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Alto Minho

Helicóptero da Força Aérea resgatou pescador de uma ravina em Ponte da Barca

Em Lindoso

em

Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

Foi necessária a intervenção de um helicóptero da Força Aérea Portuguesa para resgatar o homem que, nesta tarde de terça-feira, caiu numa ravina situada no lugar de Cidadelhe, em Lindoso, Ponte da Barca.


O meio aéreo acabou por ser solicitado pelo Comando Distrital de Operações e Socorro da Proteção Civil face às enormes dificuldades que as equipas de resgate estavam a ter para aceder ao local onde o acidentado se encontrava.

Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

O homem, um pescador lúdico de 49 anos, residente em Vila Verde, estaria a tentar sair da zona do rio Lima após pescaria, mas acabou por sofrer uma queda numa escarpa dos montes íngremes que ladeia o rio naquele local, a poucos quilómetros da fronteira com Espanha, já dentro do Parque Nacional Peneda-Gerês.

Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

O alerta foi dado cerca das 18:00 horas pelo próprio pescador, numa primeira instância para a freguesia de Soajo, na outra margem. Foram ativados os Bombeiros de Arcos de Valdevez e a GNR daquele concelho, mas constatou-se que a informação estava errada, uma vez que o homem caiu do outro lado, já no concelho de Ponte da Barca.

Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

Mobilizados os bombeiros e GNR do segundo concelho, uma equipa apeada foi em busca do acidentado, conseguindo localizá-lo num local de acesso quase impossível. Decidiu-se, então, solicitar ajuda da Força Aérea para o resgate, que foi bem sucedido.

“A vítima sofreu fratura no membro inferior direito”, adiantou José Freitas a O MINHO. O comandante dos Bombeiros de Ponte da Barca sublinha ainda que os ferimentos foram considerados “ligeiros”.

O homem foi transportado de ambulância para o Hospital de Viana.

A GNR de Ponte da Barca registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

Câmara de Viana vai avançar com abate das 30 árvores, mas há contrapartidas ambientais

Ambiente

em

Foto: DR

A construção dos acessos ao porto de Viana do Castelo vai avançar com o abate de 30 árvores na avenida do Cabedelo, mas com contrapartidas ambientais disse hoje o presidente da associação de moradores daquela artéria.

Vítor Dinis, que falava à agência Lusa no final de uma reunião na Câmara de Viana do Castelo, convocada na sequência de uma alternativa apresentada por moradores no Cabedelo para evitar o abate de até 12 das 30 árvores, explicou que o acordo hoje alcançado será formalizado nos próximos dias.

“As contrapartidas são materialmente relevantes a médio e longo prazo, nomeadamente, a rearborização da avenida do Cabedelo, com exemplares de porte adulto e de outras zonas do lugar da freguesia de Darque. O memorando de entendimento contemplará ainda o calendário para a concretização dessa rearborização. No imediato, existe o compromisso da Câmara de qualificar e classificar as árvores situadas a montante e a jusante da rotunda a construir como de Interesse Público Municipal”, especificou.

Em causa está a construção de uma rotunda de acesso ao porto de mar da cidade, na avenida do Cabedelo, na freguesia de Darque, na margem esquerda do rio Lima que deveria ter sido iniciada no dia 11 de setembro, mas foi embargada por moradores que contestam o abate de 30 dos 170 plátanos existentes nos 628 metros daquela artéria.

Na semana passada, a associação de moradores apresentou uma solução alternativa que propunha o reposicionamento da rotunda, poupando o abate de cerca de 12 plátanos.

Na altura à Lusa, o presidente da Câmara, José Maria Costa, classificou a proposta de “interessante”, prometendo aferir, junto da equipa projetista, da sua viabilidade e apontando para hoje decisão final a tomar durante o encontro que decorreu com a associação de moradores.

Segundo Vítor Dinis, a autarquia disse que “a proposta não recolheu luz verde da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), por representar uma expropriação adicional de três mil metros quadrados de terrenos”.

“Também no entendimento da equipa projetista da Câmara, parte das árvores que queríamos preservar teriam de ser abatidas para garantir o acesso de veículos de transporte especial ao porto de mar. É entendimento da Câmara que o custo/benefício ficaria em causa”, sustentou.

A Lusa contactou o autarca socialista, mas ainda sem sucesso.

Vítor Dinis adiantou que o autarca socialista deixou a sua palavra de que o abate das árvores “nunca avançará antes da formalização do entendimento” hoje alcançado.

“É um acordo abrangente, que salvaguarda as questões ambientais, paisagísticas e de segurança rodoviária que não teríamos alcançado se não tivéssemos tomado a posição inicial”, destacou.

Vítor Dinis garantiu que ao longo do impasse, a associação “assumiu uma posição de bom senso e de procura do equilíbrio entre a parte ambiental e económica”.

“Sendo uma infraestrutura de interesse para todo o concelho e para a região achamos que este diálogo trouxe um conjunto de contrapartidas que não teríamos conseguido se não tivéssemos agido como agimos. Este acordo, ainda assim, é benéfico para o Cabedelo”, referiu.

Parada desde 11 de setembro, a última fase da empreitada de três milhões de euros visa melhorar o acesso ao porto de mar para “atrair novas atividades económicas para a área de influência do porto, reduzir os custos operacionais inerentes aos tempos de ligação rodoviária do Porto aos principais polos de atividade, reduzir o ruído e as emissões poluentes, aumentar a segurança da circulação, e contribuir para o descongestionamento da circulação rodoviária, retirando o tráfego pesado das vias urbanas”.

A construção dos acessos rodoviários ao porto de mar foi iniciada em fevereiro de 2019. Os novos acessos, com 8,8 quilómetros e reivindicados há mais de quatro décadas, terão duas faixas de rodagem de 3,5 metros de largura, e representam um investimento superior a nove milhões de euros.

A obra é financiada pela Câmara de Viana do Castelo e pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

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Viana do Castelo

Mais um morto e doze infetados no concelho de Viana nos últimos dias

Covid-19

em

Foto: O MINHO

O concelho de Viana do Castelo registou mais um óbito associado à covid-19 durante os últimos quatro dias, contabilizando agora 21 mortes pelo novo coronavírus.

No mesmo período de tempo, registaram-se mais doze infetados, somando agora aquele concelho 47 casos ativos do vírus. No passado dia 02 de outubro, eram 35 os casos.

Ao longo dos últimos quatro dias, o concelho viu ainda quatro pessoas curarem-se do SARS-CoV-2, existindo agora 296 pessoas recuperadas da doença que corre mundo.

No total acumulado, registam-se 364 casos de infeção desde o início da pandemia.

A nível distrital, o Alto Minho contava, nesta terça-feira, com 286 casos ativos (+44), 64 óbitos (+3) e 791 recuperados (+25).

O distrito soma 1.141 casos acumulados desde o início da pandemia, mais 72 do que no passado dia 02 de outubro.

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Alto Minho

Valença regista primeira morte por covid-19 desde o início da pandemia

Covid-19

em

Foto: DR

O concelho de Valença registou, durante o fim de semana, o primeiro óbito por covid-19, anunciou hoje a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), sem , no entanto, especificar idade e sexo da vítima, ou se sofria outras patologias.

Aquele concelho do Alto Minho tem estado a braços com um aumento brutal de casos ao longo das duas últimas semanas, registando, nesta terça-feira, 94 casos ativos da doença, mais dois do que no passado dia 02 de outubro.

Há ainda registo de 31 pessoas curadas do vírus, mais duas do que no último balanço.

No total, Valença regista 126 casos acumulados desde o início da pandemia.

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