Seguir o O MINHO

Barcelos

Hospital de Barcelos investe mais de 260 mil euros na requalificação da Urgência

Com as obras, a área de atendimento e permanência dos utentes ao cuidado da Medicina Interna aumentará a sua capacidade de cinco para nove macas

em

Foto: DR/Arquivo

O Hospital de Barcelos vai investir mais de 260 mil euros na requalificação e ampliação do Serviço de Urgência, uma intervenção que estará concluída num prazo de seis meses, disse hoje o presidente do Conselho de Administração.

Em declarações à Lusa, Joaquim Barbosa referiu que a Urgência funciona num espaço “muito reduzido”, sendo o objetivo da intervenção, já em curso, melhorar as condições quer para os utentes quer para os profissionais de saúde.

“A Urgência funciona num espaço construído para claustros, apresentando por isso limitações estruturais que não é possível ultrapassar, mas vamos tentar minorar as dificuldades e constrangimentos”, referiu.

Com as obras, a área de atendimento e permanência dos utentes ao cuidado da Medicina Interna aumentará a sua capacidade de cinco para nove macas.

Haverá também intervenções na casa mortuária e na urgência geral.

“As obras decorrerão em simultâneo com o funcionamento normal do Serviço de Urgência”, sublinhou Joaquim Barbosa.

Em nota publicada na sua página da rede social Facebook, o Hospital de Barcelos admite que a Urgência é o seu “calcanhar de Aquiles”.

“Um espaço construído para claustros muito dificilmente será algum dia um Serviço de Urgência ideal”, refere, reconhecendo que o hospital não oferece “as condições que os profissionais “merecem” para trabalhar nem as condições “mais adequadas” para os doentes.

“Infelizmente, não estamos a construir um hospital novo, nem sequer um novo Serviço de Urgência. Estamos a melhorar o que existe, na certeza que o resultado final será ainda aquém do que a população precisa e os profissionais merecem”, sublinha.

Acrescenta que as “sucessivas promessas” de construção de um novo hospital em Barcelos “retiraram prioridade na melhoria das condições existentes” no atual.

“Esperemos que ninguém entenda que as obras significam que se desistiu de lutar por um novo hospital. Aqui não fazemos política, tratamos doentes”, remata.

A funcionar num edifício propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, o hospital dá resposta a 154 mil habitantes daquele concelho e de Esposende.

Anúncio

Barcelos

Mulher em estado grave após despiste em Barcelos

Mistura de chuva e barro alegadamente na origem do despiste

em

Foto cedida a O MINHO por Miguel Gonçalves

Uma mulher, com cerca de 70 anos, ficou com ferimentos considerados graves na sequência de uma colisão lateral ao final da manhã deste sábado, na Estrada Nacional 205, em Ucha, Barcelos.

Foto cedida a O MINHO por Miguel Gonçalves

De acordo com testemunhas no local, uma das viaturas envolvidas seguia no sentido Prado-Barcelos quando terá entrado em despiste, alegadamente devido ao estado escorregadio do piso [mistura de chuva e barro], indo embater lateralmente contra um carro que seguia no sentido contrário.

Foto cedida a O MINHO por Vítor Vasconcelos

Ao que O MINHO apurou, a vítima em estado grave seguia na outra viatura, no lugar do pendura, tendo ficado encarcerada. O condutor dessa mesma viatura, marido da vítima que ficou em estado grave, sofreu ferimentos considerados ligeiros. Ambos têm idades perto dos 70 anos.

Ao local deslocaram-se os Bombeiros de Barcelos com viatura de desencarceramento, VMER de Barcelos e INEM de Barcelos.

A GNR registou a ocorrência cujo alerta foi dado pelas 12:42 deste sábado.

Pelas 13:46, o trânsito encontra-se condicionado naquela estrada em ambos os sentidos.

Continuar a ler

Barcelos

Jovem morre na A3 em Barcelos após bater em contramão

Colisão dobrou cisterna do camião que transportava combustível

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um jovem de 27 anos, residente em Guimarães, morreu e um homem ficou com ferimentos na sequência de uma colisão frontal ao quilómetro 52 da Autoestrada n.º3, em Barcelos, entre um camião de matérias perigosas e um automóvel da marca Mercedes, que seguia em contramão naquela autoestrada.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao que apurou O MINHO, o camião seguia no sentido Braga-Valença quando foi surpreendido por uma viatura que circulava em contramão, não conseguindo evitar o brutal choque que deixou ambas as viaturas bastante danificadas.

