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Braga

Hospital de Braga realizou mais de 70 mil consultas e 3.500 cirurgias em maio e junho

Saúde

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Foto: DR / Arquivo

Em maio e junho, o Hospital de Braga realizou 70.576 consultas (13.633 primeiras consultas e 56.943 consultas subsequentes) e 3.556 cirurgias (2.011 em ambulatório e 1.545 em convencional), foi hoje anunciado.


Além disso, foram feitas 10.764 sessões em Hospital de Dia e 425.687 meios complementares de diagnóstico e terapêutica, contemplando diferentes especialidades.

O Hospital de Braga considera que estes números, registados “após a retoma da atividade assistencial”, são “indicadores positivos no que diz respeito à recuperação de consultas, cirurgias, sessões em Hospital de Dia e meios complementares de diagnóstico e terapêutica”.

Em comunicado, a unidade hospitalar salienta que, após um período em que a atividade clínica foi apenas a prioritária, conforme orientação do Ministério da Saúde no contexto da covid-19, retomou a sua atividade programada, aumentando o número de consultas presenciais, sempre que clinicamente justificadas, com um alargamento de horário das consultas externas e implementação de regras de segurança que garantam o obrigatório distanciamento social.

A retoma progressiva das cirurgias e meios complementares de diagnóstico e terapêutica teve, também, em conta a prioridade clínica e o tempo de espera, refere o comunicado.

Ainda que de forma pontual, em algumas especialidades, particularmente neurocirurgia, cirurgia plástica, ortopedia, oftalmologia e cirurgia vascular, a atividade programada encontra-se, também, a ser realizada através de produção adicional (depois das 20h00 e aos fins de semana).

O mesmo acontece na área da imagiologia (apenas aos fins de semana), sendo esta uma medida em contínua monitorização.

Com vista a garantir a segurança e proteção dos utentes e profissionais, o Hospital mantém os circuitos definidos para os doentes suspeitos ou com covid-19, preservando também todos os cuidados aquando da entrada na unidade, nomeadamente através da medição da temperatura corporal, desinfeção das mãos e a utilização generalizada de máscaras.

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Braga

Condenado por matar mulher em Vieira do Minho recorre para o Tribunal da Relação

19 anos de cadeia

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Foto: DR / Arquivo

O homem que, em junho, foi condenado pelo Tribunal de Braga a 19 anos de prisão por homicídio qualificado, por, em 2019, ter estrangulado a mulher no restaurante que possuíam em Salamonde, Vieira do Minho, recorreu para o Tribunal da Relação de Guimarães.

O recurso, subscrito pelo advogado João Magalhães, alega uma nulidade que “resulta da insuficiência do inquérito do Ministério Público”, por este ter produzido a acusação sem que nele constasse o relatório da autópsia ao cadáver.

“Só após o encerramento do inquérito é que se deu a conclusão da realização da autópsia médico-legal”, sublinha o jurista em declarações ao Jornal de Notícias, contestando, por isso, que o coletivo de juízes que julgou o arguido tenha considerado legal a anexação ao processo do relatório médico-legal, após a redação da acusação.

Em junho, conforme O MINHO noticiou, o Tribunal de Braga deu como provado que, em março de 2019, na residencial/restaurante que detinham em Salamonde, Vieira do Minho, António Manuel Fidalgo, motorista de profissão, “apertou o pescoço” da mulher, Ana, “causando-lhe a morte por asfixia”.

Concluiu que agiu por não aceitar o divórcio, marcado para o dia seguinte. E que foi motivado por ciúmes, e também por sentir que ia ficar sozinho, enquanto que ela ficaria com os filhos, a casa, o negócio, e também com o alegado amante.

Como prova, e apesar de o arguido não ter falado e de não haver testemunhas oculares, o Tribunal lembrou que, no interrogatório que lhe foi feito pelo juiz de instrução criminal, ele confessou: “Eu fiz o crime, acho que devo pagar por ele”. Disse, ainda, que “ficou cego” após uma discussão entre ambos na lavandaria da pensão, em que ela o terá arranhado na cara.

Os juízes concluíram que o casamento estava em crise, por dificuldades económicas e pelo facto de a vítima se ter envolvido amorosamente com outro homem, um colaborador do restaurante. E que, por isso, as discussões eram constantes, não havendo já coabitação.

Para além da confissão, o Tribunal teve em conta o depoimento dos dois filhos do casal e dos pais da vítima.

Condenou-o, por isso, à indignidade sucessória, ou seja, a não participar na herança dos bens do casal e a pagar 250 mil euros, entre indemnizações aos filhos e aos sogros e pensão de alimentos.

Na acusação, o Ministério Público especifica que, no dia do crime, ao fim da tarde, o arguido chegou ao restaurante e encontrou, atrás do balcão, um homem de nome Jorge, que pensava ser amante da mulher. Pelas 20:00, numa discussão, desagradado, e com ciúmes, “colocou-lhe as mãos no pescoço, impedindo-a de respirar”.

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Braga

Comércio de Braga já perdeu 200 milhões com a pandemia

Economia

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Foto: CM Braga / Arquivo

Entre março de junho, o comércio em Braga faturou menos 200 milhões de euros em comparação com o mesmo período do ano passado.

Este valor tem por base os dados das transições por multibanco cedidos pela SIBS à Associação Comercial de Braga (ACB) e divulgados esta quinta-feira pelo Jornal de Notícias (JN).

Os dados disponíveis mostram que houve uma quebra geral de 20% nas vendas, entre março e junho, que resultou em menos 200 milhões de euros para os comerciantes do concelho, em relação ao mesmo período do ano passado.

O JN revela ainda que as áreas da tecnologia, farmácia e da alimentação foram exceções e cresceram nos últimos quatro meses.

O setor da moda e acessórios foi dos mais prejudicados com a pandemia, tendo, em abril, registado uma quebra de 99% na faturação e, apesar das melhorias, em junho ainda apresentou perdas de 44% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os negócios ligados à tecnologia atingiram um pico de crescimento em junho, com um aumento de 89% na faturação, em relação ao mesmo período do ano passado.

Ainda de acordo com os dados revelados por aquele jornal, as farmácias tiveram o melhor mês em março, com um crescimento de 36% nas vendas, e no mesmo mês, as mercearias e minimercados registaram o dobro dos ganhos de 2019.

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Braga

Seis mil euros em brinquedos Lego doados à Pediatria do Hospital de Braga

Solidariedade

em

Foto: Fairy Bricks / Facebook

A Fairy Bricks, uma instituição de solidariedade do Reino Unido, ofereceu ao serviço de Pediatria do Hospital de Braga vários brinquedos Lego, no valor de seis mil euros.

A entrega decorreu, esta quarta-feira, com a presença dos responsáveis das instituições.

“Mais uma doação durante o aumento das medidas de segurança, no Hospital de Braga, em Portugal”, refere a instituição, agradecendo a “boa receção”.

O objetivo do organismo, com representação em Portugal, é proporcionar maior conforto e distração às crianças que se encontram hospitalizadas.

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