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Alto Minho

Homem em estado grave após cair de muro em acidente de trabalho em Monção

Quando procedia à limpeza de mato

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Foto: O MINHO

Um homem de 30 anos ficou hoje ferido com gravidade num acidente de trabalho, em Mazedo, concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo, ao cair de uma altura de cerca de 2,5 metros, disse a Proteção Civil.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo informou que o alerta foi dado às 14:27, desconhecendo-se as circunstâncias do acidente e a unidade hospitalar para onde foi transferido o ferido grave.

Ao local, a Quinta dos Lobos, na União de Freguesias de Mazedo e Cortes, compareceram 11 operacionais e quatro viaturas dos Bombeiros Voluntários de Monção.

Contactada pela agência Lusa, fonte daquela corporação adiantou que o homem “caiu de um muro, num terreno privado, quando procedia à limpeza de mato”.

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Alto Minho

Esperados 2.500 atletas, de 22 países, nas seis provas do Grande Trail Serra d’Arga

Organização Carlos Sá Nature Events

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Cerca de 2.500 atletas são esperados nas seis provas do Grande Trail Serra d’Arga 2019 que vai acontecer no fim-de-semana, informou a Cãmara de Viana do Castelo.

O evento desportivo tem confirmada a presença de atletas oriundos de 22 países, com destaque para Portugal, Espanha, Cabo Verde e França.

Organizado por Carlos Sá Nature Events e apoiado pelos municípios de Viana do Castelo e Caminha, das Juntas de Freguesia locais e patrocinadores, a evento inclui o GTSA Ultra Trail 55 quilómetros, Trail Longo 37 e 27 quilómetros, Trail Curto 17 quilómetros, caminhada 12 quilómetros e Trail Jovem.

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Ponte de Lima

Jogador de equipa de veteranos morre durante o treino em Ponte de Lima

No campo da ADC Correlhã

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Foto: O MINHO / Arquivo

Um homem, com cerca de 40 anos, morreu, esta quarta-feira à noite, no Campo Municipal da Correlhã, em Ponte de Lima, durante um treino de futebol.

Segundo disse a O MINHO o presidente da ADC Correlhã, Fábio Caseiro, o jogador da equipa de veteranos  sentiu-se mal, durante um jogo, caiu e entrou em paragem cardiorrespiratória.

Ao local acorreram a VMER do Alto Minho, a SIV e uma ambulância do INEM dos bombeiros de Ponte de Lima, que tentaram reverter a situação, mas sem sucesso. O óbito foi declarado no local.

A GNR tomou conta da ocorrência.

 

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Alto Minho

Autoescada dos bombeiros de Valença parada “há mais de oito anos” por falta de dinheiro para manutenção

“Há mais de oito anos”

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Foto: Facebook de BV Valença

A autoescada dos bombeiros de Valença, que comemoram o centenário da sua fundação, está “inoperacional há mais de oito anos por falta de verba para a manutenção”, disse hoje o presidente da direção da associação humanitária.

Em declarações à agência Lusa, a propósito das comemorações do centenário que decorrem no fim de semana, Fernando Oliveira adiantou que “a situação já foi reportada à Autoridade Nacional da Proteção Civil”, e sublinhou tratar-se de um equipamento que “pode ser extremamente útil para o distrito de Viana do Castelo”.

“É a única autoescada com estas características no distrito de Viana do Castelo. Em julho foi solicitada para combater o incêndio que destruiu uma fábrica na zona industrial de Padreiro, em Arcos de Valdevez, mas não foi enviada por não reunir condições de segurança”, explicou o presidente da direção da associação humanitária de bombeiros de Valença.

Fernando Oliveira garantiu que a corporação da segunda cidade do Alto Minho “não dispõe dos 30 mil euros necessários para a reparação do equipamento”.

A autoescada “foi oferecida pela Junta da Galiza, em 1994, tendo ficado na posse de uma associação de municípios raianos que, em maio deste ano, transferiu a propriedade do equipamento para a associação humanitária, que não tem dinheiro para a mandar reparar”.

“A corporação depende dos serviços que presta a instituições do Estado, como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e o Instituto de Emergência Médica (INEM), que pagam o mais rápido possível. Não é fácil de gerir a corporação, mas lá vamos aguentando o barco”, admitiu.

Além daquele equipamento, Fernando Oliveira, apontou ainda como “necessidade mais urgente” os equipamentos de proteção individual.

“Os fatos de combate a incêndios urbanos são muito caros e a corporação não tem capacidade financeira para os adquirir. Os fatos que temos são bastante antigos”, lamentou.

A necessidade de “obras de fundo” no quartel, inaugurado em 1988, é outra das necessidades da corporação.

“Nestes 31 anos temos feito algumas intervenções, mas o edifício necessitava de obras de fundo. O quartel não é muito funcional. Faltam dormitórios porque temos um corpo misto de bombeiros e mais estacionamento para as viaturas”, frisou.

Segundo Fernando Oliveira, o corpo de bombeiros é composto por 42 operacionais, sendo 22 são funcionários da associação humanitária.

“Há muita dificuldade no voluntariado. O corpo de bombeiros tem capacidade para 89 operacionais e nós temos menos de metade, mas esse é um problema transversal a quase todas as corporações”, referiu.

No sábado, integrado nas comemorações dos 100 anos, a corporação vai promover um Dia à Comunidade. Este ano, além da habitual exposição estática de meios e do espaço saúde (com medição da tensão arterial e glicemia), animação musical e um simulacro histórico na fortaleza.

No domingo, a partir das 15:00, decorrerá a sessão solene comemorativa da data, com a presença prevista do ministro da Administração Interna.

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