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Guimarães

Guimarães lança desafios para aumentar a reciclagem no concelho

Taxa de reciclagem nacional é de 38%, em Guimarães situa-se nos 47%

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Foto: DR

Aumentar a fiscalização, implementar o alargamento do sistema PAYT, aumentar o número de ecopontos, atribuir prémios a quem mais recicla, estabelecer uma comunicação mais simplificada feita em vários suportes para atingir vários segmentos da sociedade foram outras propostas apresentadas, assim como usar os clubes desportivos como agentes promotores de mudança, criar oficinas de reparação para perpetuar a vida dos eletrodomésticos, plataformas on-line de partilha de bens, promover mais a troca de bens por exemplo a feira do entulho.

Estas são algumas das ideias saídas da reunião do Conselho Consultivo da Estrutura de Missão Guimarães 2030 com vista a aumentar os números da reciclagem no concelho de Guimarães.

Os dados da Agência Portuguesa do Ambiente, relativos a 2017, apontam para uma taxa de reciclagem de 38% dos resíduos.

Em Guimarães essa taxa é ligeiramente superior, na ordem dos 47%, considerando que 13% dos resíduos são encaminhados para reciclagem através dos ecopontos e da recolha seletiva porta-aporta e que os restantes 87% são encaminhados para tratamento mecânico biológico, conseguindo-se uma valorização de cerca de 30%.

Presente na sessão, a Vereadora do Ambiente do Município de Guimarães, Sofia Ferreira, destacou que “em matéria de resíduos urbanos Guimarães é um exemplo, mas ainda há muito para fazer. O CVR, a Vitrus e o Laboratório da Paisagem são parceiros ativos e é esse o caminho. Este é um tema que nos preocupa a todos, mas estamos determinados a fazer mais a melhor”.

A responsável reforçou ainda importância deste Conselho Consultivo, com base na “participação ativa das entidades e associações. Aquilo que se pretende é criar momentos de trabalho e de debate, permitindo-nos recolher propostas e visões diversas”.

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Guimarães

Câmara de Guimarães manifesta pesar por morte de trabalhador em obra no Teatro Jordão

Vítima de 46 anos

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara Municipal de Guimarães manifestou hoje o “seu profundo pesar” pela morte, esta manhã, de um trabalhador de 46 anos no recinto das obras em curso de reabilitação do Teatro Jordão, refere a autarquia em comunicado.

“Desde já a Câmara Municipal de Guimarães apresenta as mais sentidas condolências e manifesta o apoio necessário à família da vítima”, lê-se numa nota enviada à Lusa.

Um homem morreu esta manhã num “acidente no recinto das obras de requalificação” do Teatro Jordão, em Guimarães, tendo o óbito sido declarado no local “depois de manobras” de reanimação, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários.

Segundo a fonte, os Voluntários de Guimarães foram “acionados” pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga às 09:31.

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Guimarães

Homem morre em “acidente no recinto das obras” no Teatro Jordão em Guimarães

Em Urgezes

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Foto: DR

Um homem morreu esta manhã num “acidente no recinto das obras de requalificação” do Teatro Jordão, em Guimarães, tendo o óbito sido declarado no local “depois de manobras” de reanimação, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários.

Segundo a mesma fonte, os Bombeiros Voluntários de Guimarães foram “acionados” pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga às 09:31.

“Foi-nos pedido que nos deslocássemos para o local com uma viatura de desencarceramento. Quando lá chegámos, estavam a ser feitas manobras de suporte avançado de vida pelo INEM, que já lá estava, mas o óbito acabou por ser declarado no local”, disse.

A vítima tinha 46 anos e, segundo a fonte, “o acidente terá envolvido algum veículo que terá atingido o homem”.

O Teatro Jordão, encerrado desde 1993, está a ser alvo de obras de reabilitação, pretendendo a autarquia instalar ali a escola de artes performativas e visuais da Universidade do Minho e a escola de música da Sociedade Musical de Guimarães, numa obra que está orçamentada em perto de doze milhões de euros.

 

Notícia atualizada às 16h07 com mais informações

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Guimarães

Abertas as inscrições para o Banco de Terras de Guimarães

Incubadora de Base Rural

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Foto: DR

A Câmara de Guimarães já abriu as inscrições para o Banco de Terras, onde proprietários podem arrendar ao município terrenos abandonados ou sem qualquer utilização, para serem depois subarrendados a quem queira criar negócio de base rural.

De acordo com a autarquia, as inscrições estão abertas até 31 de dezembro, com as candidaturas a serem disponibilizadas a partir do aviso de abertura.

Este Banco de Terras foi lançado através da Incubadora de Base Rural (IBR Guimarães), e, de acordo com a autarquia, é “um instrumento através do qual proprietários podem arrendar ao Município terrenos abandonados/sem utilização de que sejam detentores, para que este os subarrende a empreendedores com vontade em criar o seu próprio negócio de base rural”.

Em comunicado, a autarquia sublinha que “o Banco de Terras de Guimarães corporiza um conjunto de benefícios para o proprietário, na medida em que valoriza os seus terrenos com potencial agrícola ou florestal, tem garantia de renda por parte do Município de Guimarães, recebe o património fundiário no mesmo estado de uso ou ainda melhor do que o estado inicial e deixa de ter custos com a limpeza anual de vegetação, espécies arbustivas e manta morta”.

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