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Futebol

Goleada do Braga com ‘hat-trick’ de Paulinho

31.ª jornada

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O SC Braga venceu, na sexta-feira, em casa do Paços de Ferreira 5-1 e continua firme na luta pelo terceiro lugar, após a 31.ª jornada da I Liga de futebol, num jogo marcado pela exibição de Paulinho.


O avançado bracarense marcou aos três, 34 e 38 minutos, nos dois primeiros casos na transformação de grandes penalidades, fez, depois, a assistência para o quarto golo, anotado por Ricardo Horta, aos 47. Uilton ainda reduziu para o Paços, aos 78, antes de Galeno fixar o resultado final, aos 89.

Na tabela, o Braga é quarto, com 56 pontos, a três do Sporting, que venceu na receção ao Santa Clara (1-0) e fecha o pódio, enquanto o Paços mantém por agora o 13.º lugar, com 34, mas sem beliscar o objetivo da permanência, mantendo sete pontos de vantagem para a primeira equipa em zona de descida (Portimonense).

O jogo foi menos equilibrado do que se esperava, com evidente supremacia do mais forte, o Braga, embalado por um golo marcado logo aos três minutos.

Desta forma, os minhotos descomplicaram um jogo que prometia dificuldades, tendo o técnico Artur Jorge devolvido ao ‘onze’ Ricardo Esgaio e Fransérgio, o elemento mais móvel da equipa, vagueando entre o meio-campo e um ataque que contou ainda com o talento de Trincão e Ricardo Horta, nos corredores laterais, no apoio a um inspirado Paulinho.

O avançado minhoto inaugurou o marcador e ‘bisou’, também de grande penalidade, aos 34 minutos, completando o ‘hat-trick’ aos 38, ao aproveitar um passe mal calculado por Pedrinho junto à área pacense.

O golo madrugador foi um duro golpe para os locais e atrasou a sua reação, espaçada nos intervalos do domínio bracarense, mas sem o acerto de outros jogos.

A equipa, com Bruno Santos a titular por castigo de Jorge Silva, estava mais moralizada do que nunca e, em caso de vitória, ‘carimbava’ de vez a permanência no principal escalão, mas nunca se recompôs face a um Braga sempre superior, a jogar no campo todo e que facilmente ganhava metros no terreno através de tabelas curtas, diagonais rápidas e combinações a um ou dois toques.

Face ao resultado desnivelado e aos cinco amarelos exibidos aos jogadores da casa no primeiro tempo, Pepa procurou controlar os danos e fez três alterações ao intervalo, mas a equipa voltou a entrar desconcentrada e permitiu o quarto golo bracarense, aos 47 minutos, por Ricardo Horta, após assistência de Paulinho.

O jogo estava decidido e perdeu alguma espetacularidade, ainda assim com o Braga sempre mais perto de marcar, mas seria o Paços a reduzir, pelo suplente Uilton, aos 78 minutos. O pacense Bruno Santos ainda enviou uma bola ao ‘ferro’, instantes antes de Galeno, a passe de André Horta, fechar o marcador e fixar o resultado final.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.

Paços de Ferreira – SC Braga, 1-5.

Ao intervalo: 0-3.

Marcadores:

0-1, Paulinho, 03 minutos (grande penalidade).

0-2, Paulinho, 34 (grande penalidade).

0-3, Paulinho, 38.

0-4, Ricardo Horta, 47.

1-4, Uilton, 78.

1-5, Galeno, 89.

Equipas:

– Paços de Ferreira: Ricardo Ribeiro, Bruno Santos, Marcelo, Maracás (Marco Baixinho, 46), Oleg, Stephen Eustáquio, Luiz Carlos (Diaby, 46), João Amaral (Uilton, 65), Pedrinho (Hélder Ferreira, 46), Adriano Castanheira e Douglas Tanque (Denilson, 55).

(Suplentes: Marco Ribeiro, Marco Baixinho, Bruno Teles, Diaby, Vasco Rocha, Uilton, Hélder Ferreira, Denilson e Welthon).

Treinador: Pepa.