O camionista ainda tentou encostar a viatura pesada ao separador central mas não conseguiu evitar a colisão, arrastando a viatura ligeira por mais de 50 metros. O camião acabou dobrado, e foi necessário efetuar trasfega do material transportado, cerca de 33 mil litros de combustível – peso de 28 toneladas -, para outra cisterna.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao que foi possível apurar, um outro carro vinha a acompanhar o Mercedes no sentido correto, a mais de 140 quilómetros horários, desde a estação de serviço de Barcelos.

Os serviços de desencarceramento do condutor do veículo ligeiro demoraram cerca de 02:30 horas, mas o condutor já estava sem vida.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O condutor do camião foi transportado para o Hospital de Braga com ferimentos ligeiros.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga com viatura de desencarceramento e uma ambulância no total de oito elementos, os Bombeiros de Barcelinhos com uma viatura de desencarceramento e duas ambulâncias, no total de 9 elementos, a VMER de Famalicão e o serviço da concessionária BRISA.

A vítima mortal foi transportada para o Instituto de Medicina Legal de Braga.

O alerta foi dado pelas 04:28 para a freguesia de Lama, Barcelos. A GNR de Ponte de Lima registou a ocorrência.

Notícia atualizada às 08h23

Continuar a ler

Barcelos

Catarina Martins visita casas sociais em Barcelos e deixa críticas ao ministro das Finanças

“Quem quer pontes, não as queima”

em

Foto: Facebook de Catarina Martins

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, respondeu esta sexta-feira às críticas do ministro Mário Centeno com o aviso de que “quem quer pontes, não as queima”, salientando que o partido não está arrependido dos últimos quatro anos.

Em Barcelos, após uma visita a um bairro social recentemente requalificado, Catarina Martins mostrou-se “agradada” por o programa do BE “estar no centro do debate e das preocupações do PS”.

“Não sei se o Partido Socialista está arrependido destes quatro anos, nós no Bloco de Esquerda não estamos”, referiu.

Aludindo às declarações do ministro das Finanças, Mário Centeno, que hoje acusou o BE de ter um problema “endémico” com as contas, Catarina Martins disse que o Bloco tem um programa com contas certas e devolveu as críticas ao PS, acusando-o de ter apresentado um programa “sem contas”.

“Fico agradada pelo facto de o programa do BE estar no centro do debate e das preocupações do PS, alguma coisa estamos a fazer bem. Apresentamos compromissos claros e contas certas e ainda bem que assim é. É bom apresentarmos os compromissos claros, o que queremos fazer, quanto é que custa, é assim que o BE tem agido”, referiu.

Acrescentou que o PS começou por apresentar “um programa sem contas” e que agora apresenta contas sem “qualquer capacidade orçamental” para cumprimento das suas promessas.

Voltando à solução governativa dos últimos quatro anos, a líder do BE congratulou-se com o acordo alcançado, vincando que ele “não permitiu que as pensões fossem congeladas, que as empresas pagassem menos à Segurança Social ou que o despedimento fosse facilitado, como o PS tinha no seu programa em 2015”.

“Conseguimos trabalhar juntos, valorizar salários, valorizar pensões, começar a fazer um caminho diferente para o nosso país com mais dignidade para quem trabalha. Estamos orgulhosos do caminho que fizemos”, sublinhou.

Em relação às críticas que o PS tem feito ao Bloco, Catarina Martins respondeu assim: “quem quer fazer pontes, não as queima”.

Sobre a habitação social, Catarina Martins disse ser possível que “pelo menos 60 mil casas” sejam recuperadas nos próximos quatro anos.

Para a líder do Bloco, essa intervenção garantiria a eficiência energética, a poupança na conta da luz dos moradores e 7.000 postos de trabalho.

“Não podemos continuar décadas com a habitação do Estado absolutamente abandonada”, disse ainda.

Continuar a ler

Populares