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Há um caso suspeito de coronavirus em Portugal

Vírus mortal da China

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Foto: DR / Arquivo

A Direção-Geral da Saúde (DGS) acabou de anunciar, pelas 18:05 deste sábado, o internamento de um paciente com suspeitas de ter contraído coronavírus, o vírus que já matou mais de 40 pessoas na China e que está a alastrar para outros países.

Em comunicado enviado a O MINHO, a DGS informa que “está a ser avaliado o primeiro caso suspeito de infeção por novo Coronavírus (2019-nCoV), em Portugal”.

“Este doente, regressado hoje da China, onde esteve na cidade de Wuhan (província de Hubei) nos últimos dias, já se encontra sob observação no Hospital de Curry Cabral em Lisboa, Hospital de Referência para estas situações”, acrescenta a nota.

“A sua situação clínica está estável, aguardando-se os resultados das análises laboratoriais em curso, para actualização desta informação”, vinca.

O novo vírus foi detetado na China no final de 2019. Além do território continental chinês, estão confirmados casos em Macau, Malásia, Tailândia, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, França e Austrália.

Os primeiros casos do vírus “2019 — nCoV” apareceram em meados de dezembro na cidade chinesa de Wuhan, capital e maior cidade da província de Hubei, no centro da China, quando começaram a chegar aos hospitais pessoas com uma pneumonia viral.

Os sintomas destes coronavírus são mais intensos do que uma gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, incluindo falta de ar.

O vírus já matou 41 pessoas na China e infetou mais de 1.300 em vários países.

Ao longo dos últimos dias, as autoridades chinesas proibiram as entradas e saídas de Wuhan e várias cidades na região, afetando mais de 50 milhões de chineses, e, hoje, decretaram que apenas veículos de emergência podem circular na cidade onde teve origem o surto.

Também em Wuhan começou a ser construído um novo hospital, com capacidade para 1.300 pacientes, que estará concluído em duas semanas, e foi anunciado o envio de equipas de médicos militares especialistas para a província de Hubei, onde se localiza Wuhan.

 

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País

Ciclista detido com 1,84 g/l de álcool no sangue na Maia

Homem de 29 anos

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A PSP deteve um homem que circulava numa bicicleta sob efeito de álcool, hoje de madrugada, numa rua de Águas Santas, na Maia, no distrito do Porto, informou o comando policial metropolitano.

Segundo a fonte, o homem, de 29 anos, foi submetido ao teste de alcoolemia e acusou uma taxa de álcool no sangue de 1,84 gramas por litro.

O ciclista foi detetado a circular ziguezagueando cerca das 04:30 na Rua D. João I, em Águas Santas, por uma equipa da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão da Maia.

“Praticava uma condução que colocava em perigo a sua segurança e a dos demais utilizadores da via pública, pelo que foi intercetado”, sublinhou a polícia.

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Morreram 11.235 pessoas por AVC em 2018, mortes por doenças respiratórias aumentam

Acidentes vasculares cerebrais

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Foto: DR / Arquivo

Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

Neste grupo de doenças, destacaram-se 5.764 mortes por pneumonia em 2018 (5,1% da mortalidade), um aumento de 2,5% de óbitos em relação ao ano anterior.

A taxa bruta de mortalidade por pneumonia foi de 55,9 óbitos por 100 mil habitantes, “com valores significativamente crescentes para 65 e mais anos”, destaca o INE.

Os indicadores hoje divulgados pelo INE incluem os principais grupos de causas de morte por doença, destacando-se as doenças do aparelho circulatório, os tumores malignos, as doenças do aparelho respiratório e as doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas, bem como as mortes por causas externas de lesão e envenenamento.

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PSP aprende 14 mil doses de drogas e faz nove detenções no Porto

PSP

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Foto: DR / Arquivo

A PSP fez nove detenções e apreendeu heroína, cocaína e ‘ecstasy’ para 14.000 doses, além de 33.473 euros, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas no Porto, “mormente junto do Bairro de Francos”, informou hoje fonte policial.

Em comunicado, o Comando Metropolitano do Porto da PSP indica que a operação foi realizada na quinta-feira pela Divisão de Investigação Criminal da PSP, incluindo a realização de oito buscas domiciliárias e uma não domiciliária nas cidades do Porto e de Matosinhos.

As buscas permitiram apreender heroína para 10.905 doses individuais, cocaína para 2.917 doses, ‘ecstasy’ para 255, anfetaminas para 20 e uma “quantidade diminuta” de haxixe.

Além dos 33.473 euros, a lista de apreensões incluiu igualmente um automóvel, três cofres, oito telemóveis e dois computadores portáteis.

A investigação visou, na expressão usada no comunicado policial, “um conjunto alargado de indivíduos que de forma organizada se dedicavam ao tráfico de estupefacientes na cidade do Porto, mormente junto do Bairro de Francos”.

Os detidos, que ainda vão ser presentes às autoridades judiciárias, são sete homens e uma mulher, com idades entre os 23 e os 63 anos de idade, todos residentes no Porto.

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