Seguir o O MINHO

País

Guns n’Roses iniciam digressão europeia em Portugal no próximo ano

No Passeio Marítimo de Algés

em

Foto: Divulgação

A banda norte-americana Guns n’Roses vai regressar a Portugal para um concerto no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, no dia 20 de maio do próximo ano, anunciou esta sexta-feira a promotora Everything is New.


Segundo o comunicado da promotora, a banda em palco será composta por Axl Rose (vocais, piano), Duff McKagan (baixo), Slash (guitarra), Dizzy Reed (teclado), Richard Fortus (guitarra rítmica), Frank Ferrer (bateria) e Melissa Reese (teclado).

A digressão “Not In This Lifetime”, que começou e 2016 e ainda continua, já passou pelo Passeio Marítimo de Algés em 2017.

“O grupo cativou o mundo inteiro com o lançamento de ‘Appetite for Destruction’ de 1987, a estreia mais vendida de sempre nos EUA, com 30 milhões de cópias a nível mundial. Já em 1991 os discos sete vezes platina ‘Use Your Illusion I’ e ‘Use Your Illusion II’ ocuparam os dois primeiros lugares do Top 200 da Billboard após o seu lançamento”, lembra a Everything is New.

Os bilhetes para o público em geral, com preços entre os 69 e os 129 euros, vão ser colocados à venda no dia 18 de dezembro. Para os membros do clube de fãs da banda estão já em pré-venda.

Anúncio

País

Utilização de testes rápidos ainda sob avaliação do Instituto Ricardo Jorge

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

A utilização de testes rápidos de diagnóstico da covid-19 ainda está sob avaliação do Instituto de Saúde Ricardo Jorge (INSA), revelou hoje Raquel Guiomar, responsável pelo Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe e outros Vírus Respiratórios.

Na conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia em Portugal, Raquel Guiomar reconheceu que estes testes “trazem algumas vantagens para a deteção de casos suspeitos” e que podem permitir uma “rápida implementação de medidas que impeçam as cadeias de transmissão”, mas não transmitiu uma decisão final sobre o tema, depois de a ministra da Saúde, Marta Temido, ter chegado a anunciar para o “final da semana” uma posição.

“Neste momento, estamos a avaliar uma nova geração destes testes rápidos e o grupo de peritos vai reunir-se para fazer a avaliação”, afirmou Raquel Guiomar, notando que os “testes devem ser sempre realizados no contexto do historial do doente”, tanto físico como epidemiológico: “Têm critérios específicos de seleção e utilização. Esta é ainda uma situação que está a ser avaliada pela comissão de avaliação dos testes”.

Contudo, a responsável do INSA vincou que eventuais lacunas dos testes rápidos “serão colmatadas pelo encaminhamento para o método de referência”, sem deixar de destacar a expectativa positiva perante a utilização noutros países europeus e que indiciam “uma boa concordância” com o RT-PCR.

O tema dos testes serviu também para a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, reiterar que a realização de testes devem estender-se a pessoas assintomáticas, caso sejam considerados pelas autoridades de saúde como contactos de alto risco.

“Os contactos de alto risco assintomáticos devem fazer teste, especialmente em contexto de surto. E não é o teste que determina o isolamento profilático destas pessoas; no momento em que uma autoridade de saúde identifica um indivíduo como um contacto de alto risco, determina o isolamento profilático, segue-se um teste e depois o resultado desse teste. Não é o teste nem o resultado que determinam que a pessoa fique em quarentena”, explicou.

Já sobre o período de isolamento profilático, atualmente preconizado em 14 dias em Portugal e que nas últimas semanas registou uma redução para 10 dias em alguns países, Graça Freitas notou que o tema está a ser alvo de análise pelas autoridades de saúde nacionais.

“Estamos a analisar se aos 10 dias é seguro, mas seria com várias condições. Uma pessoa que sair de quarentena ao 10.º ou 11.º dia ainda vai ter de manter o compromisso social de distância e máscara, porque ainda tem uma probabilidade de estar infecciosa. Não é uma medida que possa ser tomada de ânimo leve. Estamos a estudar e são decisões que os países vão tomando de acordo com a sua realidade e capacidade de ter medidas complementares”.

