jogo de grande nível. Os jogadores trabalharam até à exaustão e lutaram para que o resultado fosse diferente. De forma merecida, estávamos em vantagem e procuramos aumentá-la. Correm-se alguns riscos quando se procura a baliza do adversário, mas é um comportamento que eu quero que a equipa tenha. Tivemos mais algumas oportunidades de golo. Só fizemos um. Sofremos um golo aos 90+4 minutos. Temos de aceitar o resultado.

Houve momentos do jogo em que poderíamos tomar melhores decisões. Noutros, tomámos boas decisões. Esse comportamento [algumas manifestações de irritação durante a segunda parte] faz parte do meu ADN. Dentro do meu trabalho, há muitas razões para exigir. Quero que, a cada dia, eles sejam mais competitivos.

Os treinadores não são obrigados a fazerem as três substituições. Não permitimos que o nosso adversário tivesse ocasiões flagrantes de golo. Quando o comportamento individual e coletivo é bom, não vale a pena alterar. Mantive a equipa como estava. Poderia eventualmente meter mais um central ou um ponta de lança para defender a minha baliza, mas controlámos bem o adversário. Tínhamos de ser mais competentes a controlar aquele lance [do golo do Boavista]. Se eu estivesse em campo, atacava aquela bola de forma convicta, contra seis ou sete homens.

As pessoas que gostam de futebol viram o comportamento da equipa. O Vitória habituou, bem, a conseguir fazer resultados com um número grande de golos. Hoje, o Vitória criou situações para fazer quatro, cinco golos. Todos os jogos são difíceis. Procurámos muito a baliza do adversário. Os jogadores tiveram um comportamento fabuloso. Levaram a ideia para o jogo. Só marcámos um golo. Queríamos mais”.

Balde de água fria em Guimarães com empate ‘fora de horas’ na estreia no campeonato

Lito Vidigal (treinador do Boavista): “Foi um jogo bem disputado. Na primeira parte, o Vitória foi superior. Conseguimos estar sempre organizados defensivamente, mas faltou-nos critério na saída para o ataque. O Vitória fez um golo e foi importante mantermos a calma, estarmos organizados. Sabíamos que era importante mantermos o resultado como estava.

Ao intervalo, fizemos algumas alterações. A equipa esteve muito melhor com bola. Começámos a jogar mais no meio-campo do Vitória. Não sei se o Vitória recuou por estratégia ou por nosso mérito. Criámos uma situação ou outra e empatámos no final. Os jogadores trabalharam muito e lutaram muito.

As substituições que fizemos trouxeram mais qualidade ao jogo. O nosso objetivo é sempre jogar para ganhar. Não conseguimos ganhar, mas conseguimos somar mais um ponto, que era importante para nós.

Não entrámos defensivamente em campo, mas ganhámos poucos duelos. Tínhamos de ganhar a maior parte dos duelos no meio-campo e não conseguimos fazê-lo na primeira parte. Na segunda parte, a equipa tornou-se mais agressiva e intensa. Depois, conseguimos ter muito mais critério. Acima de tudo, é preciso valorizar a entrega. Temos de acreditar até ao fim que podemos vencer todos os jogos.

(Sobre a entrada de Lucas para o lugar de Ricardo Costa no eixo da defesa) O Vitória tem jogadores altos. Os centrais são fortes no jogo aéreo. O Vitória tinha feito alguns jogos com muitos golos em situações de bola parada. Vamos adaptando as características dos jogadores a determinados jogos. O Lucas fez um jogo muito bom”.

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