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Braga

Homem tenta incendiar casa em Braga e agride bombeiro que foi apagar incêndio

Em São Víctor

em

Foto: Paulo Jorge Magalhaes / O MINHO

Um homem sofreu queimaduras no corpo depois de ter incendiado um colchão numa habitação em Braga, apurou O MINHO no local.


Os bombeiros foram alertados por vizinhos para uma ocorrência de incêndio urbano na rua Justino Amorim, junto ao bairro de Santa Tecla.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

De acordo com os vizinhos, no prédio n.º 16 daquela rua, o homem já tinha ameaçado pegar fogo ao apartamento.

À chegada, um dos operacionais que tentava apagar o incêndio foi agredido pela vítima.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

No local estiveram os Bombeiros Sapadores e os Voluntários de Braga, assim como a viatura médica do INEM.

Tanto o queimado como o bombeiro foram transportados para o Hospital de Braga.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O alerta foi dado às 00:22.

A PSP de Braga registou a ocorrência.

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Braga

PSP de Braga com dispositivo para assegurar cumprimento do recolher obrigatório

Estado de emergência

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A PSP de Braga montou um dispositivo para assegurar que a população cumpre o recolher obrigatório durante a tarde e noite deste sábado.

Os agentes encontram-se em vários locais de entrada e saída da cidade, como em Ferreiros, debaixo do viaduto junto ao E.Leclerc, ou na variante do Cávado, também debaixo do viaduto que dá acesso ao centro comercial Nova Arcada.

De acordo com a Resolução do Conselho de Ministros que regulamenta a aplicação do estado de emergência, compete “às forças e serviços de segurança” fiscalizar o cumprimento das regras, através da “sensibilização da comunidade quanto à interdição das deslocações que não sejam justificadas”.

Por outro lado, as forças de segurança devem efetuar participações “por crime de desobediência” por violação das normas previstas no diploma, bem como conduzir os cidadãos “ao respetivo domicílio quando necessário”, nos casos de incumprimento do recolher obrigatório.

De acordo com o diploma, as forças e serviços de segurança devem também proceder ao “acompanhamento e seguimento” de pessoas em isolamento profilático ou em vigilância ativa.

GNR e PSP devem “reportar” permanentemente ao Ministro da Administração Interna “o grau de cumprimento pela população” das normas relativas ao estado de emergência, tendo em vista “a que o Governo possa avaliar a todo o tempo a situação”.

Ainda no artigo relativo à fiscalização, o Governo determinou que as juntas de freguesia “colaboram no cumprimento da lei”, através do “aconselhamento da não concentração de pessoas na via pública, na recomendação a todos os cidadãos do cumprimento da interdição das deslocações que não sejam justificadas e na sinalização junto das forças e serviços de segurança, bem como da polícia municipal, de estabelecimentos a encerrar”.

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Braga

Ruas de Braga vazias num sábado à tarde. Só restam ‘Uber Eats’ e pombas

em

Os bracarenses respeitaram o recolher obrigatório a partir das 13:00 horas deste sábado, recolhendo ao domicílio, deixando as ruas do centro histórico de Braga vazias.

Cerca das 12:55, os últimos lojistas da rua do Souto iam fechando portas, para cinco minutos depois estarem já recolhidos nas viaturas ou nos lares.

Também no centro da Praça da República, alguns transeuntes iam passando em passo lesto, para não entrarem em incumprimento. E tudo ficou vazio, à exceção das pombas e de alguns profissionais estafetas da Uber Eats.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Na madrugada de 08 de novembro, o país ficou a saber pelo primeiro-ministro, António Costa, que a circulação ia ser limitada nos dois fins de semana seguintes, entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira, nos 121 concelhos de maior risco de contágio pelo novo coronavírus (vão aumentar para 191 a partir de segunda-feira).

No âmbito do estado de emergência decretado devido à pandemia de covid-19, o Governo decidiu também instaurar um recolher obrigatório entre as 23:00 e as 05:00 nos dias de semana, entre 09 e 23 de novembro (enquanto vigora o estado de emergência, que tem uma validade de 15 dias, podendo ser renovado), nos concelhos mais afetados, com o comércio a encerrar até às 22:00 e os restaurantes até às 22:30.

Seguiu-se uma semana de contestação e manifestação de dúvidas em relação às exceções da medida, por parte de várias associações comerciais que representam o comércio e a restauração.

Assim, na quinta-feira, o Governo decidiu ordenar o encerramento do comércio e restauração às 13:00, neste e no próximo fim de semana.

