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Braga

“Há solução para o país: seguir o exemplo de Braga”, afirma João Granja do PSD local

Sobre os resultados dos Censos

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João Granja, líder da concelhia de Braga do PSD. Foto: Arquivo

O PSD congratulou-se, hoje, com o facto de Braga ser o concelho com maior crescimento populacional do país, isto de acordo com os resultados preliminares dos Censos 2021.

“Dos dez concelhos com maior número de população, Braga é o único que cresce na última década”, sublinha, em comunicado, o líder da concelhia bracarense, João Granja, sublinhando que o PSD encara estes resultados “com satisfação, mas sem triunfalismo”.

E acrescenta: “Conforta-nos saber que os resultados comprovam o acerto das políticas e dos objetivos estratégicos que a maioria Juntos por Braga defendeu. Mas sabemos bem o muito que ainda é preciso fazer. Ontem como hoje, trabalhamos para Braga e servimos os bracarenses”.

O dirigente partidário salienta que, “num país que vive um “inverno demográfico”, só 51 dos 308 municípios viram crescer a respetiva população.  Sublinhe-se que, de acordo com estes resultados preliminares, Portugal tem menos habitantes do que tinha em 2001 e, em relação a 2011, o país perdeu 2% da população.  A título de exemplo, – diz – Lisboa perdeu 1,4% de habitantes (cerca de 7.850) e o Porto perdeu 2,4% (cerca de 5.630)”.

E prosseguindo, acentua: “Neste quadro preocupante, Braga cresceu 6,5% – mais de 11.800 habitantes, ou seja, cresceu mais de 2/3 do que perderam Lisboa e Porto juntos”.

Concelho com futuro

No documento, o PSD assinala, ainda que “esta vitalidade demográfica tem explicação: somos um concelho de gente que quer ter futuro e trabalha para isso; acolhemos e integramos bem quem nos escolhe para residir e trabalhar; temos empresários e empresas com dinamismo; a Universidade do Minho, a Universidade Católica, o Instituto Ibérico de Nanotecnologia, o IPCA, a qualidade da oferta escolar -pública e privada – são indispensáveis para um ambiente propício à investigação e inovação; multiplicamos e diversificamos a oferta cultural e estruturamos uma política consistente neste domínio; cuidamos e investimos na qualidade ambiental; somos um território com bons índices de segurança; temos boas estruturas desportivas; temos estruturas associativas no desporto – com o justo destaque do Sporting Clube de Braga – que são referência nacional no futebol, no andebol, no atletismo, no remo, na natação, no futsal e tantas outras modalidades; somos um concelho com orgulho em mais de 2.000 anos de história, que preza tradições únicas que nos distinguem e enriquecem”.

Cidade vibrante

“Braga é tudo isto, vibrante, eclética, inovadora, confiante, multicultural e cada vez mais cosmopolita. Cidade com mais de 2000 anos de história, conhecemos bem as vantagens da cooperação. Cooperar com os municípios que nos são próximos para resolver os problemas de todos; cooperar na região em que nos integramos, para conquistarmos o que nos é devido e reforçar as condições de sucesso; cooperar no Eixo Atlântico em que nos empenhamos porque é estratégico, reforça a competitividade do território e permite ganhos de escala decisivos em muitos domínios”, diz, ainda.

João Granja deixa, também uma crítica indireta ao PS local: “Neste tempo de pré-campanha eleitoral para as autárquicas há quem se apresente com o slogan “Há solução”. Sim, há solução, basta que o país tenha os resultados de Braga”.

E anota, com ironia: “Sim, há solução e os resultados estão à vista; um resultado só possível com a participação ativa de todos e cada um dos bracarenses; dos que aqui estudam e investigam; dos que investem, criam riqueza, trabalho e conquistam novos mercados; dos que arriscam inovar e apontam o caminho das mudanças que temos de fazer; das instituições que estruturam a nossa vida social, económica e cultural; das associações culturais e clubes desportivos mas também, é preciso dizer, de uma Câmara Municipal que ambicionou mais do que tínhamos, diferente do que fazíamos e numa escala e com um alcance que rompeu autolimitações provincianas que castraram tempo de mais o que Braga pode e quer ser”.

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