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Desporto

Guimarães recebe campeonato universitário de voleibol

Em 2021

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Foto: DR / Arquivo

As cidades de Guimarães e Aveiro vão receber em 2021 os campeonatos universitários de voleibol e basquetebol, respetivamente, anunciou hoje a Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA).


Portugal receberá assim pela terceira vez a competição de basquetebol, que em 2001 se realizou em Aveiro e em 2006 se disputou em Guimarães.

Em relação ao voleibol, a competição vai decorrer em Portugal pela segunda vez, depois de em 2004 ter decorrido em Braga.

Ainda este ano, Braga e Porto recebem os campeonatos europeus universitários de futsal e basquetebol 3×3, respetivamente.

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Futebol

“É gratificante garantirmos matematicamente a manutenção”

Ricardo Soares

em

Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o Moreirense-Sporting (0-0), jogo da 30.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos:

Ricardo Soares (treinador do Moreirense): “É importante e gratificante acontecer matematicamente o nosso principal objetivo [a permanência na I Liga], a quatro jornadas do fim. É sempre importante para nós.

Em relação ao jogo, há que dizer que defrontámos uma grande equipa. Era nossa intenção entrar muito fortes e ter algum ascendente perante este adversário, que tem muita qualidade, conquistado pontos de forma segura, com um trabalho muito bom do Rúben [Amorim], baseado numa ideia [de jogo] diferente. Penso que a primeira parte foi claramente nossa. Criámos mais oportunidades e não me lembro de nenhuma do Sporting.

Depois da expulsão [do Halliche], que eu inicialmente pensei que era justa, mas não é nada justa, tivemos de nos reajustar. A superioridade numérica faz diferença perante uma equipa deste nível, mas fomos bastante seguros. Não me lembro de nenhuma oportunidade do Sporting. O Sporting dominou, mas nós controlámos o jogo. O empate foi justo. Prevaleceu o compromisso dos meus jogadores e a nossa qualidade defensiva.

A partir do momento em que ficámos reduzidos a 10 unidades, controlámos muito bem os espaços. Houve alguma intranquilidade por parte do Sporting, que perdeu muitas bolas fáceis. O Sporting teve de jogar por fora e isso, para nós, não foi problema, porque fechámos a baliza muito bem nessa situação. Há que dizer que a qualidade do adversário fechou-nos algumas saídas para o contra-ataque. Faltou-nos também frescura para isso a certa altura do jogo.

É fácil fazer uma retrospetiva [da época], embota faltem quatro jogos [para o campeonato terminar]. Tive uma entrada difícil no clube, com um conjunto de jogos com grau de dificuldade elevado. Entrou um treinador que conhecia os jogadores, mas a adaptação a um processo novo leva o seu tempo. Isto não é ‘carregar num botão’ e ‘acender uma luz’. Os jogadores sentiram confiança nas minhas ideias, mas demorou algum tempo para as coisas aparecerem. Vim para um clube com excelentes condições de trabalho e encontrei um grupo de jogadores que acreditou sempre. O Moreirense é agora uma equipa consistente defensivamente, que joga um futebol de alta qualidade.”

Rúben Amorim (treinador do Sporting): “Em termos de resultado, sim [o jogo tem sabor ‘amargo’]. A nossa ideia de jogo esteve lá todo o tempo. Quer a jogar com 11, quer com 10, conseguimos empurrar o Moreirense [para o seu meio-campo]. Se, na primeira parte, tivéssemos mais qualidade na definição, poderíamos ter criado mais oportunidades. Na segunda parte, dominámos, mas o jogo tornou-se estranho depois, com muitos lances junto à linha lateral, muitas substituições.

Não sei se [as decisões do árbitro] condicionaram ou não [o resultado]. O árbitro foi ver as imagens do último lance e achou que não era penálti [sobre o Coates]. Mesmo com o penálti e com a [eventual] expulsão do lateral-esquerdo [Abdu Conté], na segunda falta, devíamos e podíamos ter ganhado. Temos de definir melhor os cruzamentos e os remates. O Jovane apareceu muito na área, mas não marcámos.

