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Região

Hospital de Braga promove integração de crianças com “Síndrome de Angelman”

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O Serviço de Pediatria do Hospital de Braga tem vindo a desenvolver várias iniciativas no sentido dar a conhecer a Síndrome de Angelman, bem como promover a integração na sociedade das crianças portadoras desta síndrome. A realização de ações de sensibilização em escolas frequentadas por crianças com Síndrome de Angelman seguidas no Hospital de Braga teve início, recentemente, na Escola E.B.2 de Vila Verde.

A Síndrome de Angelman caracteriza-se, entre outros, pelo atraso severo no desenvolvimento, dificuldade na fala, distúrbios no sono, convulsões, movimentos desconexos e sorriso frequente.

Apoiar as crianças com esta síndrome e as suas famílias é um dos propósitos dos profissionais de saúde do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga, que têm vindo a desenvolver várias iniciativas nesse sentido. Uma delas é a promoção de ações de sensibilização nas escolas onde existem crianças portadoras desta síndrome e que são seguidas no Hospital de Braga. Das sete crianças seguidas no Hospital, quatro frequentam a Escola E.B.2 de Vila Verde, local onde decorreu a primeira iniciativa.

Nesta sessão, dirigida a pais e educadores, as pediatras Almerinda Pereira, Célia Barbosa, Ângela Pereira e Francisca Trigo explicaram em que consiste a doença e esclareceram dúvidas e anseios que surgem no dia-a-dia de quem lida com estas crianças. De acordo com a diretora do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga, Almerinda Pereira, o desenvolvimento deste tipo de ações é “essencial para promover a integração destas crianças nas escolas e na sociedade onde estão inseridas”.

Num futuro próximo o Serviço de Pediatria pretende realizar sessões semelhantes nas restantes escolas onde existam crianças com síndrome de Angelman seguidas no Hospital de Braga.

 

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Barcelos

Pároco de Barcelos percorreu a cidade a pé para levar o “Pão do Céu” a todas as casas

Covid-19

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Foto: Paróquia de Barcelos / Facebook

A proibição de fazer as visitas pascais com recurso a automóvel decretada pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, levou o Prior de Barcelos, Abílio Cardoso, ontem à noite, a percorrer as ruas da cidade para levar o “Pão do Céu” a todos os paroquianos.

A Paróquia de Barcelos tinha programado levar a custódia com o Santíssimo Sacramento, exposta num carro dos bombeiros, pelas ruas da cidade, de forma a cumprir a tradição de quinta-feira Santa, mas as pessoas mantendo-se em casa, cumprindo as regras de contenção da propagação da covid-19. E, à semelhança de outras paróquias, contava levar a cruz da mesma forma, no domingo.

Após a referida proibição, o pároco de Barcelos decidiu manter o percurso previsto, mas a pé. “Em dia solene da Eucaristia, Quinta-feira Santa, tendo em conta as condicionantes e as recomendações oficiais do COVID 19, o Pão do Céu visitou e abençoou os lares de Barcelos pelas mãos do seu pároco”, refere a Paróquia de Barcelos na sua página de Facebook.

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Braga

Visitas pascais de carro proibidas pelo Arcebispo de Braga após conselho da polícia

Páscoa

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Foto: DR / Arquivo

Todas as paróquias da Arquidiocese de Braga (distrito de Braga + Póvoa de Varzim e Vila do Conde) foram proibidas de realizar as visitas pascais de forma alternativa, com recurso a veículos motorizados, disse o Arcebispo D. Jorge Ortiga.

Numa mensagem enviada aos sacerdotes diocesanos, Dom Jorge salienta que as autoridades policiais não vão permitir a deslocação de uma viatura em marcha lenta a passar com uma cruz, de porta-em-porta, como anunciaram algumas paróquias.

O MINHO sabe que a figura máxima da Igreja no Minho terá sido aconselhada pelos comandos distritais de PSP e GNR a não realizar este tipo de compasso improvisado. Alguns párocos já anunciaram a novidade nas Eucaristias de ontem.

Também em Viana do Castelo, o bispo D. Anacleto Oliveira pediu aos párocos para não aderirem à visita pascal motorizada, em voga por todo o Norte do país.

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Braga

DGS implementa plano sanitário em lar de Braga. Há 11 mortos em lares no concelho

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A comissão, composta pela delegação de saúde, proteção civil municipal, segurança social e Cruz Vermelha – que gere a evolução da pandemia do coronavírus no concelho de Braga – vai implementar um plano de contingência no lar da Irmandade de Santa Cruz, onde já faleceram duas pessoas e há registo de vários infetados com covid-19.

Fonte ligada ao processo disse a o MINHO que o plano, que hoje começou com uma operação de desinfeção a cargo dos Bombeiros Sapadores de Braga, é semelhante ao que foi aplicado no lar do Asilo de São José, implicando a separação total entre utentes e funcionários, e o isolamento dos idosos que tenham sintomas da doença ou esperam o resultado de testes de despistagem.

É liderado pelo delegado de saúde, cabendo à proteção civil da Câmara a sua concretização no plano logístico.

21 óbitos

Entretanto, Braga registava, até ontem, 21 óbitos por coronavírus, 11 dos quais eram utentes de quatro lares, .

Uma fonte contactada por O MINHO referiu que, faleceram seis pessoas que estavam internadas no Asilo de São José, duas na Resisénior, duas outras no lar da Irmandade de Santa Cruz e uma no lar da paróquia de Ferreiros.

A crescentou que, na generalidade, e depois de medidas de confinamento interno tomadas pela Delegação de Saúde de Braga, com a colaboração da Proteção Civil municipal e da Segurança Social, a situação estabilizou em todos eles.

Mas, em Braga, não há só falecimentos, nem notícias trágicas: um cidadão de 84 anos, que fora internado no Hospital local com a infeção, conseguiu vencer a doença, tendo sido considerado curado. Não teve, ainda, alta hospitalar porque tem um problema numa perna, que carece de tratamento médico autónomo.

Outro caso positivo é o do Lar de Conde de Agrolongo. Depois do surgimento de uma funcionária com a covid-19, que terá contraído em contacto familiar, a direção do organismo tomou todas as medidas profiláticas indicadas pela Delegação de Saúde, de tal modo que, quinze dias depois, nenhum dos 180 idosos que alberga ficou infetado.

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