Ficou também definido que a abertura dos estabelecimentos só pode ocorrer a partir das 08:00.

“A regra é tudo fechado às 13:00”, disse o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, referindo-se aos concelhos com risco elevado de contágio de covid-19.

Os restaurantes só podem funcionar a partir das 13:00 para entrega ao domicílio, clarificou o primeiro-ministro, e não para ‘take away’, como esperavam os empresários do setor.

António Costa anunciou ainda que haverá um apoio de 20% da perda de receitas dos restaurantes nos dois fins de semana face à média dos 44 fins de semana anteriores (de janeiro a outubro 2020).

Fora da obrigatoriedade de fechar a partir das 13:00 e de abrir apenas a partir das 08:00 estão as farmácias, clínicas e consultórios, veterinários, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 metros quadrados, bombas de gasolina, padarias e funerárias.

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Braga

Longas filas pela manhã em Braga antes do recolher obrigatório

Estado de emergência

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Muitos cidadãos de Braga aproveitaram a manhã pré-confinamento para fazer compras e passear um pouco pela cidade, antes do início do recolher obrigatório, estipulado para as 13:00 horas deste sábado e até às 05:00 de domingo.

No Pingo Doce de São Vicente, ao longo da manhã, foi visível a fila no exterior da loja, uma vez que a lotação interior esgotou por várias vezes.

A O MINHO, Deolinda Alves, de São Víctor, explica que veio fazer “as últimas compra de mercearia” para o fim de semana.

“Não tenho intenção de voltar a sair de casa até segunda-feira, por isso vim agora aqui fazer algumas compras que precisava para poder estar sossegada em casa”, disse a costureira de profissão.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO 

Deolinda é a favor deste recolhimento, pois está “assustada” com o aumento de casos no concelho. “Nunca se viu nada assim, há muita gente que diz que isto é uma paranóia mas já morreram muitas pessoas no país e aqui em Braga e não são só velhinhos como dizem”, atirou a bracarense.

Também no centro da cidade, várias pessoas faziam compras no comércio, ainda aberto, para preparar o confinamento em paz.

No centro histórico, até as pequenas mercearias, que podem estar abertas durante a tarde graças a uma exceção decretada pelo Conselho de Ministros, que permite abertura de lojas de bens alimentares e higiene com menos de 200 metros quadrados e com porta para a rua.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O comércio e a restauração iniciaram hoje o primeiro de dois fins de semana em que apenas podem abrir entre as 08:00 e as 13:00, no âmbito do estado de emergência, uma medida contestada por várias associações empresariais.

Na madrugada de 08 de novembro, o país ficou a saber pelo primeiro-ministro, António Costa, que a circulação ia ser limitada nos dois fins de semana seguintes, entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira, nos 121 concelhos de maior risco de contágio pelo novo coronavírus (vão aumentar para 191 a partir de segunda-feira).

No âmbito do estado de emergência decretado devido à pandemia de covid-19, o Governo decidiu também instaurar um recolher obrigatório entre as 23:00 e as 05:00 nos dias de semana, entre 09 e 23 de novembro (enquanto vigora o estado de emergência, que tem uma validade de 15 dias, podendo ser renovado), nos concelhos mais afetados, com o comércio a encerrar até às 22:00 e os restaurantes até às 22:30.

Seguiu-se uma semana de contestação e manifestação de dúvidas em relação às exceções da medida, por parte de várias associações comerciais que representam o comércio e a restauração.

Assim, na quinta-feira, o Governo decidiu ordenar o encerramento do comércio e restauração às 13:00, neste e no próximo fim de semana.

Ficou também definido que a abertura dos estabelecimentos só pode ocorrer a partir das 08:00.

“A regra é tudo fechado às 13:00”, disse o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, referindo-se aos concelhos com risco elevado de contágio de covid-19.

Os restaurantes só podem funcionar a partir das 13:00 para entrega ao domicílio, clarificou o primeiro-ministro, e não para ‘take away’, como esperavam os empresários do setor.

António Costa anunciou ainda que haverá um apoio de 20% da perda de receitas dos restaurantes nos dois fins de semana face à média dos 44 fins de semana anteriores (de janeiro a outubro 2020).

Fora da obrigatoriedade de fechar a partir das 13:00 e de abrir apenas a partir das 08:00 estão as farmácias, clínicas e consultórios, veterinários, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 metros quadrados, bombas de gasolina, padarias e funerárias.

*com Lusa

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