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Braga

Homem ameaçava mãe e irmã para lhe darem dinheiro em Braga

Acusado de roubo e extorsão

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público (MP) acusou de roubo e extorsão um homem que violentava a mãe e a irmã, em Braga, para as obrigar a darem-lhe dinheiro, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.


Em nota publicada na sua página da Internet, aquela procuradoria refere que o MP indiciou que o arguido, nos dias 11 e 18 de março de 2019, abordou a sua mãe, residente em Braga, “pessoa idosa e sem destreza e robustez físicas, batendo-lhe e dizendo que a matava se não lhe desse dinheiro”.

Conseguiu, assim, que a mãe lhe entregasse, de uma das vezes, 20 euros, tendo pedido 10 emprestados a uma vizinha.

Da outra vez, o arguido retirou ele próprio 50 euros à vítima.

Ainda segundo o MP, o arguido incorreu em comportamentos similares para com uma sua irmã, que lhe entregava diariamente, desde novembro de 2019, quantias de 20, 30 e 90 euros, “receosa das ameaças” que o arguido lhe dirigia quando a procurava no seu estabelecimento comercial, sito em Braga.

No dia 15 de janeiro de 2020, como a irmã tivesse passado a recusar entregar-lhe dinheiro, o arguido entrou no referido estabelecimento comercial à hora de abertura, muniu-se de uma chave de fendas e de um x-ato e ameaçou a vítima e o marido, dizendo que os “chinava” se não lhe dessem dinheiro.

O arguido está acusado de quatro crimes de extorsão, três de roubo e um de ameaça agravada.

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Braga

Movimento cívico quer drones a fiscalizar o rio Este

Poluição

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Foto: Braga para Todos

O movimento cívico Braga para Todos apelou, esta sexta-feira, à utilização de drenos e robôs para fiscalizar as descargas ilegais no rio Este, em Braga, de forma a punir “os atos criminosos”.

Em comunicado, aquele movimento denuncia nova descarga ilegal durante esta sexta-feira, na freguesia de Ferreiros, pedindo “medidas sérias” contra os crimes ambientais.

O movimento dá o exemplo de um robô que identifica origem de descargas no rio Vizela, apelando a que algo similar ocorra em Braga.

No documento deixam algumas críticas à autarquia e demandam urgência em apanhar os culpados, apontando ser “difícil” detetar a origem das descargas.

Pedem drones durante o dia, “nas áreas mais comuns das descargas”, mas pedem também mais inspeções às condutas através de um robô que capte imagens para verificar a proveniência.

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Braga

Mais 205 casos de covid-19 nos últimos quatro dias no concelho de Braga

Covid-19

em

Foto: O MINHO (arquivo)

O concelho de Braga registou mais 37 casos de infeção por covid-19 em 24 horas e mais 205 desde a passada segunda-feira.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados esta sexta-feira.

Em termos acumulados, são 2.460 casos de pessoas infetadas com o novo coronavírus.

Não foi possível apurar o número de casos ativos, bem como o número de pessoas em vigilância ou recuperados, ao longo da semana.

Na semana passada, o concelho registava 1.579 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia.

No último balanço, registavam-se 74 óbitos, número que se mantinha igual desde 16 de junho.

De acordo com os dados de sábado passado, o número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde era de 605.

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Braga

Cadeia para dupla que roubava talhos e cafés em Braga, Vila Verde e Vieira do Minho

Assaltos

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O Tribunal Judicial de Braga condenou hoje a penas de prisão efetiva dois homens que, entre setembro e outubro de 2019, terão praticado oito furtos, sobretudo em estabelecimentos comerciais daquele distrito.

Um dos arguidos foi condenado a seis anos e 11 meses de prisão e o outro a cinco anos e 10 meses.

Os arguidos, de 31 e 48 anos, já têm vários antecedentes criminais, designadamente por furtos e roubos.

No processo, os homens foram condenados por furtos em talhos, restaurantes, pastelarias e cafés em Braga, Vila Verde e Vieira do Minho, bem como no estabelecimento comercial da Confraria de Nossa Senhora da Abadia, em Amares

Partiam as montras à pedrada e levavam tudo o que encontravam, desde caixas registadoras a alimentos como presuntos, polvo, bacalhau, carne de bovino e caixas de bifes, passando por bebidas e televisores.

Do processo consta ainda o furto de uma viatura.

No acórdão, o tribunal refere que subjacente aos crimes está o consumo de produtos estupefacientes e a necessidade de recursos financeiros para a manutenção desse vício.

Diz ainda que os arguidos, apesar de disporem de retaguarda familiar, não têm uma ocupação laboral e até à sua detenção os seus tempos livres mostravam-se “deficientemente estruturados”.

“A referida toxicodependência, a natureza dos crimes praticados, as circunstâncias em que foram cometidos, o desvalor da ação e do resultado, as várias condenações que sofreram – algumas por crimes de idêntica natureza envolvendo penas de prisão – e a personalidade dos arguidos, numa imagem global e unificada, proporcionam, segundo consideramos, uma relevante predisposição para práticas delituosas, para não dizer “carreira” criminosa”, refere o acórdão.

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