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Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da Câmara de Paredes de Coura

Memória
Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da câmara de paredes de coura
Foto: Cecília Pereira / Grupo FB Paredes de Coura Terra Amada

Faz hoje 39 anos que a Câmara de Paredes de Coura foi destruída por um grande incêndio que haveria de ficar até aos dias de hoje na memória daquele concelho do Alto Minho.

A Rádio Vale do Minho recorda hoje a história, escrevendo que era quase meia-noite quando soou o alarme em toda a vila, porque os Paços do Concelho estavam a arder, tendo a população acorrido ao local em peso.

António Pereira Júnior, na altura funcionário municipal e anos mais tarde eleito presidente da Câmara, lembra em declarações à Rádio Vale do Minho ter entrado no edifício em chamas para salvar documentos importantes: “Do primeiro andar, começámos a atirar para a rua a documentação toda. Quer das finanças, quer do tribunal”, que também funcionava naquele espaço.

Segundo Pereira Júnior, o fogo terá começa com um cigarro mal apagado: “A sala onde eram colocadas as testemunhas era um espaço quase todo revestido a madeira. Era uma zona onde era permitido fumar. Pensa-se que terá sido a ponta de um cigarro que terá espoletado o incêndio”.

Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da câmara de paredes de coura
Foto: Cecília Pereira / Grupo FB Paredes de Coura Terra Amada
Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da câmara de paredes de coura
Foto: Cecília Pereira / Grupo FB Paredes de Coura Terra Amada
Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da câmara de paredes de coura
Foto: Cecília Pereira / Grupo FB Paredes de Coura Terra Amada
Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da câmara de paredes de coura
Foto: Cecília Pereira / Grupo FB Paredes de Coura Terra Amada
Há 39 anos um cigarro mal apagado destruía o edifício da câmara de paredes de coura
Foto: Cecília Pereira / Grupo FB Paredes de Coura Terra Amada

Os bombeiros de Paredes de Coura, comandados por Romeu João de Carvalho (1928-1996), pediram ajuda a corporações vizinhas dada a dimensão do incêndio, o qual causou um prejuízo que, nos dias de hoje, será “da ordem de um milhão de euros”.

Ainda de acordo com a Rádio Vale do Minho, a recuperação total do edifício chegou a 21 de setembro de 1985, dia que foram inaugurados os requalificados Paços do Concelho e também a Casa da Cultura, em cerimónia presidida pelo então Ministro da Cultura, António Coimbra Martins.

 
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