– SC Braga: Matheus, Ricardo Esgaio, Bruno Viana (Bruno Wilson, 74), David Carmo, Pedro Amador, Trincão (Galeno, 79), André Horta, João Palhinha (Abel Ruiz, 65), Ricardo Horta (Rui Fonte, 79), Fransérgio e Paulinho (João Novais, 79).

(Suplentes: Eduardo, Bruno Wilson, Raul Silva, João Novais, Sanca, Abel Ruiz, Leandro Sanca, Galeno e Rui Fonte).

Treinador: Artur Jorge.

Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Oleg (02), Luiz Carlos (12), Stephen Eustáquio (14), Maracás (28), Pedrinho (28), João Palhinha (30), Pedro Amador (71) e Bruno Wilson (82).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

(notícia atualizada às 00h30)

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Futebol

Bruno Diniz abandona Gil Vicente

I Liga

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Foto: DR

O guarda-redes Bruno Diniz terminou o período de empréstimo ao Gil Vicente e regressou aos brasileiros do Náutico, confirmou hoje à Lusa fonte do clube que alinha na I Liga de futebol.

O guardião, de 26 anos, abandona a formação de Barcelos sem ter cumprido qualquer minuto, naquela que foi a primeira experiência fora do Brasil, depois de várias épocas ao serviço do Náutico, intercaladas com uma breve passagem pelo Santa Cruz de Natal.

Ainda sem reforços anunciados para 2020/21, os minhotos já tinham confirmado o fim dos empréstimos do defesa Arthur Henrique (cedido pelos brasileiros do Ferroviária), do médio Bozhidar Kraev (regressou aos dinamarqueses do Midtjylland) e dos avançados Sandro Lima, Yves Baraye e Zakaria Naidji, que pertencem aos quadros de Grêmio Anápolis, dos italianos do Parma e dos argelinos do AC Paradou, respetivamente.

O Gil Vicente oficializou hoje o treinador Rui Almeida como sucessor de Vítor Oliveira, que conduziu os ‘galos’ a uma campanha tranquila na I Liga, culminada na 10.ª posição, com 43 pontos, 10 acima da zona de despromoção, numa temporada assinalada pelo regresso administrativo à elite, a partir do Campeonato de Portugal, após o ‘caso Mateus’.

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Futebol

Jorge Jesus diz que Benfica vai ter equipa para “arrasar” e “jogar o triplo”

Futebol

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Foto: Twitter / SL Benfica

O treinador Jorge Jesus afirmou hoje que o Benfica vai formar “uma grande equipa” de futebol, para “arrasar” em todas as competições em que participar e que “não vai jogar o dobro, mas sim o triplo”.

“Temos todas as condições para fazer uma equipa muito forte. A estrutura do futebol, comandada pelo presidente, vai reunir um leque de jogadores, juntamente com os que já cá estão, e vamos fazer uma grande equipa”, afirmou Jorge Jesus, na apresentação como novo treinador dos ‘encarnados’, numa conferência de imprensa com direito a 10 perguntas e somente para os canais de televisão presentes.

Neste regresso ao clube da Luz, que comandou entre 2009 e 2015, Jesus recorreu a uma expressão que utilizou na primeira passagem pelo Benfica, embora agora com uma diferença: “Não vamos jogar o dobro, vamos jogar o triplo.”

O técnico revelou que a construção do plantel para a época 2020/21 está em andamento e mostrou-se confiante de que o Benfica vai “ter capacidade para entusiasmar os grandes jogadores, bons jogadores na Europa”, embora não tenha revelado quais os nomes equacionados para reforçar os ‘encarnados’.

“Sabemos os alvos que queremos, sabemos até onde podemos chegar e temos de ter consciência dos jogadores que podemos contratar. O Benfica tem um leque de jogadores com muito valor e, com a ajuda de outros, vamos fazer uma grande equipa e vamos arrasar”, vincou.

Assumindo ser um treinador diferente de há cinco anos, quando deixou o Benfica para rumar ao Sporting, Jesus diz ser “mais treinador do que nessa altura” e com um estatuto diferente, particularmente depois de ter vencido seis troféus pelo Flamengo, em pouco mais de um ano.

