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Guimarães

Guimarães “desatou nó cego” do trânsito, afirma presidente da Câmara

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O presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, afirmou hoje que o desnivelamento da rotunda de Silvares resolve “o centro da mobilidade” do concelho, já que se trata da principal entrada e saída da cidade.

“O centro da mobilidade do concelho é este, desatámos este nó cego”, referiu o autarca, numa conferência de imprensa antes da abertura daquele desnivelamento, marcado para as 21:00.

O desnivelamento da rotunda passou pela construção de um “falso túnel”, a céu aberto, num investimento de 3,6 milhões de euros, suportado em 85% pela Infraestruturas de Portugal (IP) e em 15% pelo município.

Para o presidente da Câmara, trata-se de uma obra que “cria bem-estar” para quem vive e trabalha em Guimarães, ao mesmo tempo que vai incentivar a instalação de empresas no concelho.

O autarca lembrou, concretamente, os congestionamentos e as filas de trânsito que em certas horas do dia ali se registavam.

“Está resolvido o problema no principal centro da mobilidade do concelho”, enfatizou.

O vice-presidente da IP, José Serrano Gordo, sublinhou o facto de a obra ter cumprido os prazos e o orçamento apesar de executada “em plena pandemia”.

“Está desatado este nó górdio”, referiu.

Com aquele desnivelamento, o tráfego de passagem evita o atravessamento pela rotunda de Silvares.

O projeto foi desenvolvido em coordenação com a Câmara de Guimarães, que irá promover a construção de uma via de acesso do Avepark à EN101, complementando o empreendimento agora concluído.

“A realização destes projetos irá assegurar a aproximação do Avepark aos principais eixos rodoviários que constituem uma malha essencial para o transporte de pessoas e mercadorias, tendo como foco a A11, promovendo a conexão do território e potenciando o crescimento económico, a criação de emprego e fixação de população na região de Guimarães”, lê-se num comunicado da IP.

O investimento na melhoria das acessibilidades ao Avepark integra o Programa de Valorização das Áreas Empresariais (PVAE), que como objetivo reforçar a competitividade das empresas, potenciar a criação de emprego e aumentar as exportações.

No âmbito do PVAE, a Infraestruturas de Portugal está a executar um conjunto de projetos de melhoria das acessibilidades rodoviárias às zonas empresariais de norte a sul do país, representando investimento global de cerca de 100 milhões de euros.

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