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Guimarães

Guimarães: GreenWeek promove mercado para venda de objetos usados

Sustentabilidade ambiental

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

O programa GreenWeek Guimarães vai organizar um mercado no dia 22 de setembro, no Largo Condessa do Juncal, “exclusivamente para objetos usados”, desde antiguidades, numismática, filatelia e livros a mobiliário.

O objetivo é “sensibilizar e mobilizar” a população para a “sustentabilidade ambiental”, anunciou hoje a autarquia, referindo que as inscrições para bancas de venda já estão abertas.

A autarquia salienta que o GreenWeek “têm por base o despertar e mobilizar a comunidade para os alertas, valores e princípios da defesa do ambiente, através de ações de entretenimento, pedagógicas, lúdicas, atividades físicas, expressão artística e cultural”.

Os interessados em participar no mercado da segunda mão devem enviar e-mail para [email protected]

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Guimarães

Funcionário da Câmara de Guimarães acusado de ‘desviar’ quase três mil litros de gasóleo

Peculato

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou de peculato um funcionário da Câmara de Guimarães, por alegadamente se ter apropriado de pelo menos 2.815 litros de gasóleo e por uso de veículos automóveis do município em proveito próprio.

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que o arguido era assistente operacional e que com a sua conduta terá obtido uma vantagem patrimonial ilegítima superior a 3.070 euros.

Segundo o MP, o arguido recorreu a “vários expedientes” e chegou a usar viaturas do município ao fim de semana.

O suspeito está acusado de um crime de peculato, de um crime de peculato de uso e de um crime de falsificação.

O MP promoveu que seja condenado a pagar ao Estado o valor que terá “ganho” com a sua conduta, sem prejuízo do ressarcimento ao município em que venha eventualmente a ser condenado.

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Guimarães

Empresário de Guimarães dissipou 3,5 milhões em património para não pagar a credores

Insolvência dolosa

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público acusou de insolvência dolosa agravada o administrador de uma empresa de Guimarães que terá dissipado património num valor de quase 3,5 milhões de euros para assim evitar pagar aos credores, nomeadamente aos trabalhadores.

Em nota hoje publicada na sua página na internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que o Ministério Público (MP) considerou indiciado que, por sentença datada de 19 de junho de 2014, a sociedade anónima de que o arguido era administrador foi declarada insolvente.

Nesse processo, embora tenham sido apreendidos bens no valor de 383 mil euros, ficaram créditos por satisfazer, incluindo créditos laborais.

Só por conta dos créditos laborais devidos pela sociedade aos seus trabalhadores, o Fundo de Garantia Salarial pagou a quantia ilíquida global de 2,2 milhões de euros.

O MP considerou ainda indiciado que o arguido, de 2011 a 2014, introduziu na sociedade “um esquema de manipulação da faturação, diminuindo artificialmente o valor desta, para que parte das vendas não ficasse registada na contabilidade”.

Além disso, acrescenta o MP, o arguido retirou do património líquido da sociedade quantias monetárias.

No total, foi dissipado património da sociedade no valor de 3,49 milhões de euros.

O MP promoveu que o arguido seja condenado a pagar ao Estado este valor, correspondente à vantagem da atividade criminosa que desenvolveu.

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Guimarães

Comunidade Angolana diz que “foi sempre bem recebida” em Guimarães

Caso Marega

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Foto: Facebook da Comunidade Angolana em Guimarães / DR

A Comunidade Angolana de Guimarães emitiu um comunicado, esta quinta-feira, onde expõe a sua opinião sobre o recente incidente que envolveu o futebolista Marega e alguns apoiantes do Vitória SC num episódio de racismo.

Esta comunidade começa desde logo por afirmar o seu repudio contra qualquer tipo de desigualdade ou atos racistas em qualquer tipo de contexto.

Depois destas afirmações o comunicado segue explicando que esta comunidade jamais se sentiu vitima de racismo na cidade vimaranense, antes pelo contrário, mostrando um sentimento geral de inclusão e gratidão pelo pelo apoio prestado não só à Comunidade Angolana como africana em geral.

Imagem: Facebook de Comunidade Angolana de Guimarães / Divulgação

No comunicado são referidas ainda a forte partilha cultural desta comunidade não só em Guimarães como na zona norte de Portugal.

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