“Queremos ganhar tudo. Não estou habituado a ganhar só um campeonato. Queremos chegar a títulos internacionais e é para isso que vamos trabalhar. Prometemos confiança, compromisso e com adeptos unidos por uma causa, que se chama Benfica e não Jorge Jesus. Sou treinador de futebol, não sou treinador de nenhuma equipa. Em todas as equipas trabalho com convicção, paixão, amor e morro por elas”, disse.

Apesar das ambições europeias do Benfica, Jorge Jesus ressalvou que “o primeiro grande objetivo é o campeonato nacional”, ainda que considerando que as ‘águias’ podem “ambicionar mais títulos para além dos títulos nacionais”.

Jorge Jesus, de 66 anos, está de regresso ao clube da Luz cinco anos depois de ter saído para o Sporting, tendo sido técnico principal do Benfica entre 2009/10 e 2014/15, período em que conquistou 10 títulos, nomeadamente três campeonatos, uma Taça de Portugal, uma Supertaça e cinco edições da Taça da Liga.

Jesus começou a carreira no Amora, em 1989/90, e, depois, passou por Felgueiras, União da Madeira, Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, Vitória SC, Moreirense, União de Leiria, Belenenses e SC Braga, antes de chegar à Luz.

Depois de se tornar o mais titulado treinador dos ‘encarnados’, que também levou a duas finais da Liga Europa, perdidas para Chelsea (2012/13) e Sevilha (2013/14), rumou ao Sporting, tendo passado ainda pelo Al-Hilal antes de chegar ao Flamengo, no qual arrecadou seis troféus em pouco mais de um ano, entre os quais o campeonato brasileiro e a Taça Libertadores.

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Futebol

Gil Vicente confirma Rui Almeida

I Liga

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Foto: DR

O Gil Vicente anunciou esta segunda-feira que o novo treinador da equipa é Rui Almeida, confirmando a informação adiantada há meses pela imprensa desportiva e que até levou Vítor Oliveira a mostrar publicamente desagrado com a direção.

Rui Almeida abraça a primeira experiência em solo português como treinador principal.

“O Gil Vicente FC informa que Rui Almeida assume o comando técnico dos gilistas para a época 2020/21. Bem-vindo a Barcelos, ‘mister’!”, lê-se em comunicado publicado pela formação de Barcelos nas redes sociais.

Rui Almeida, de 50 anos, trabalhou cinco anos nos dois principais escalões franceses, com passagens por Red Star (2015-2017), Bastia (2017), Troyes (2018/19) e Caen (2019/20), e foi adjunto de Jesualdo Ferreira nos gregos do Panathinaikos e no Sporting (2012/13), no Sporting de Braga (2013/14) e nos egípcios do Zamalek (2014/15).

Natural de Lisboa, o técnico começou por orientar CAC Pontinha, Atlético e a formação do Benfica nos anos noventa, antes de assumir as funções de coordenador técnico da Associação de Futebol de Lisboa, coadjuvar as equipas técnicas de Estoril-Praia (2002-2008) e Trofense (2008-2010) e comandar a seleção sub-23 da Síria (2010-2012).

Rui Almeida estava desempregado desde setembro de 2019 e rende Vítor Oliveira, que conduziu o Gil Vicente a uma campanha tranquila na I Liga, culminada na 10.ª posição, com 43 pontos, 10 acima da zona de despromoção, numa temporada assinalada pelo regresso administrativo à elite, a partir do Campeonato de Portugal, após o ‘caso Mateus’.

Ainda sem reforços anunciados para a próxima época, os minhotos confirmaram o fim dos empréstimos do defesa Arthur Henrique (cedido pelos brasileiros do Ferroviária), do médio Bozhidar Kraev (regressou aos dinamarqueses do Midtjylland) e dos avançados Sandro Lima, Yves Baraye e Zakaria Naidji, que pertencem aos quadros de Grêmio Anápolis, dos italianos do Parma e dos argelinos do AC Paradou, respetivamente.

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