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Braga

Habitantes de Aboim, em Vila Verde, recriaram tempos da realeza da Nóbrega

História

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Foto: Armando Carriça / O MINHO

Um grupo de habitantes da freguesia de Aboim da Nóbrega, no concelho de Vila Verde, recriaram esta tarde um evento do século XIII, quando o nobre Dom João de Aboim vivia nas antigas Terras da Nóbrega, atualmente situadas entre Vila Verde e Ponte da Barca.


O grupo pretende alertar para o cariz cultural da freguesia que teve em Dom João de Aboim uma das mais importantes figuras ao longo dos séculos, tendo este sido Mordomo-Mor do Reino de Portugal entre 1264 e 1279.

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

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Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Foto: Armando Carriça / O MINHO

Os cavaleiros emprestaram o corpo para recriar Dom João de Aboim e 12 fidalgos a cavalo, num tempo em que não existiam propriamente exércitos e em que os nobres chamavam pelos peões do povo para ajudar nas batalhas.

O passeio, idealizado e organizado por Domingos Costa e Luís Cação, passou pela casa onde viveu o nobre, Casa da Pequenina, havendo ainda pretensões de ir ao Castelo da Nóbrega (ou Castelo de Aboim, para os do lado de Vila Verde), mas que saíram goradas por causa da chuva.

A ideia inicial passava por uma espécie de ‘reconquista’ daquele castelo para o lado de Vila Verde, uma vez que oficialmente está registado como sendo de Ponte da Barca. No entanto, os organizadores decidiram apenas recordar o cariz cultural da presença de D. João de Aboim naquele território.

Castelo da Nóbrega (ou de Aboim)

As ruínas do Castelo da Nóbrega têm sido motivo de disputa por entre habitantes de Sampriz, em Ponte da Barca, e Aboim da Nóbrega, em Vila Verde. Oficialmente, o castelo está registado como sendo do concelho de Ponte da Barca, embora as cartas militares indiquem que o mesmo está dividido ao meio entre os dois concelhos.

Para os habitantes de Aboim da Nóbrega, as ruínas chamam-se Castelo de Aboim, algo que não agrada aos barquenses, havendo várias disputas nas redes sociais por causa desse motivo.

Artesão trabalha a 800 metros de altura entre Vila Verde e Ponte da Barca

A Câmara de Ponte da Barca tem dinamizado algumas atividades naquele local, a cerca de 800 metros de altura, como foi o caso do Trail da Nóbrega, realizado em anos anteriores. Existe ainda um miradouro e é habitual a colocação de enfeites de Natal como uma estrela gigante em dezembro.

Do lado de Vila Verde, a autarquia não tem feito atividades no local, mas organizadores de caminhadas, naturais de Aboim da Nóbrega, levam sempre os trilhos aquele ponto, chamando-o de Castelo de Aboim.

Ruínas do Castelo da Nóbrega (ou Aboim). Foto: DR

O lugar, do lado de Vila Verde, chama-se Castelo de Aboim, segundo os registos da Junta de Freguesia. Já do outro lado do monte, é o lugar de Ventuzelo, na freguesia de Sampriz, concelho de Ponte da Barca.

João Peres de Aboim nasceu em Aboim da Nóbrega em 1213, filho de Pero Ourigues da Nóbrega, senescal de D. Sancho II.

Foi uma das figuras mais importantes da política real na época de D. Afonso III. Foi mordomo da rainha entre 1254 e 1259, passando a ser mordomo-mor quase até à sua morte.

Foi ainda tenente de Ponte de Lima, em 1259, e tenente de Évora ou do Alentejo entre 1270 e 1284, onde passou os últimos dias de vida.

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Braga

MP pede prisão efetiva para 5 de 12 arguidos por tráfico de droga em Braga e Barcelos

Alegações finais

em

Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público pediu, esta manhã, no Tribunal de Braga, nas alegações finais, uma pena de prisão efetiva para cinco dos 12 arguidos julgados por traficarem droga em Braga em algumas zonas de Barcelos.

Os cinco fazem parte de um grupo de sete que estão em prisão preventiva. Quanto aos outros dois, o magistrado pediu a absolvição de um e a condenação a pena suspensa de outro, Pedro Moreira – este defendido pelo advogado João Ferreira Araújo.

