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Guimarães

Trabalhadores de Guimarães acusam Kyaia de “violar” contrato de trabalho ao “forçar” pausas

Trabalhadores manifestaram-se no centro da cidade

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Trabalhadores da Kyaia manifestaram-se, esta quinta-feira, no centro de Guimarães, acusando o grupo de “violar o contrato coletivo de trabalho” ao “exigir” que cumpram mais 20 minutos por dia “devido a pausas forçadas” durante a jornada.


Em declarações à Lusa, a representante do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Minho, Aida Sá, explicou que os trabalhadores estão a ser “forçados” a cumprir pausas de 10 minutos de manhã e de tarde, sendo-lhes exigido que “compensem” no final do dia.

“O que está a acontecer é uma violação do contrato coletivo de trabalho. O grupo está a obrigar que os trabalhadores trabalhem mais uma hora e 40 minutos por semana e quem não está a cumprir descontam no ordenado”, disse.

Segundo a sindicalista, “os trabalhadores recusaram-se a cumprir esta pausa e trabalhar mais 20 minutos e agora é-lhes desligada a luz na hora em que a administração os quer obrigar a fazer a pausa”.

Presente e “solidário” com os trabalhadores, o dirigente da CGTP Arménio Carlos destacou tratar-se da “violação de um princípio que é do descanso dos trabalhadores” e cumprir os horários acordados.

“Não faz sentido, é uma atitude abusiva, diria mesmo ilegítima desta entidade patronal que deveria reconhecer o papel destas trabalhadoras para o desenvolvimento da empresa e está a pôr em causa o respeito que elas devem merecer”, afirmou Arménio Carlos.

O grupo Kyaia foi fundado em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, emprega cerca de 600 trabalhadores entre Guimarães, distrito de Braga, e a unidade de fabrico de Paredes de Coura, Viana do Castelo.

Segundo informações do grupo, o volume de negócios é de 55 milhões de euros, sendo que o modelo de negócio se estende, além da produção de calçado, às áreas da distribuição e do retalho, mas também ao ramo imobiliário e das tecnologias de informação.

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Ave

Vespa construída com extintores usados inaugurada em Guimarães

‘European Vespa Days’

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Foto: Vespa Clube de Guimarães / Facebook

É a recriação de uma mota Vespa, construída com extintores usados e está desde esta quinta-feira “numa das mais bonitas rotundas da cidade” de Guimarães.

A iniciativa é do Vespa Clube de Guimarães, cuja direção elaborou e concretizou a escultura, assinalando o que “seria um dia importante para o Vespismo nacional e mundial”.

Por estes dias, Guimarães acolheria o evento “European Vespa Days”, cancelado devido à pandemia de covid-19.

“A pandemia não nos deixou celebrar a diversidade, a amizade, a partilha com muitos que sentem uma paixão comum – a sua Vespa. Não podíamos por isso deixar passar esta data em claro”, refere o clube em comunicado, referindo que, este fim de semana, serão concluídas diversas iniciativas como forma de assinalar a data.

Entre outras iniciativas, o Vespa Clube de Guimarães vai inaugurar sua loja social.

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Ave

Obras de José de Guimarães “à mostra” no arquivo municipal da cidade berço

‘Tímida Modernidade’

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Foto: DR

O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, acolhe, a partir de sexta-feira, a exposição “Tímida Modernidade”, composta por 14 obras do artista José de Guimarães, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a cooperativa A Oficina refere que em exposição estarão obras que normalmente podem ser vistas no Paço dos Duques de Bragança.

De acesso gratuito, a exposição poderá ser visitada até 14 de fevereiro.

Esta mostra percorre uma série de obras de José de Guimarães, como “A Ratoeira”, de 1984, ou “Devorador de automóveis”, “A Dança” e “Cosmos”, todas de 1990.

Obras que, sublinha a organização, permitem o acesso à prática do artista entre o final dos anos de 1980 e os primeiros momentos da última década do século XX.

“Poderemos olhar para esta exposição como uma exposição-arquivo, que recua no tempo para continuar a questionar o futuro”, refere.

O acesso à inauguração da exposição é gratuito, por ordem de chegada e limitado à lotação do espaço, sendo obrigatórios o uso de máscara, a desinfeção das mãos à entrada e o distanciamento social de dois metros.

Os visitantes também não poderão tocar nos objetos expostos.

“Tímida Modernidade” são as palavras que terminam a carta redigida por José de Guimarães aquando da doação, em 1992, de um vasto núcleo de obras da sua autoria à cidade de Guimarães.

Desde então, esta série de pinturas, desenhos, guaches e esculturas têm permanecido em exposição no Paço dos Duques de Bragança.

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Guimarães

Crematório em freguesia de Guimarães pronto dentro de um ano

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

As obras do crematório de Guimarães, no cemitério de Monchique, arrancam na próxima semana e estarão concluídas dentro de um ano, disse hoje fonte municipal.

Segundo a fonte, o investimento será suportado pela empresa que ficará com a exploração do crematório.

Situado na encosta poente da montanha da Penha, o cemitério de Monchique foi construído pela Câmara de Guimarães e inaugurado a 23 de outubro de 2004, sendo autores do projeto os arquitetos Maria Manuel Pinto de Oliveira e Pedro Mendo.

Em 2005, foi galardoado com o 1º Prémio Nacional de Arquitetura Paisagista na categoria “Espaços Exteriores de Uso Público”

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