Não concordo que o Moreirense tenha dominado [partes do jogo]. Não sei se o meu comportamento [muito interventivo no banco de suplentes] transmitiu muita ansiedade à equipa. Gostei do nosso jogo e estivemos mais perto do golo, quer com 11, quer com 10. Nas nossas saídas, temos problemas no último passe. Temos de continuar a trabalhar e a melhorar a equipa.

[O Sporting de Rúben Amorim não venceu ainda nenhum adversário acima do nono lugar] O Paços de Ferreira tem vindo a fazer um campeonato excelente, ganhou ao Rio Ave [3-2], que está na luta pela Europa, e perdeu com o Sporting [1-0]. O Gil Vicente perdeu connosco [2-1] e ganhou ao Rio Ave neste fim de semana [1-0]. Para mim, a vitória são três pontos. O Sporting não perde há seis [sete] jornadas.

Estamos numa fase muito inicial [do nosso trabalho]. Nunca olhei muito para a classificação. Sempre disse que não está nada decidido e que tínhamos um calendário difícil. Empatámos. Podíamos e merecíamos ter ganhado. Não ganhámos.

Com o Acuña em vez do Cris [Borja] no lado esquerdo da defesa [após uma substituição], ganhámos muito mais volume ofensivo. Cruzámos muitas vezes, mas não conseguimos marcar.

O [Eduardo] Quaresma precisa de respirar fisicamente, mas também mentalmente. Senti-o muito cansado e, apesar deste jogo ser muito difícil, achei que ele precisava de respirar. O Wendel também. O Battaglia teve uma excelente semana de trabalho e decidi trocar.”

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Futebol

Moreirense empata com Sporting e ‘dá uma mão’ ao SC Braga

I Liga

em

Foto: Twitter

O Moreirense e o Sporting empataram hoje 0-0, na partida de encerramento da 30.ª jornada da I Liga de futebol, em que os ‘cónegos’ ficaram em inferioridade numérica na segunda parte, mas os ‘leões’ não aproveitaram e viram o SC Braga aproximar-se na luta pelo terceiro lugar.

Após uma primeira parte com muito pouco espaço para se jogar, em que o domínio oscilou entre as duas equipas, um dos defesas ‘cónegos’, Halliche, foi expulso aos 51 minutos, após falta sobre Gonzalo Plata, quando o extremo avançava isolado para a área, mas a equipa de Alvalade, apesar dos muitos ataques, criou escassas oportunidades para garantir o quinto triunfo consecutivo na prova.

Com este empate, a equipa do concelho de Guimarães isolou-se no oitavo lugar, com 39 pontos, e garantiu matematicamente a permanência na I Liga, já que tem mais 12 pontos do que o 17.º, Portimonense, com vantagem no confronto direto, enquanto os lisboetas mantiveram o terceiro lugar, com 56 pontos, mais três do que o quarto, SC Braga.

O Sporting, que apareceu no relvado do Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas com quatro novidades no ‘onze’ – Luís Neto, Battaglia, Acuña e Jovane Cabral -, teve mais bola nos primeiros 15 minutos, mas dependeu quase sempre da criatividade de Jovane Cabral e de Gonzalo Plata para quebrar a organização contrária, com pouco sucesso.

No primeiro jogo sem Iago, defesa que terminou o contrato em 30 de junho e rumou ao Al Taawon, da Arábia Saudita, o Moreirense surgiu em campo com Halliche no eixo da defesa e libertou-se gradualmente da pressão ‘leonina’, graças à dinâmica dos jogadores nos corredores e do médio Filipe Soares na zona central.

O médio, de 21 anos, protagonizou os dois lances mais perigosos da formação anfitriã na primeira parte: cabeceou à malha exterior lateral, aos 24 minutos, e rematou centímetros acima da trave, de ‘bicicleta’, aos 29.