Para os restantes cinco foi, também, solicitada a aplicação de uma pena inferior a cinco anos, logo suscetível de ser suspensa.

O julgamento decorreu no Centro Cívico de Palmeira, por razões de segurança sanitária.

Sete arguidos confessam traficar droga junto a cafés, escola e gasolineiras em Braga

A acusação concluiu que traficavam estupefacientes nas zonas de Maximinos e de Ferreiros, mormente junto a cafés e pastelarias, junto à Escola Frei Caetano Brandão, ao pavilhão desportivo de Ferreiros, ao estacionamento do hipermercado Leclerc, no Parque Radical ou perto da loja dos CTT e da estação de comboios. Recorriam ainda, de noite, às gasolineiras da Repsol, da BP, ao parque do Continente e às zonas de Gualtar e de Gondizalves. Iam, também, ao bairro das Parretas e estendiam-se a Martim e Pousa, em Barcelos.

500 vendas

Para além dos telemóveis, usavam as redes sociais, o Messenger, Instagram, Whatsup, Snapchat e Telegram.

O MP diz que vendiam cannabis (resina) , heroína, cocaína e MDMA (ecstasy), para consumo ou revenda.

O MP aponta dois arguidos, em cada caso, como os fundadores de redes que se expandiram: Gonçalo Martins, de Braga, que vendeu drogas entre 2014 e 2018, tinha como parceiro, Carlos Oliveira.

No caso de Maximinos, diz que Ricardo Antunes, ali residente, traficou durante 18 anos, entre 2001 e 2019, com apoio de cinco outros arguidos, em particular de Tiago Fernandes. Este adquiria, também, produto a Pedro Sampaio, de Guimarães.

Ao todo, a investigação detetou mais de 500 vendas – por cinco a 10 euros, em regra, mas, que podiam chegar aos 80 no caso de ‘barras’.

Ao telefone, usavam linguagem codificada, com expressões como ‘tomar café, beber um fino, traz tabaco, ou arranja peixe’, ‘bilhetes para o Sporting’, chocolate, xoco, terrinha, etc.

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Braga

Universidade do Minho suspende aulas presenciais do 3.º ano de Teatro

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Os alunos do 3.º ano da licenciatura em Teatro da Universidade do Minho, em Braga, estão a partir de hoje sem aulas presenciais, depois de cinco deles terem efetuado testes positivos ao novo coronavírus, foi hoje anunciado.

O pró-reitor e presidente da Comissão Covid-19 da UMinho, Paulo Cruz, disse à Lusa que a situação vai ser reavaliada na próxima semana.

“Surgiram cinco casos no mesmo ano do mesmo curso, decidimos por uma questão de segurança e de precaução suspender as aulas presenciais”, referiu.

Segundo o mesmo responsável, a Universidade do Minho regista 80 casos de infeção desde 02 de outubro, dia em que começou o ano letivo.

“De momento, não tem sido possível contabilizar o número de casos recuperados, mas estima-se que comece a ser significativo, à luz dos critérios de alta clínica e de fim das medidas de isolamento”, sublinha uma nota na página da universidade dedicada à covid-19.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.343 pessoas dos 121.133 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Braga

Amares recusa transferência de competências na Saúde, Educação e Ação Social

Reunião da Câmara

em

Foto: Divulgação / CM Amares

A Câmara de Amares decidiu hoje por unanimidade recusar, para 2021, a transferência de competências da administração central nas áreas da Saúde, Educação e Ação Social.

Na reunião desta manhã, o executivo liderado por Manuel Moreira (PSD) justificou aquela opção com a falta de esclarecimentos por parte do Governo sobre se com a transferência de competências vem “algum envelope financeiro”.

“É fácil transferir competências mas não dizer se se transfere verba para as cumprir. Há ainda muito falta de informação por parte do Governo sobre esta matéria, muita ambiguidade”, disse à Lusa o vereador do Movimento Amares Independente e Solidário, Emanuel Magalhães.

Para o representante do PS no executivo, Pedro Costa, “o Governo tem que esclarecer” a questão da transferência de competências “no que toca ao envelope financeiro” que acompanhará, ou não, aquela transferência.

A decisão de não aceitar a transferência de competências têm ainda de ser votada em sede de Assembleia Municipal.

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