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Futebol

I Liga regressa a 20 de setembro

Futebol

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Foto: DR / Arquivo

A edição 2020/21 da I Liga de futebol terá início no fim de semana de 20 de setembro, informou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), em nota publicada na sua página oficial na Internet.


O campeonato arrancará quase dois meses após a conclusão da época 2019/20, num período de paragem menor do que o habitual, e também mais tarde, em função da reformulação da anterior temporada, devido à pandemia da covid-19.

O sorteio da I Liga será realizado em 28 de agosto, tal como o da II Liga, que arranca em 13 de setembro, conforme tinha avançado na segunda-feira a LPFP.

As datas do início da I e II Ligas ainda necessitam de “ratificação por parte da Direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)”, como explicou a LPFP.

Na temporada que terminou, a I Liga decorreu até ao primeiro fim de semana de março, data após a qual foi suspensa devido à crise sanitária existente com a pandemia do novo coronavírus, e foi retomada no início de junho, mas sem a presença de público.

Em 2019/20, o FC Porto conquistou o campeonato, que terminou em 26 de julho, e a Taça de Portugal, disputada em 01 de agosto, enquanto o Benfica venceu a Supertaça, e o SC Braga a Taça da Liga.

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Futebol

Liga aprova resultado líquido de 1,260 milhões de euros e ratifica nova sede

Liga Portugal

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Foto: DR

A assembleia geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) aprovou hoje por unanimidade o Relatório e Contas do exercício de 2019/20, que apresenta um resultado líquido de 1,260 milhões de euros, e ratificou o novo edifício sede.

Este foi o quinto ano consecutivo com resultados positivos – havendo a previsão de um sexto, como anunciado no Orçamento para 2020/21 –, e, de acordo com a LPFP, “o lucro apresentado ficou ligeiramente acima do projetado, apesar de uma época fortemente marcada pela covid-19”.

Os clubes presentes, e apenas o Marítimo e o Sporting da Covilhã não se fizeram representar, aprovaram ainda por unanimidade que o lucro da exploração comercial das competições, que se cifra em quase 105 mil euros, seja alocado para o reforço do Fundo de Contingência da covid-19.

Na reunião magna, o presidente da LPFP, Pedro Proença, apresentou o projeto daquele que será o futuro edifício sede do organismo, que nascerá em Ramalde, igualmente no Porto, e que nascerá em estreita colaboração com a Câmara Municipal do Porto.

A obra, com conclusão prevista para 2023 e com várias valências que o atual edifício não comporta, não mereceu qualquer voto contra por parte dos presidentes e representantes presentes, que validaram o início das obras, previstas para 2021.

Concluída a assembleia geral ordinária os presentes deram início a uma de caráter extraordinário, em que foi votado e aprovado, com efeitos imediatos, que os clubes possam inscrever excecionalmente até 30 jogadores no seu plantel sénior, para alargar o leque de opções face a um problema de covid-19.

A assembleia geral não chegou a abordar a questão relacionada com as habilitações dos treinadores, tema que será alvo de uma comissão jurídica, e decidiu deixar ainda um voto de pesar pelos antigos jogadores Dito e Jaime Alves, recentemente falecidos.

Pedro Proença lembrou ainda a proposta que já foi feita à Direção-Geral da Saúde (DGS), para a integração faseada de público nos estádios, que voltará a ser debatida na sexta-feira entre os dois organismos, durante a apresentação do plano de contingência para o Santa Clara-Gil Vicente.

O jogo nos Açores será o primeiro após a pandemia de covid-19, que, de uma forma geral ‘congelou’ a prática desportiva em março, a receber público nas bancadas, num teste que a LPFP pretende que sirva também para abrir os estádios do continente.

Nesse sentido, as sociedades desportivas decidiram subscrever uma declaração conjunta em que reclamam pelo fim da discriminação do futebol em relação às demais atividades económicas, solicitando o regresso imediato do público aos estádios.

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Futebol

Contas da SAD do Vitória em 2019/20 aprovadas por maioria

Finanças

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Foto: DR

Os acionistas da SAD do Vitória SC, responsável pela equipa que compete na I Liga portuguesa de futebol, aprovaram na terça-feira, por maioria, o relatório e contas da época 2019/20, em assembleia-geral.

Uma nota publicada no sítio oficial dos vitorianos refere que os acionistas presentes no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense, em Guimarães, onde a reunião decorreu, aprovaram “por ampla maioria e sem qualquer voto contra” a gestão da época passada, na qual a SAD obteve um resultado positivo pelo sexto ano consecutivo de 274.480 euros.

Na primeira temporada com Miguel Pinto Lisboa como presidente do conselho de administração – assumiu o cargo em 30 de julho, depois de eleito presidente do clube -, a SAD vitoriana obteve um saldo positivo de 6,4 milhões de euros entre rendimentos e gastos, depois reduzido para pouco mais de 274.000 euros face às desvalorizações de passes de jogadores e de material (amortizações e depreciações), aos juros e aos impostos.

Os rendimentos totais do Vitória aumentaram 21,4%, para os 32,69 milhões de euros, mas os gastos subiram ainda mais (32,6%), fixando-se nos 26,25 milhões.

Numa época em que os gastos com pessoal subiram dos 10,6 para os 16,1 milhões de euros (39%), a massa salarial dos futebolistas profissionais, cujo número subiu de 81 para 105, passou dos 7,26 para os 10,47 milhões.

Entre as despesas vitorianas, contam-se ainda quase 2,5 milhões de euros destinados à compra de passes de 23 jogadores, sendo os mais caros Mikel Agu, adquirido ao FC Porto por 810 mil euros, Bruno Duarte, recrutado ao Lviv, da Ucrânia, por 635 mil, e o médio Blati Touré, que não somou qualquer minuto em 2019/20, depois de contratado aos espanhóis do Córdoba por 350 mil.

O relatório indica ainda que o ativo total subiu dos 26,25 para os 27,86 milhões de euros e o passivo dos 22,09 para os 23,45 milhões, motivado “em parte” pelas “operações com jogadores”, indica o relatório e contas.

Durante a assembleia-geral, os acionistas vitorianos aprovaram também “a nomeação de Gabriel Pontes como vogal do conselho de administração da sociedade”, refere ainda a nota.

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Futebol

Famalicão apresenta lateral colombiano

Mercado de transferências

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Foto: DR

O Famalicão, da I Liga portuguesa de futebol, anunciou hoje a contratação do lateral-esquerdo colombiano Edwin Herrera, com um contrato válido por uma temporada.

Edwin Herrera, de 22 anos, destacou-se na equipa principal do Independiente de Santa Fé, pelo qual disputou a Liga colombiana e a Taça sul-americana. Os desempenhos no emblema de Bogotá valeram ainda a chamada à seleção sub-23 da Colômbia, cuja equipa representou no torneio Pré-Olímpico.

Em declarações aos canais oficiais do clube, Herrera afirmou que “jogar na Europa é um dos objetivos de todos os futebolistas que jogam na América do Sul”.

O jogador colombiano está assim “grato ao Futebol Clube de Famalicão por ter dado esta oportunidade”.

“Espero retribuir em campo”, acrescentou o jogador.

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