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Braga

Vila Galé Braga “com resultados já positivos”

Inaugurado em 2018

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Foto: Facebook de Pedro Monforte

O grupo Vila Galé obteve uma receita total de 115 milhões de euros em 2019, um aumento de cerca de 2,7% face ao ano anterior, disse esta segunda-feira, o administrador do grupo, Gonçalo Rebelo de Almeida. Sobre o hotel de Braga, o responsável indica que os resultados são “já positivos”.

“O ano de 2019 acabou praticamente em linha com o ano anterior. Na média dos 25 hotéis do grupo em Portugal, as receitas atingiram os 115 milhões de euros em 2019, face a 112 milhões no ano anterior”, afirmou Gonçalo Rebelo de Almeida aos jornalistas, na apresentação de contas do grupo, que decorreu em Lisboa.

O responsável começou por lembrar que no ano passado, “só a partir de julho” o setor do turismo acalmou as expectativas pessimistas para que o início do ano tinha apontado, “que era de uma quebra face ao ano de 2018, terminando afinal praticamente em linha”, mas não sendo linear nas regiões onde o grupo está presente.

Por exemplo, registou-se “a afirmação quer do hotel de Sintra, quer de Braga, que tinham iniciado as operações em meados de 2018, a fazerem um ano completo e com resultados já positivos” e o Algarve, “que tinha sido a zona que tinha começado mal o ano, a terminar ligeiramente abaixo, mas sem grande expressão”, afirmou.

Vila Galé inaugura hotel em Braga e cria 50 postos de trabalho diretos

O Vila Galé Collection Braga, inaugurado em junho de 2018, foi a 30.ª unidade hoteleira do grupo em Portugal. Representou um investimento de oito milhões de euros e criou 50 postos de trabalho diretos.

Este hotel de quatro estrelas conta com 123 quartos e suites, dois restaurantes, bar, adega, piscinas exteriores para adultos e crianças, spa Satsanga Collection com piscina interior, ginásio e salas de massagens, oito salas de reuniões/eventos e ainda um espaço dedicado à inovação com experiências de realidade virtual, 4K e com hologramas.

Resulta da reconversão do complexo do antigo hospital de São Marcos, que estava desocupado desde 2011, permitindo assim requalificar um imóvel de interesse público, datado de 1508. Pertencente à Santa Casa da Misericórdia de Braga, foi entretanto concessionado ao grupo Vila Galé para instalar o hotel.

No ano passado, o grupo registou cerca de 1,9 milhões de dormidas em Portugal, um valor na mesma ordem de 2018, segundo o mesmo administrador. Já a estada média nos hotéis do grupo em Portugal caiu 5% para 2,9 noites.

Para 2020, Gonçalo Rebelo de Almeida antecipa “um ano muito em linha com o que aconteceu nos últimos anos”, tendo em conta, sobretudo, variáveis, que não se controlam, como “o que vai acontecer com o ‘brexit’, fenómenos de repetição de falências como a Thomas Cook ou a manutenção do crescimento de destinos alternativos como a Turquia e a entrada na corrida novamente do Egito”, por exemplo, explicou.

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Braga

Três detidos por venda de droga a adeptos do Rangers em Braga

No centro histórico

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Foto: O MINHO

Três homens foram detidos em pleno centro histórico da cidade de Braga, na tarde desta terça-feira, por suspeitas de tráfico de droga, disse a O MINHO fonte da PSP.

Ao que apurámos, os três indivíduos tentaram vender haxixe a vários adeptos escoceses do Glasgow Rangers, que se encontravam nas esplanadas da zona da Arcada, no centro de Braga.

Foto: O MINHO

Terão sido os portugueses a abordar os adeptos da equipa que defronta o SC Braga, na quarta-feira, para a 2.ª mão dos 16 avos de final da Liga Europa.

Agentes da PSP aperceberam-se da situação e realizaram uma operação que culminou com a detenção dos três suspeitos. Foram levados para a esquadra e constituídos arguidos.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Devem, nos próximos dias, ser presentes a Tribunal para aplicação das medidas de coação.

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Braga

Estado condenado a indemnizar advogado no caso Bragaparques

Por omissões e falhas no processo

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Foto: O MINHO

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) condenou hoje Portugal a pagar mais de quatro mil euros ao advogado Ricardo Sá Fernandes, no caso da gravação ilícita de uma conversa com o empresário da Bragaparques, Domingos Névoa.

O TEDH decidiu que Portugal tem de pagar a Ricardo Sá Fernandes 3.000 euros por danos morais e 1.632 euros em custos e despesas.

Em causa está uma decisão judicial, de 2014, de dois juízes do Tribunal da Relação de Lisboa, Almeida Cabral e Rui Rangel, que condenaram o advogado ao pagamento de 4.800 euros por gravação ilícita.