Portugal contabiliza pelo menos 1.936 mortos associados à covid-19 em 72.055 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 984.068 mortos e cerca de 32,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Continuar a ler

País

OMS admite que número de mortos por covid-19 pode duplicar no próximo ano

Pandemia

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

A Organização Mundial da Saúde afirmou hoje que não se pode esperar pelo aparecimento de uma vacina para conter a pandemia da covid-19, admitindo que o número de mortos poderá duplicar durante o próximo ano e atingir dois milhões.

Numa conferência de imprensa a partir da sede daquela agência das Nações Unidas, em Genebra, o diretor do programa de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan, foi questionado sobre a possibilidade de o número de mortos, (atualmente próximo de um milhão de pessoas), duplicar no próximo ano e admitiu que “infelizmente, é muito provável”, se não se usarem a ferramentas já conhecidas para conter os contágios.

“É certamente um número inimaginável, mas não é impossível”, referindo que em nove meses de pandemia morreram mais de 984 mil pessoas e que a perspetiva de ter uma vacina, que precisa, primeiro que tudo de ser descoberta e que requer depois “financiamento, distribuição e aceitação” não pode ser o que determina as ações contra a covid-19.

O conselheiro do secretário-geral da OMS, o americano Bruce Aylward, afirmou que “não se pode estar à espera” de uma vacina, indicando que se fizeram progressos desde o aparecimento da doença, nomeadamente na redução da mortalidade.

Surto de covid em Guimarães chega ao lar da Misericórdia. Dois utentes infetados

Estamos a assistir a uma lenta redução na taxa de letalidade dos casos clínicos. Os médicos estão a utilizar melhor os tratamentos com oxigénio, a medicina intensiva, [medicamentos como] a dexametasona”, referiu Mike Ryan.

“Um milhão é um número terrível e temos que refletir nisso antes de pensarmos num segundo milhão. Há muita coisa que pode ser feita para salvar vidas”, salientou, questionando se a comunidade internacional está “preparada para fazer o que é preciso”.

Vigilância, testagem, rastreio de contactos, gestão de riscos e investimentos em terapias e na investigação de vacinas são algumas dessas ações, enunciou.

Continuar a ler

País

Seis casos de covid-19 detetados no serviço de cirurgia do Hospital de Gaia

Covid-19

em

Foto: O MINHO / Arquivo

O Hospital de Vila Nova de Gaia registou esta semana seis casos de infeção por covid-19 no serviço de cirurgia, situação que levou a testar profissionais e utentes, mas a situação “está controlada”, disse fonte daquela unidade de saúde.

“Não se trata de um surto e a situação está controlada. Os casos foram detetados no início da semana”, disse à agência Lusa fonte do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E).

A mesma fonte disse não ser possível precisar se os doentes que testaram positivo à covid-19 pertenciam ao plano de cirurgias programadas do hospital, nem quais as possíveis circunstâncias de infeção ou fonte de contágio.

“Os utentes com cirurgias programadas [são testados] 24 a 48 horas antes da intervenção e os doentes urgentes na admissão”, explicou.

Esta situação levou à transferência dos utentes que testaram positivo para uma enfermaria dedicada a pessoas infetadas pelo novo coronavírus.

Originou ainda a desinfeção de enfermarias do serviço de cirurgia e a testagem de profissionais e restantes utentes do mesmo serviço.

Em resposta escrita enviada à agência Lusa, o Hospital de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, apontou que “todos os utentes e profissionais foram testados após estes casos terem sido detetados”.

“Não há até ao momento mais casos positivos”, lê-se na resposta que não precisa o número de testes realizados.

O CHVNG/E garante que “não houve necessidade de cancelamento de cirurgias”.

A agência Lusa contactou a Administração Regional de Saúde do Norte, mas até ao momento não obteve mais esclarecimentos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 984 mil mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 1.936 em Portugal.

Continuar a ler

Populares