Os pupilos de Rúben Amorim responderam ao ascendente momentâneo do conjunto de Guimarães ainda na primeira parte e levaram perigo à baliza de Pasinato num cabeceamento de Coates, por cima, aos 37 minutos, e num lance de Ristovski, em que Halliche impediu a ‘emenda’ decisiva de Sporar, aos 43.

O figurino do encontro mudou aos 51 minutos, quando Halliche foi expulso com cartão vermelho direto, após perder a bola para Gonzalo Plata no meio-campo defensivo e cometer falta quando o extremo equatoriano se preparava para seguir isolado para a baliza ‘cónega’.

Reduzida a 10 unidades, a equipa treinada por Ricardo Soares ameaçou o golo por Sori Mané, num golpe de cabeça, aos 62 minutos, mas, nessa altura, estava já obrigada a defender perto da sua área para conter os movimentos ofensivos dos homens de Alvalade.

Galvanizado pela entrada de Wendel, aos 61 minutos, o Sporting chegou com facilidade à área do Moreirense, mas raramente criou espaços entre a compacta defesa adversária para rematar à baliza. As exceções foram as tentativas de Sporar, aos 69 minutos, e de Jovane Cabral, num remate que rasou a trave, no último lance do jogo.

Ficha de jogo

Jogo no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos.

Moreirense – Sporting, 0-0.

Equipas:

– Moreirense: Pasinato, João Aurélio, Halliche, Rosic, Abdu Conté, Sori Mané, Alex Soares (Steven Vitória, 54), Filipe Soares (Nuno Santos, 90), Bilel (Luís Machado, 90), Gabrielzinho (Djavan, 62) e Fábio Abreu (Nenê, 90).

(Suplentes: Trigueira, Steven Vitória, Djavan, Ibrahima, Pedro Nuno, Nuno Santos, Luís Machado, Luther Singh e Nenê).

Treinador: Ricardo Soares.

– Sporting: Luís Maximiano, Luís Neto, Coates, Borja (Nuno Mendes, 61), Ristovski (Joelson Fernandes, 66), Battaglia (Wendel, 61), Matheus Nunes, Acuña, Gonzalo Plata, Jovane Cabral e Sporar.

(Suplentes: Renan Ribeiro, Rosier, Gonçalo Inácio, Doumbia, Wendel, Nuno Mendes, Rafael Camacho, Joelson Fernandes e Tiago Tomás).

Treinador: Rúben Amorim.

Árbitro: Tiago Martins (Associação de Futebol de Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Abdu Conté (18), Acuña (25), Borja (34), Pasinato (38), Steven Vitória (85) e Gonzalo Plata (90+5). Cartão vermelho direto para Halliche (51).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

Notícia atualizada às 23h38.

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Futebol

Ex-jogadora do SC Braga ruma à Hungria

Futebol feminino

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Foto: DR

A futebolista internacional portuguesa Vanessa Marques vai reforçar a equipa feminina do Ferencváros, revelou hoje a médio numa publicação na rede social Instagram.

“Estou muito feliz em anunciar que o meu novo clube é o Ferencváros”, escreveu a médio, de 24 anos, num pequeno texto acompanhado de uma fotografia sua a segurar a camisola do clube húngaro.

Em junho, Vanessa Marques tinha anunciado que chegava ao fim a sua ligação ao SC Braga, clube a que chegou no início do projeto das bracarenses, em 2016/17, e pelo qual conquistou um campeonato nacional e uma supertaça.

O Ferencváros esteve, tal como o SC Braga, na fase inicial de grupos da Liga dos Campeões feminina, mas, ao contrário das minhotas, não passou aos 16 avos de final, depois de ser segundo no seu grupo, com a vaga destinada apenas aos vencedores.

A jogadora, que começou a carreira no Vilaverdense e ainda representou o Valadares Gaia, é habitual escolha nas convocadas da seleção nacional, contando com 76 internacionalizações e nove golos pela equipa das ‘quinas’.

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