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Desporto

Guimarães promove “Corrida pelo Património” no 15.º aniversário da classificação da UNESCO

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Largo do Toural é o local de partida e chegada de um evento desportivo e cultural que inclui passagens por monumentos emblemáticos de Guimarães. Participantes serão surpreendidos com evento no interior do Castelo, informou esta segunda-feira o município vimaranense.

As inscrições para a segunda edição da “Corrida pelo Património”, que se realiza em Guimarães no próximo dia 13 de dezembro, pelas 21:00 horas, estão abertas até ao dia 09 de dezembro. Integrada nas comemorações do 15.º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade, a Câmara Municipal de Guimarães e o movimento “Guimarães Corre Corre” vão organizar um evento que terá no interior do Castelo um dos momentos altos do percurso.

A iniciativa, com a duração estimada de uma hora e meia, não tem características competitivas e está aberta à participação de todas as pessoas.

O itinerário, com 7 quilómetros de extensão, percorrerá cerca de meia centena de ruas e vielas do centro da cidade de Guimarães, com passagem pelo interior de monumentos e espaços públicos, como é o caso dos Jardins do Palácio de Vila Flor, Instituto de Design / Fábrica da Ramada, em Couros, Museu de Alberto Sampaio ou Castelo.

Este ano, o Largo do Toural foi o local escolhido para a partida e chegada deste evento desportivo e cultural, com inscrição gratuita, mas limitada a um número máximo de mil participantes. A organização garante o seguro de responsabilidade civil a todos os intervenientes nesta iniciativa, que tem o apoio da Tempo Livre, Bombeiros Voluntários de Guimarães, Polícia de Segurança Pública, Paço dos Duques de Bragança, Museu de Alberto Sampaio e Centro Cultural Vila Flor.

As inscrições devem ser efetuadas através do website da Câmara Municipal de Guimarães, Balcão Único da Autarquia ou na Tempo Livre. O kit do atleta, composto por uma t-shirt técnica, terá de ser levantado até às 17:30 horas dos dias 12 e 13 de dezembro, no Welcome Centre, situado na Rua Paio Galvão, mediante a apresentação do comprovativo de inscrição.

 

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Futebol

Sporting sobe ao terceiro lugar da I Liga e ultrapassa Famalicão

18.ª jornada da I Liga

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Foto: Twitter de Sporting CP

O Sporting subiu hoje ao terceiro lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer o Marítimo em casa, por 1-0, em jogo da 18.ª jornada, decidido pelo colombiano Cristián Borja.

O lateral esquerdo, que se estreou a marcar pelo Sporting, deu, aos 76 minutos, o triunfo aos ‘leões’, que ultrapassaram na terceira posição o Famalicão, que no domingo tinha sido derrotado em casa pelo Santa Clara.

Antes do golo, o Sporting tinha visto dois golos anulados, o primeiro devido a um fora de jogo de Coates e depois por um empurrão de Sporar, que se estreou pelo Sporting, entrando para o lugar do lesionado Luiz Phellype.

O Sporting regressou assim aos triunfos, após duas derrotas consecutivas, frente ao Benfica (2-0), na I Liga, e frente ao SC Braga (2-1), na Taça da Liga.

O Marítimo, que interrompeu uma série de cinco jogos sem perder, segue na 12.ª posição, com 20 pontos.

Antes, o Rio Ave subiu ao quinto posto, depois de vencer em casa o Vitória SC, por 2-1, com dois golos em dois minutos, marcados pelos brasileiros Diego Lopes (38 minutos) e Matheus Reis (40).

Vitória derrotado e ultrapassado pelo Rio Ave

Ainda antes dos golos dos vila-condenses, o árbitro assinalou uma grande penalidade a favor do Vitória SC e expulsou Matheus Reis.

Contudo, após intervenção do videoárbitro, que parou o jogo por mais de cinco minutos, acabou por recuar na decisão, devido a um fora de jogo.

Já na segunda parte, João Pedro reduziu para os vimaranenses, num lance em que desviou, quase sem querer, um remate de Tapsoba que ia para fora.

O Rio Ave, que somou o terceiro triunfo consecutivo no campeonato, subiu ao quinto posto, com 28 pontos, mais um do que SC Braga (sexto) e três do que o Vitória SC (sétimo).

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Futebol

Médio Bogdan Mladenovic rescinde com Gil Vicente e regressa à Sérvia

Por mútuo acordo

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O médio Bogdan Mladenovic rescindiu, por mútuo acordo, o contrato de três temporadas que tinha com o Gil Vicente para assinar pelos sérvios do Vojvodina, anunciou hoje o nono classificado da I Liga de futebol.

