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Braga

Hospital de Braga realizou mais de 35.000 consultas não presenciais

Entre maio e julho

em

Foto: Divulgação / Hospital de Braga

Hospital de Braga realizou, de maio até final de julho, mais de 35.000 consultas não presenciais nas várias especialidades, revelou hoje a instituição.


Em comunicado, aquela unidade hospitalar explica que, “no atual contexto de pandemia, retomou a atividade assistencial realizando, sempre que clinicamente possível, consultas à distância que permitam continuar a dar resposta às necessidades da população e assegurar a continuidade dos cuidados de saúde aos utentes”.

Nestes três meses de retoma, para além das consultas presenciais, foram realizadas, à distância, 1.360 primeiras consultas e 34.069 consultas subsequentes.

“A implementação da consulta não presencial teve como objetivo reduzir a deslocação dos utentes ao Hospital, bem como retomar de forma progressiva a atividade assistencial que, até então, se encontrava suspensa”, explica o hospital.

Durante o processo deste tipo de consulta não presencial o médico acede ao processo clínico do utente, analisa resultados, emite prescrições e, caso seja necessário, solicita exames de meios complementares de diagnóstico e terapêutica para o seguimento do utente em consulta presencial.

“Existem muitas vantagens no recurso a este tipo de consulta, até porque em muitos casos a presença física do utente pode ser dispensada, respondendo-se com o mesmo nível de qualidade assistencial. É cada vez mais atual o recurso às novas tecnologias. No Hospital de Braga já são realizadas consultas não presenciais com dispositivos de telemetria, sendo que o futuro exigirá, cada vez mais, o desenvolvimento de novas ferramentas tecnológicas”, aponta o Diretor Clínico do Hospital de Braga, citado em nota de imprensa.

O Hospital de Braga encontra-se, ainda que numa fase experimental, a implementar uma melhoria destas consultas não presenciais, através da colocação de um dispositivo com câmara e microfone em alguns monitores para adicionar o sistema de videochamadas nestas consultas, podendo realizar-se assim teleconsultas.

“O processo das consultas à distância é simples e seguro, promove a continuidade de cuidados e reforça a capacidade da prestação dos mesmos”, garante o hospital.

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Braga

Esta basílica em Braga vai receber sete concertos de música de câmara. E são grátis

Música

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Foto: DR

A Basílica dos Congregados, em Braga, vai acolher, de 10 de outubro a 30 de dezembro, um Ciclo de Música de Câmara, num total de sete concertos por “conceituados” intérpretes internacionais e jovens músicos nacionais, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Câmara refere que os concertos previstos, com direção artística de Miguel Simões, integram um repertório instrumental que abarca diferentes períodos da história da música.

A “conceituados” intérpretes internacionais juntam-se jovens músicos com ligação à cidade de Braga em diversas formações, designadamente trio com piano, sexteto de cordas e quinteto com clarinete, entre outros.

Os concertos vão realizar-se às sextas-feiras ou sábados, pelas 19;00, e terão entrada livre, com acesso limitado a 76 lugares sentados, de acordo com as regras da Direção-Geral da Saúde para a Basílica dos Congregados.

Os bilhetes deverão ser levantados no local durante a semana que antecede o concerto.

O Ciclo de Música de Câmara conta com a colaboração do Departamento de Música da Universidade do Minho (UMinho), o ciclo terá uma dimensão pedagógica, dada a participação dos alunos da Licenciatura em Música daquela academia.

O concerto de 27 de novembro estará a cargo da Camerata de Cordas da UMinho.

No dia 17 de dezembro, o concerto será comemorativo dos 250 anos do nascimento de Beethoven.

Dia 13 de novembro, haverá um recital de órgão, aproveitando o órgão da Basílica dos Congregados.

O ciclo resulta do ajustamento do protocolo entre o Município de Braga e a Associação Cultural Suonart, entretanto interrompido devido à pandemia.

“Porque acreditamos que, em tempos de crise, a arte deve ser um estímulo de esperança para todos, não deixamos de celebrar este protocolo que agora é reconvertido neste ciclo de excelência”, referiu Lídia Dias, vereadora da Cultura da Câmara de Braga.

A pandemia obrigou a uma alteração ao programa inicialmente previsto, que se prende com o concerto de abertura.

Assim, e devido à situação pandémica no seu país de residência, o violoncelista Gary Hoffman não poderá participar no concerto do dia 10 de outubro, sendo substituído pelo também violoncelista Kyril Zlotnikov.

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Braga

Condutor alcoolizado agride polícia ao soco em Braga

Estacionou o carro no meio da estrada

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Um homem de 57 anos foi detido, na terça-feira à noite, após agredir um polícia que o abordara por causa de este ter o carro estacionado no centro da faixa de rodagem na Rua do Corvo, em Braga. O suspeito estava alcoolizado.

Em comunicado, a PSP explica que a situação aconteceu pelas 22:30 de ontem, quando foi detetada “uma viatura estacionada no centro da faixa de rodagem, estando a mesma a importunar o normal circulação do trânsito”.

“Perante a situação, foi solicitado ao suspeito, um cidadão com 57 anos de idade, para retirar a viatura, tendo o mesmo referido que não a ia retirar pois encontrava-se alcoolizado”, explica o comunicado.

De seguida, continua o comunicado, “o agente dirigiu-se à viatura do suspeito para proceder à sua fiscalização, tendo o mesmo agredido a soco o elemento policial”.

Submetido ao teste de álcool, apresentou uma taxa de álcool no sangue de 2,00g/l.

O indivíduo foi detido e informado que irá ser notificado posteriormente, para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Braga

Gangue assalta pastelaria em Vila Verde

Crime

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Foto: Imagem de videovigilância

Uma pastelaria em Vila Verde foi assaltada na madrugada desta quarta-feira. As imagens de videovigilância mostram um grupo de cinco indivíduos encapuzados a entrar no estabelecimento, após arrombarem a porta de entrada, e à procura de valores para levar.

Em declarações a O MINHO, o dono da pastelaria Frei Doce, Nuno Mota, refere que os ladrões acabaram por não conseguir levar nada, pelo que “o prejuízo maior foi a porta” que ficou destruída.

“Não levaram nada, porque tirámos sempre tudo à noite, ao fazer o fecho não deixamos ficar nem trocos”, explica o proprietário da pastelaria localizada em Freiriz.

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Para Nuno Mota, o grupo procurava as caixas de pagamento automáticas que existem em muitos estabelecimentos.

“Pelo que a gente se apercebe ao ver as imagens, era o que eles iam à procura, mas nós não temos dessas máquinas”, explica.

O assalto ativou o alarme. A GNR “apareceu logo, muito rapidamente”, mas já os assaltantes se tinha colocado em fuga.

O estabelecimento já foi assaltado outras vezes, mas nos últimos quatro anos é a primeira.

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