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Guimarães

Guimarães participa, com 70 cidades do mundo no “City Nature Challenge”

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Foto: DR/Arquivo

Guimarães está entre as 70 cidades em todo o mundo que competem para mostrar a riqueza da sua fauna e flora, provando a importância do seu património natural, revelou a Escola de Ciências da Universidade do Minho.


A UMinho apela, por isso, aos cidadãos para que, de 27 a 30 de abril, “partilhem as suas descobertas de animais e plantas em qualquer parte do concelho e façam o “upload” das fotos usando a aplicação gratuita “Biodiversity GO!” (disponível para iOS e Android). “Tire fotos da natureza enquanto caminha, em família ou no trajeto para a sua escola ou trabalho!”, pede a Escola universitária.

Acrescenta que, o grupo STOL – Science Through Our Lives, da Escola de Ciências da Universidade do Minho, está envolvido na organização de quatro das atividades que constam do programa: ‘Biodiversidade em Guimarães: Um tesouro a descobrir’, ‘BioBuscas – Que espécie de coisa é esta?’, ‘Há vida em Creixomil!’ e ‘BioBlitz Guimarães 2018’.

“Colabore neste desafio, onde Guimarães é a única cidade portuguesa representada nesta competição global.”, insiste a instituição.

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Guimarães

Francês que assaltou banco Barclays em Guimarães condenado a 17 anos de prisão

Justiça

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Foto: Ilustrativa (Arquivo)

O Tribunal Judicial de Guimarães fixou em 17 anos de prisão, em cúmulo jurídico, a pena de um cidadão francês envolvido em quatros assaltos a bancos, um dos quais naquela cidade. Os outros assaltos foram em Setúbal e Évora.

O cúmulo jurídico foi fixado na quinta-feira, por acórdão a que a Lusa hoje teve acesso.

Pelo assalto ao Barclays, em Guimarães, ocorrido em 16 de janeiro de 2014, o arguido tinha sido condenado, em 2018, a oito anos de prisão.

Antes disso, o Tribunal de Évora, por decisão transitada em julgado em maio de 2016, condenara-o a 15 anos de prisão, por mais três assaltos a bancos naquela cidade (dois) e Setúbal (um).

Em todos os assaltos, sempre com utilização de armas de fogo, houve também sequestro de funcionários e clientes dos bancos.

O Tribunal de Guimarães estabeleceu, na quinta-feira, o cúmulo jurídico das duas condenações, fixando a pena única em 17 anos de prisão.

Nos termos do Código Penal, quando alguém tiver praticado vários crimes antes de transitar em julgado a condenação por qualquer deles é condenado numa única pena.

Na medida da pena são considerados, em conjunto, os factos e a personalidade do agente.

Neste processo, estão em causa 38 crimes, entre condução perigosa, roubos agravados a instituições bancárias, sequestros de clientes bancários, furtos simples, falsificações de documento, detenção de arma, atentatórios de bens de relevo significativo.

Só os quatro assaltos a bancos renderam mais de 450 mil euros.

Segundo o tribunal, da atuação global do arguido evidencia-se “uma personalidade juridicamente desenquadrada e com bastante propensão para a delinquência, atendendo à pluralidade de crimes praticados” num período de dois anos.

O tribunal sublinha ainda os antecedentes criminais do arguido, por crimes de idêntica natureza, com uma condenação a 16 anos no Tribunal Judicial de Viseu.

O tribunal deu como provado que o arguido, juntamente com outros indivíduos, todos residentes na ilha de Córsega, em França, constituiu um grupo para assaltar bancos em Portugal, com uso de armas de fogo, “que utilizariam em caso de necessidade”.

Tinham identidades falsas e utilizavam máscaras, perucas e veículos furtados com matrículas falsas.

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Guimarães

Guimarães Jazz finta a pandemia e apresenta nove concertos com ‘swing’ português

Cultura

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A 29.ª edição do Guimarães Jazz vai decorrer de 12 a 21 de novembro, com nove concertos e uma centena de músicos, na sua esmagadora maioria portugueses mas também alguns estrangeiros a residir em Portugal, foi hoje anunciado.

Por causa das restrições impostas a 121 concelhos, incluindo Guimarães, no âmbito da pandemia de covid-19, a hora do início dos concertos foi antecipada para as 19:30 (quartas, quintas e sextas-feiras) e para as 19:00 (sábados e domingos), permitindo assim o recolhimento antes das 22:30.

Os espetáculos decorrerão no principal auditório do Centro Cultural Vila Flor, cuja lotação foi reduzida de 800 para 396 lugares.

Em conferência de imprensa, a vereadora da Cultura na Câmara de Guimarães e presidente de A Oficina, Adelina Pinto, afirmou que o festival deste ano será “necessariamente diferente” por causa da pandemia, mas vincou que serão “religiosamente” cumpridas as regras para salvaguarda da saúde de todos.

“Não há nenhum perigo”, referiu, dando conta de que o plano de contingência da sala está aprovado pela Proteção Civil e que o evento “não tem parecer desfavorável” das autoridades de saúde pública.

Um dos destaques do programa será a atuação da holandesa Radiohead Jazz Symphony, com a Orquestra de Guimarães.

Pelo palco passarão nomes como Andy Sheppard, Peter Evans, César Cardoso, Julian Argüelles, Pedro Melo Alves, Sonoscopia, Porta-Jazz e Big Band da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), entre outros.

“Há nesta edição uma componente portuguesa fortíssima, a que se juntam músicos estrangeiros de inegável nível que vivem em Portugal”, disse o programador do festival.

Ivo Martins admitiu que, por causa da pandemia, faltam nesta edição algumas componentes que têm sido a marca do festival, como as ‘jam sessions’, os ‘workshops’ e as atividades de rua.

“Tivemos de abdicar de tudo isto por razões de segurança”, referiu, sublinhando, no entanto, que tudo foi feito para “manter de pé” o festival, face ao “forte compromisso” criado com o público, ao longo das 28 edições anteriores.

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Guimarães

Menina de Guimarães com covid-19 que esteve às portas da morte já teve alta

Regressa às aulas segunda-feira

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Foto: Ilustrativa / DR

A menina de dez anos, residente em Guimarães, que esteve 48 horas internada unidade de cuidados intensivos do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), no Porto, conseguindo recuperar dos sintomas agravados pela covid-19, já teve alta hospitalar.

Em declarações ao Guimarães Digital, do Grupo Santiago, Ana Marques, mãe da criança, adianta que a filha regressa às aulas na EB 2,3 de Pevidém na próxima segunda-feira.

Como O MINHO noticiou, além de covid, a menina desenvolveu um quadro designado por doença de kawasaki, que provoca manchas no corpo e inflamação dos vasos sanguíneos.

A mãe assegura que estes sintomas raros são derivados da covid-19 e que a filha foi o primeiro caso conhecido em Portugal.

Menina de Guimarães com covid-19 esteve às portas da morte mas foi salva no Porto

O primeiro alerta para crianças infetadas com covid-19 que desenvolveram sintomas semelhantes à doença de Kawasaki foi dado no Reino Unido, em maio, pela Associação de Pediatras de Cuidados Intensivos do Reino Unido.

Acabou por ser secundado pela Associação Espanhola de Pediatria e pela Sociedade Italiana de Pediatras, depois de um “aumento aparente” de casos em apenas três semanas, junto de crianças que iam sofrendo um estado “inflamatório multissistémico que requer cuidados intensivos”.

Os sintomas da doença de kawasaki incluem febre ao longo de cinco dias, erupções cutâneas e gânglios linfáticos aumentados no pescoço.

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