“O Gil Vicente informa que rescindiu por mútuo acordo o vínculo contratual com o médio Bogdan”, pode ler-se numa breve nota publicada pelos minhotos nas redes sociais.

Formado no Rad Belgrado, Bogdan Mladenovic gerou alguma expectativa por ter sido ‘blindado’ com uma cláusula de rescisão de 10 milhões de euros quando chegou ao Gil Vicente, em agosto de 2019, mas integrou o boletim clínico desde o início da época e nunca disputou qualquer minuto oficial pelo emblema de Barcelos.

O médio sérvio, de 23 anos, é a terceira saída confirmada pelos gilistas na reabertura do mercado, após as partidas do médio colombiano Juan Villa, emprestado ao Fafe, do Campeonato de Portugal, e do extremo Erick, cedido pelo SC Braga ao Náutico, que disputará a segunda divisão brasileira.

Após 17 jornadas, o Gil Vicente segue no nono lugar do campeonato, com os mesmos 22 pontos do Boavista, oito acima da zona de despromoção.

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Futebol

Vitória sem vitórias contra os 10 primeiros: “É um registo que não é positivo”

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o jogo Vitória SC – Rio Ave (1-2), da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Guimarães.

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “É um registo que não é positivo [ter 25 pontos em 18 jogos e nenhuma vitória contra nenhum dos 10 primeiros da tabela]. Não basta dizer que, perante aquilo que temos feito, temos de ter melhores resultados. A equipa tem bom volume ofensivo de jogo, mas não consegue concretizar. Na segunda parte, tivemos várias situações em que não conseguimos fazer golo. O adversário marcou golo em praticamente duas oportunidades.

Não são positivos estes resultados com equipas da parte de cima da tabela. Temos de trabalhar mais para termos melhores resultados com equipas que lutam pelos mesmos objetivos do que nós.

A nível de ocasiões, de remates e de cantos, dá para perceber aquilo que a equipa quis. Não sei se posso associar isso [pouca eficácia] à ansiedade, à falta de discernimento. Tem-se visto alguma precipitação na hora de fazer as coisas. Qualquer adversário que vem cá fecha-se muito num bloco médio-baixo, dando menos espaço para atacar. Temos de ser mais competentes na decisão. A diferença [entre as duas equipas] foi a eficácia.

Vitória derrotado e ultrapassado pelo Rio Ave

Até ao penálti anulado [após consulta do videoárbitro], o Vitória dominou o jogo. Depois houve alguma adrenalina com a quebra de jogo e, nesse período, houve alguma falta de discernimento na equipa. Com a paragem muito longa, a equipa ‘arrefeceu’, perdeu ritmo e quebrou animicamente. Na segunda parte, o Vitória atacou e o Rio Ave não teve uma situação de golo”.

Carlos Carvalhal. Foto: DR / Arquivo

Carlos Carvalhal (treinador do Rio Ave): “Foi um jogo com sangue, suor e lágrimas. Era impensável que o Rio Ave, que já não vinha cá ganhar há muito tempo [2013], podia ganhar e não sofrer. É difícil para qualquer equipa vencer na casa do Vitória de Guimarães. É preciso trabalhar, sofrer e ter uma ‘pontinha’ de sorte.

O Vitória não é uma equipa que baixe muito as linhas, mas também não pressiona muito a primeira fase de construção [do adversário]. Fizemos as coisas com paciência até ao momento em que os jogadores do Vitória começaram a subir mais e tentámos penetrar na estrutura deles para criar lances de perigo.

Fizemos um golo num ataque rápido e depois fizemos o segundo. Queríamos jogar a segunda parte como jogámos na primeira, mas não jogamos sozinhos. O Vitória passou a jogar praticamente em 4x2x4 e recuámos.

[Temos] três vitórias [consecutivas], mas cinco bons jogos, pois incluo aí a derrota em casa com o Marítimo (1-0) e a derrota na Luz, para a Taça de Portugal (Benfica, por 3-2), um dos jogos da época. A qualidade de jogo da equipa melhorou muito a partir do jogo com o Marítimo.

É muito fácil puxar por todos os atributos de uma equipa depois de se ganhar, mas não vou por aí. Fomos eficazes porque conseguimos fazer dois golos. Não fomos mais inteligentes do que o Vitória. Cada equipa teve a sua estratégia. Se o Vitória tem feito mais cedo o 2-1, poderíamos ter sofrido o 2-2.

Não me parece que se tenha galvanizado [após o penálti anulado pelo videoárbitro]. É difícil avaliar os lances olhando-se a cada ‘frame’. Tenho dúvidas que a tecnologia seja assim tão precisa para que a intervenção humana não seja decisiva em cada lance. Sou defensor do videoárbitro, mas temos de formar pessoas cada vez melhores para isso”.

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