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Guimarães

Hospital de Guimarães quer ser “centro de referência” cardiovascular

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Foto: Divulgação

O Hospital de Guimarães vai inaugurar na primavera a Unidade de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular (UDIC) com o objetivo de se tornar um “centro de referência” naquela área, revelou à Lusa o responsável por aquela unidade hospitalar.

Em declarações à Lusa, o presidente do conselho de administração do Hospital de Guimarães, Delfim Rodrigues, explicou que a nova valência “é não só para a cardiologia médica, mas também cirurgia vascular e todas a áreas associadas em termos de exames especiais”.

Segundo explicou o responsável do hospital vimaranense a UDIC, que representa um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros e que vai ocupar uma área superior a 500 metros quadrados, vai permitir o “tratamento do princípio ao fim”, desde o diagnóstico à intervenção, de doentes com patologias ligadas à cardiologia.

“O volume destas patologias tem vindo a aumentar e justifica-se que se tenha aqui uma integração de todos os serviços, nomeadamente até para não obstar ao transporte e transferência de doentes”, referiu Delfim Rodrigues.

Com esta nova valência o Hospital de Guimarães ambiciona “ser reconhecido pelo Ministério da Saúde como um centro de referência em diagnóstico e intervenção cardiovascular”.

“O Hospital de Guimarães é já uma referência e excelência na área cardiológica e cardiovascular. O que estamos aqui a acrescentar até é mais a intervenção”, explanou.

O responsável destacou que com o novo serviço “ganha-se em tempo, ganha-se em qualidade e ao Hospital, por esta via, também lhe é permitido gerar algum valor até em termos financeiros porque poupa nos transportes”.

Quanto às obras, iniciadas em junho de 2017, Delfim Rodrigues destacou a “complexidade” da intervenção: “São obras complexas, não só pela dimensão do espaço mas que depois implica a instalação de equipamento de ultima tecnologia, muito diferenciado e que tem requisitos técnicos muito rigorosos”, disse.

A UDIC resulta de uma iniciativa que envolveu a Liga dos Amigos do Serviço de Cardiologia e o Conselho de Administração do Hospital, tendo sido “apadrinhada pela sociedade civil” e pela Câmara Municipal de Guimarães.

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Guimarães

Incêndio numa habitação em Guimarães mobiliza bombeiros

Não há feridos a registar.

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Foto: O MINHO

Um incêndio deflagrou no início desta tarde numa habitação na freguesia de Caldelas, Guimarães.

No local três veículos dos Bombeiros das Taipas com 11 operacionais. Não há feridos a registar, segundo disse fonte daquela corporação a O MINHO.

A GNR está a tomar conta da ocorrência.

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Guimarães

Choque em cadeia com 12 viaturas provoca quatro feridos em Guimarães, entre os quais dois bebés

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Foto: DR

Um choque em cadeia na Circular Urbana, que envolveu 12 viaturas, provocou esta quarta-feira à noite quatro feridos, em Guimarães.

Segundo o jornal “Guimarães Digital”, do Grupo Santiago, entre os feridos encontram-se dois bebés de 13 e 38 meses.

Foto: DR

O choque deu-se no sentido Fafe-Guimarães, nas proximidades da saída para São Torcato, por volta das 21:30 horas, tendo provocado o corte temporário da via.

Os feridos foram transportados ao Hospital de Guimarães.

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Guimarães

Artista José de Guimarães expõe obras de influência africana no Japão

Exposição também comemora os 25 anos da colaboração do artista José Maria Fernandes Marques, também conhecido pelo pseudónimo José de Guimarães, com a Art Front Gallery, de Tóquio.

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A exposição “José de Guimarães e África”, com obras originais do artista vimaranense em diálogo com peças da coleção pessoal de arte africana, vai ser inaugurada no sábado, no Japão, anunciou a galeria do artista.

De acordo com a Galeria Quadrado Azul, a exposição decorrerá no Ichihara Lakeside Museum, na província de Chiba, no Japão, até 13 de janeiro de 2019.

A exposição reunirá obras originais do artista, criadas em vários períodos, em diálogo com diversas peças da sua coleção africana, das etnias Fang e Kota.

 “Eu tenho consciência que as obras que estou a produzir só serão entendidas, no mínimo, daqui a dez anos”. Vídeo: Facebook de Fundação Calouste Gulbenkian

Esta exposição também comemora os 25 anos da colaboração do artista com a Art Front Gallery, de Tóquio, através de vários projetos de arte pública, nomeadamente Faret Tachikawa, Daikanyama Address, Kushiro Civic Core, Biblioteca Municipal de Miyagi, Tsumari Art Triennale e Setouchi Triennale.

O artista, de 78 anos, cuja vida e obra é marcada por viagens pela Ásia, a África e a América Latina, reuniu ao longo de décadas uma vasta coleção sobretudo de arte africana e asiática.

Para celebrar a abertura desta exposição no sábado, José de Guimarães fará uma palestra, seguida de um simpósio “Por que a arte africana atrai artistas?” com o professor Ichiro Majima, antropólogo, e Fram Kitagawa, presidente da Art Front Gallery.

Em conjunto com a exposição, será publicado o livro “Empty” pela Gendaikikakushitsu Publishers.

Inspirado na arte de José de Guimarães, Shuntaro Tanikawa, um dos maiores e mais populares poetas do Japão, segundo a galeria, escreveu um texto sobre a génese humana, para o qual José de Guimarães contribuiu com desenhos.

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