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Guimarães inaugura “mini variante” que foi concluída dois meses antes do prazo

Investimento de dois milhões
Guimarães inaugura "mini variante" que foi concluída dois meses antes do prazo
Foto: CM Guimarães

O Município de Guimarães inaugurou, este sábado, a Mini Variante do Reboto, uma nova via de ligação entre a Cidade Desportiva e a Rua do Reboto, nas freguesias de Candoso Santiago e Candoso São Martinho.

A empreitada representou um investimento de cerca de dois milhões de euros, e foi executada pela empresa Manuel Couto Alves, S.A., com um prazo contratual de 365 dias, tendo sido concluída em 306 dias, quase dois meses antes do término do prazo.

A intervenção abrangeu uma área de cerca de 22.200 m², numa zona de transição entre espaço urbano e solo agrícola, marcada pelo “crescimento de novas infraestruturas e pelo consequente aumento de tráfego local”.

“A nova via, com cerca de 400 metros de extensão, vem simplificar a ligação viária entre a Rua das Casas Novas e a Rua do Reboto, melhorando as condições de circulação e reforçando a segurança”, explica a Câmara, em comunicado.

Com um perfil tipo de sete metros, a nova via integra zonas ajardinadas, taludes com contenção em granito, pavimento em cubo de granito e rails de madeira, numa solução pensada para “manter a identidade rural da envolvente e induzir velocidades de circulação mais reduzidas”.

“Esta é uma obra com uma dimensão muito prática na vida das pessoas, mas também com um grande cuidado ambiental e paisagístico. Integra-se numa lógica de mobilidade que aproxima zonas residenciais, espaços de lazer e equipamentos desportivos, com segurança, conforto e respeito pelo território”, afirma o presidente da Câmara Municipal, Domingos Bragança, citado na mesma nota.

E acrescenta: “Fizemos aqui mais do que abrir uma estrada: desenhámos um percurso que valoriza o espaço agrícola, protege a biodiversidade e convida à fruição do território. É esta a nossa forma de construir cidade: com futuro, com equilíbrio e com identidade”.

O projeto contemplou ainda a integração paisagística e ambiental da obra, com especial atenção à preservação da Reserva Agrícola Nacional e da Reserva Ecológica Nacional.

Foram plantadas espécies vegetais autóctones, ajustadas às características do solo e do clima, promovendo a “requalificação ecológica e o enquadramento visual da infraestrutura”.

A mobilidade suave foi também uma “prioridade”. A nova via é delimitada por passeios pedonais, mantém a ciclovia existente e introduz novos percursos pedonais em saibro, especialmente pensados para acompanhar a zona húmida adjacente. Estes percursos “interligam-se com a envolvente e promovem a fruição ambiental, a prática desportiva e o contacto com a natureza”.

“Com esta obra, Guimarães reforça o seu compromisso com uma mobilidade equilibrada, integrando funcionalidade, sustentabilidade e qualidade de vida num território em constante transformação”, lê-se na mesma nota.

 
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