O caso remonta a 2006, quando Ricardo Sá Fernandes foi convidado por Domingos Névoa para um reunião num hotel e gravou, às escondidas, o encontro, no qual o sócio da Bragaparques propôs o pagamento de 200 mil euros para que o seu irmão, José Sá Fernandes e ex-vereador na Câmara de Lisboa, desistisse da ação judicial que impedia que a empresa de Braga trocasse os seus terrenos no Parque Mayer pelos da antiga Feira Popular, que pertenciam à autarquia.

Na primeira decisão, em novembro de 2011, Ricardo Sá Fernandes foi absolvido pelo 4.º Juízo Criminal de Lisboa, mas Domingos Névoa recorreu para a Relação de Lisboa, que, em abril de 2012, condenou o advogado, remetendo para o tribunal de primeira instância a definição da pena.

Depois, a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa quadruplicou o valor da multa que havia sido aplicada pelos juízes de primeira instância, de 1.200 para 4.800 euros.

O caso que opõe o advogado Ricardo Sá Fernandes ao sócio da Bragaparques Domingos Névoa durou vários anos nos tribunais portugueses e teve vários episódios de condenações, prescrição e absolvição.

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou que Ricardo Sá Fernandes não beneficiou “de um processo justo”, além de constatar “omissões” e “falhas”.

Para o TEDH, há ainda uma falta de imparcialidade por parte do Tribunal da Relação de Lisboa.

No âmbito do processo Bragaparques, Domingos Névoa foi condenado em primeira instância por corrupção ativa para ato ilícito, mas em sede de recurso foi absolvido pelo Tribunal da Relação de Lisboa, sendo depois ido condenado pelo Supremo Tribunal de Justiça a cinco meses de prisão, por um crime de corrupção ativa para ato ilícito, pena suspensa mediante o pagamento de 200.000 euros ao erário público.

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Braga

Cinema: Seis ‘curtas’ da UMinho no Fantasporto 2020

Cinema

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Foto: DR / Arquivo

Seis curtas-metragens de estudantes de Ciências de Comunicação da Universidade do Minho foram selecionadas para o 40.º Fantasporto – Festival Internacional de Cinema do Porto, que decorre de 25 de fevereiro a 08 de março, no Teatro Rivoli. As películas da UMinho são exibidas a 02 de março, às 16:45, e concorrem ao “Prémio Cinema Português – Melhor Escola de Cinema”.

As seis películas são “Galdino Gal e a Rua”, de Bruno Peters e Tryce de Melo; “Start Getting Bothered”, de Rafaela Gomes e Sofia Sumavielle; “Heresia”, de Miguel Nunes; “Riva”, de Rafaela Gomes, Claudia Rocha, Ana Margarida Nogueira, Carolina Martins e José Luís Brás; “O Escritor”, de Miguel Nunes; e “Fugaz”, de Carina Fernandes e Joana Mafalda Gomes. Os trabalhos, nos géneros documentário, promocional, ficção e experimental, refletem sobre temas como o músico de rua, o bloqueio criativo, a identidade de género, a responsabilidade cívica, as histórias distópicas ou a efemeridade da vida.

É a nona vez que as “curtas” realizadas na licenciatura e no mestrado em Ciências da Comunicação da UMinho chegam ao Fantasporto, um dos principais festivais do género a nível mundial. Nos últimos anos a UMinho também tem conseguido maior visibilidade para os filmes dos alunos da Ciências da Comunicação através do evento “Curtas CC” e no “BragaCine”, que, em 2019 premiou, pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto de Ciências Sociais da UMinho como “Melhor Escola de Cinema”. Desde 2017, os cursos da licenciatura e mestrado em Ciências da Comunicação beneficiam de um apoio trienal do Instituto de Cinema e Audiovisual.

Os professores Daniel Brandão, Pedro Portela, Martin Dale e Pedro Flores acompanharam de perto os vários projetos. Daniel Brandão e Pedro Portela realçam “a crescente qualidade que os projetos de final de curso e de mestrado têm vindo a apresentar”. “Os estudantes estão bem preparados para o futuro e querem agora mostrar o seu potencial neste conceituado festival, onde se promove e premeia jovens talentos vindos de todo o país”, diz Martin Dale.

As obras da UMinho concorrem ao “Prémio Cinema Português – Melhor Escola de Cinema”, também disputado por mais sete instituições: a Escola Técnica de Imagem e Comunicação, a Escola Superior Artística do Porto, a Universidade Católica do Porto, a Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, a Escola Soares dos Reis, o Instituto Português de Fotografia e o Cine-Reactor24i. A categoria quer incentivar a melhoria da produção nacional e a acessibilidade dos estudantes de cinema e cineastas ao mundo profissional.

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