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Braga

Hospital de Póvoa de Lanhoso bateu recorde de consultas e cirurgias em 2019

Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso

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Foto: Divulgação / SCMPL

O Hospital António Lopes da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso (SCMPL) fechou o ano de 2019 com os melhores resultados de sempre ao nível das consultas e cirurgias realizadas, anunciou, esta sexta-feira, a instituição.

Requalificado e ampliado em 2016, com o objetivo de potenciar a atividade hospitalar, a unidade verificou, ao longo do ano de 2019, aumento (4,2%) em consultas abertas, de 8% nas consultas de especialidade e de 15% na realização de cirurgias.

Estacionamento do Hospital da Póvoa de Lanhoso. Foto: Divulgação / SCMPL

Humberto Carneiro, provedor da SCMPL, refere que a requalificação de 2016 permitiu “aumentar a realização de consultas, cirurgias e Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica, principalmente, através do alargamento dos Acordos/Protocolos, nomeadamente no combate ás listas de espera em cirurgia – SIGIC e a adesão à ADSE”.

Acordos e protocolos do Hospital da Póvoa de Lanhoso. Foto: Divulgação / SCMPL

De acordo com a SCMPL, no que se refere às cirurgias, o aumento deve-se, essencialmente, “à contínua promoção do protocolo SIGIC, que visa combater as listas de espera para cirurgia, com os Vales Cirurgia (VC) e Notas de Transferência (NT) recebidos enquanto hospital de destino. Também o mais recente acordo com o sistema de saúde para funcionários públicos, a ADSE, veio permitir que um maior número de utentes possa aceder aos serviços”.

Hospital da Póvoa de Lanhoso. Foto: Divulgação / SCMPL

“Estes resultados são fruto de um trabalho de toda a equipa e comprovam o que para há muito temos trabalhado, o bom funcionamento e manutenção da marca Hospital António Lopes”, acrescenta o provedor.

Hospital da Póvoa de Lanhoso. Foto: Divulgação / SCMPL

O hospital é, hoje, nas palavras de Humberto Carneiro, “uma casa de rigor, profissionalismo e humanismo (…) onde a satisfação do utente é uma das (…) prioridades, pois afinal, citando Philip Kotler, a melhor propaganda é feita por clientes satisfeitos”.

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Braga

Agente da PSP de Braga infetada e seis em quarentena

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Uma mulher, agente da PSP do comando distrital de Braga, está infetada com covid-19, encontrando-se em casa, em Vila Verde, em recuperação com assistência médica.

Fonte do comando distrital confimou a O MINHO que outros seis agentes daquela polícia estão em isolamento profilático, em casa, entre eles um oficial superior, porque com ela dividiam o mesmo espaço, no Núcleo de Formação daquela policia, em Braga.

O comando indica que o contágio não terá ocorrido dentro das instalações policiais, suspeitando-se que a transmissão poderá ter ocorrido a partir de um familiar da agente.

Segundo o comando, está já “implementado um plano de contenção ao nível de alteração de horários, reduzindo o número de elementos em serviço na área administrativa, faseando-os por dias e horários, o que minimiza potenciais focos de contágio em maior escala, estando assim ainda garantidos os serviços mínimos ao nível deste departamento”.

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Braga

Quarta morte por covid-19 no Asilo de S. José, em Braga

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Morreu mais um utente do Asilo de São José, em Braga, vítima de complicações respiratórias na sequência de infeção pelo novo coronavírus.

Este é o quarto utente daquele lar a falecer na última semana face à pandemia que terá atingido mais de um terço dos 106 utentes da instituição, agora 102.

Com apoio da Câmara de Braga, foram realizados testes a todos os utentes e colaboradores da instituição, sendo que acusaram positivo cerca de 50 pessoas, entre utentes e funcionários.

Este lar foi um dos primeiros a ter sinais evidentes de propagação de covid-19 no concelho de Braga.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 866 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 43 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 172.500 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera (+16,9%), e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira (+10,9%).

Dos infetados, 726 estão internados, 230 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de quinta-feira.

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Braga

Um jovem e três funcionários infetados na APPACDM de Lomar, em Braga

Covid-19

em

Foto: Divulgação

Há um jovem e três funcionárias infetadas com covid-19 no lar da APPACDM de Lomar, em Braga, que acolhe 18 jovens portadores de deficiência.

O presidente da direção, António Melo, disse a o MINHO que há um outro jovem que ontem esteve no Hospital de Braga por ter apresentado sintomas, febre de 38,5 graus centígrados, mas que saiu e foi levado para casa pela família. Desconhece-se, ainda, se fez testes e se está ou não infetado.

Para além disso, acrescentou, foram feitos testes de despistagem da doença a duas outras funcionárias, dos quais também não se sabe o resultado. Já o jovem infetado está a receber todos os cuidados médicos recomendados pelas autoridades de saúde.

O dirigente da associação adiantou que está com falta de funcionários, tendo apenas quatro no turno desta noite.

Está a esforçar-se por contratar mais trabalhadores, estando já combinada a contratação, a partir de amanhã, de um enfermeiro que termina um período de quarentena. Conseguiu, ainda, obter equipamento de proteção, o qual permite que se trabalhe em segurança.

Face à falta de recursos humanos, a APPACDM está a pedir às famílias dos jovens que não têm qualquer doença que os levem para casa: “hoje devem sair três e amanhã mais alguns, prevendo-se que fiquem apenas nove”, esclareceu.

O vírus – sublinhou – não chegou, ainda, às duas outras valências que acolhem jovens com deficiência. Ao todo, os três lares estão em segurança: “o nosso país não tem estruturas capazes para situações destas”, lamentou, sublinhando que esta opinião não visa o atual governo.

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