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Braga

Hospital Lusíadas Braga abre em 2019

Contrato estabelecido com a Santa Casa da Misericórdia.

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Hospital dos Lusíadas, em Lisboa. Foto: DR

A Lusíadas Saúde estabeleceu um contrato com a Santa Casa da Misericórdia de Braga para a utilização do edifício do antigo Hospital de São Marcos.

O espaço vai ser requalificado e renascerá como Hospital Lusíadas Braga no primeiro semestre de 2019.

“O renovado espaço vai assumir-se como um centro clínico com um forte pendor de ambulatório, equipado com meios de diagnóstico de última geração, mantendo uma equipa de profissionais altamente qualificados que atualmente já colaboram com a Lusíadas Saúde no espaço da Clínica de Santa Tecla”, diz o comunicado da empresa.  

“Queremos ser uma referência em Braga, investindo em tecnologia, na humanização e excelência dos cuidados de saúde à população. A Lusíadas Saúde foi o primeiro grupo privado a ter hospitais acreditados e certificados pela sua qualidade e segurança, e queremos trazer essas características que nos distinguem como prestadores de serviços de saúde para Braga”, afirma Vasco Antunes Pereira, presidente do Conselho de Administração da Lusíadas Saúde.

A Lusíadas Saúde tem uma rede de 13 hospitais e clínicas no país. A Lusíadas Saúde faz, por ano, mais de um milhão de consultas e 40 mil cirurgias.

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Braga

Despiste e colisão com quatro feridos ligeiros em Braga

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO (Arquivo)

Um despiste e uma colisão ocorreram esta segunda-feira, em Figueiredo e Adaúfe, Braga, ambos sem consequências graves para os ocupantes dos automóveis.

O primeiro acidente rodoviário verificou-se na Variante de acesso às Portagens da A3 e da A11, em Figueiredo, com a conduta de automóvel, de 20 anos, que se despistou, tendo valido a pronta intervenção dos Bombeiros Sapadores de Braga, do INEM e da GNR, que a conduziram para o Hospital de Braga, pouco depois da meia-noite desta segunda-feira.

Ao princípio desta manhã, por volta das 07:00, na EN205, em Adaúfe, Braga, ocorreu uma colisão entre dois automóveis, da qual resultaram três feridos, que tal como no caso da jovem, em Figueiredo, não inspiram cuidados especiais de saúde.

Ainda durante esta madrugada, os Bombeiros Sapadores de Braga foram chamados para apagar o incêndio de um poste de eletricidade pública, instalado na Avenida do Covedelo, em Celeirós, Braga, cerca das 02:45, segundo referiu a O MINHO a Autoridade Nacional de Proteção Civil.

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Braga

Dinâmica de Braga “impressionou” no Congresso Internacional de Cidades Educadoras

O evento foi realizado, pela primeira vez, numa cidade portuguesa.

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Município de Braga marcou presença no XV Congresso Internacional das Cidades Educadoras, no centro de Congressos do Estoril, que terminou no passada sexta-feira, 16 de novembro. Durante quatro dias um grupo da autarquia esteve naquele que foi o palco de debates relacionados com as questões da educação, ambiente, cidadania participativa e espaço público entre cidadãos de 118 cidades, de 24 países diferentes.

Segundo uma nota divulgada pela autarquia da capital do Minho, Braga impressionou pelo seu grande dinamismo, sendo um dos Municípios que mais experiências viu apresentadas e debatidas nas sessões de trabalho do respectivo Congresso. Boas práticas como o “Executivo Júnior”, “Transcrever”, “(Com) Viver o Bairro”, “Tu Decides”, “Desporto, Saúde e Braga”, “Quem tem Medo” e “+ Cidadania” fizeram de Braga uma das cidades mais enaltecida no respectivo Congresso.

Com a presença de Mónica Fein, Intendenta do Rosário, cidade Argentina que organizou a edição anterior do Congresso, de Catarina Marques Vieira, Comissária para a Capital Europeia da Juventude, e de Carlos Carreiras, Presidente da Câmara Municipal de Cascais, os momentos altos foram as mesas temáticas onde Braga se fez representar para debater a convivência e o sentimento de pertença, eixos orientadores do Congresso mencionado.

A tarefa de finalizar o Congresso coube aos jovens, marco especial no ano em que Cascais é também Capital Europeia da Juventude. Foram apresentadas as conclusões dos trabalhos e debates paralelos do Congresso Jovem que decorreu a par do XV Congresso Internacional de Cidades Educadoras e onde Braga se fez patentear por dois jovens do Conselho Municipal de Juventude.

Foram quatro dias pautados por um profundo debate, reflexão e partilha daquilo que são os princípios e os valores da declaração das Cidades Educadoras e que se prendem com a educação, a coesão social e a cidadania participativa. Temas disseminados pela rede com o escopo de criar uma “onda educadora” cada vez maior.

Lídia Dias, Vereadora da Educação, salienta a ´brilhante e proveitosa´ participação do Município no referido Congresso, assumindo, como prioridade, o desenvolvimento de políticas transversais dirigidas à qualidade de vida das pessoas.

“Um dos desafios da Carta das Cidades Educadoras respeita a procura de harmonia entre identidade e diversidade culturais protegendo o direito de todos aqueles que habitam a cidade e os contributos das comunidades que a integram. É com base nesta máxima que a nossa intervenção local vai de encontro à cidadania democrática, na partilha e equidade social alicerçadas em valores éticos e cívicos, enobrecendo a construção colectiva de um sentimento de pertença à cidade que se constrói com as pessoas”, refere.

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Braga

Criada frente antifascista em Braga

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Foto: DR/Arquivo

Um grupo de associações criou, este domingo, em Braga, uma “Frente Unitária Antifascista”, que tem como objetivo “alcançar uma abrangência nacional”. Entre estes, encontram-se pessoas do Movimento de Alternativo Socialista (MAS) e de organizações como o SOS Racismo, a UMAR e o movimento Braga Para Todos, membros do Núcleo Antifascista do Porto e igualmente diversos outros que vieram a Braga a título individual.

Vasco Santos, candidato do (MAS) à Câmara de Barcelos, nas últimos eleições autárquicas, falou ao jornal i sobre a iniciativa.

“Em traços gerais criamos hoje [domingo] uma frente que pretende agregar a partir de agora o maior número possível de pessoas, de associações e partidos, que apoiem de facto a luta pela democracia, contra a xenofobia, o racismo e o machismo, lutando contra o ascenso da extrema-direita, porque representa tudo quanto de mau existe na sociedade, com cada vez mais gente nesta luta antifascista”, disse, em nome do grupo, acrescentando que “apesar de ter nascido aqui, em Braga, a ideia é esta onda crescer em Portugal e não só, até porque queremos agir de uma forma profilática e antes que em Portugal o fascismo tenha as dimensões que em outros países”.

A frente antifascista nasceu no espaço “TOCA – Trabalho de uma Oficina Cultural e Associativa”, onde o Núcleo Antifascista de Braga, vontade expressa pelas pessoas presentes na primeira reunião, onde debateu o fenómeno.

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