Seguir o O MINHO

Guimarães

Guimarães: Câmara assina contratos para apoio a clubes e associações desportivas

Na sala de conferências da Plataforma das Artes e da Criatividade

em

Foto: Divulgação/CM Guimarães

A Câmara Municipal de Guimarães vai proceder à cerimónia de assinatura dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo com clubes e associações do concelho, este sábado, 16 de março, pelas 10:30 horas, na sala de conferências da Plataforma das Artes e da Criatividade.

Refira-se que a assinatura destes contratos resulta da aprovação na reunião de Câmara de 28 de fevereiro dos subsídios aos clubes desportivos, em consonância com o estabelecido no Regulamento de Atribuição de Apoios às Associações Desportivas de Guimarães.

Anúncio

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Guimarães

Ex-Procuradora Geral da República Joana Marques Vidal fala, em Guimarães, sobre poder e corrupção

IV edição da Nova Ágora

em

Foto: DR

Os “Olhares sobre o Poder e Corrupção” é o tema da conferência que conta com a participação de Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral Adjunta no Tribunal Constitucional, no Paço dos Duques.

Marcada para as 21:30, participam, ainda, na IV edição da Nova Ágora, Luís de Sousa, Subdirector e Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS-ULisboa), e Paulo de Morais, Professor Universitário e Presidente da “Frente Cívica”. A moderação fica a cargo do jornalista António Mateus.

Na sexta-feira seguinte, dia 29 de Março, é a vez dos “Populismos” serem debatidos, desta vez na Casa das Artes, em Famalicão.

A terceira e última conferência deste ano acontece novamente no dia 05 de abril, em Braga, no Espaço Vita. “Migrações” é o tema que encerra o ciclo de conferências desta Nova Ágora.

Continuar a ler

Guimarães

Westway Lab Festival transforma Guimarães na “cidade da música”

Sexta edição

em

Foto: DR

Guimarães vai assumir-se, de 10 a 13 de abril, como a “cidade da música”, com a sexta edição do Westway Lab Festival, que reunirá mais de duas centenas de profissionais nacionais e internacionais, foi hoje anunciado.

Em conferência de imprensa, o diretor artístico do festival, Rui Torrinha, disse que o certame contará com um total de 29 concertos e tem como objetivo “estender-se a toda a cidade”.

“Este é um festival da cidade e do território”, sublinhou.

Nesta sexta edição, acrescentou, o festival “atinge expressão planetária”, ao apresentar o Canadá como país convidado, ultrapassando assim, pela primeira vez, as fronteiras europeias.

Antes do festival propriamente dito, terão lugar, no Centro de Criação de Candoso, residências artísticas, que juntarão cinco músicos portugueses, um do Canadá, um de Itália e um da Áustria.

O resultado das residências será apresentado em 10 e 11 de abril, no Centro Cultural Vila Flor (CCVF).

O concerto inaugural do festival está marcado para 10 de abril, também no CCVF, e estará a cargo do holandês Jacco Gardner.

O dia 12 será dedicado ao Canadá, sendo a representação deste país alimentada, sobretudo, pelo folk, com alguns cruzamentos com o pop.

Sarah Macdougall, Tribe Royal, Megan Nash, Les Deuxluxes e The East Pointers são os nomes do cartaz canadiano.

Segundo Rui Torrinha, este é um festival assente na dimensão 3P: Processo (residências artísticas), Pensamento (conferências) e Produto (Concertos).

“A grande força do festival é a diversidade. Aqui não há um estilo definido, aqui há música independente, criatividade, processo de criação”, referiu.

Vaticinou que o festival “vai crescer em escala”, mas vincou que o mais importante é que continue a crescer em qualidade.

Destacou ainda as portas internacionais que o festival tem aberto a jovens músicos portugueses.

Este ano, o festival, pela mão do gabinete de internacionalização da música portuguesa Why Portugal, vai receber três nomes que, segundo a organização, “mostram bem a diversidade da criação” nacional.

Em causa a pop construída entre guitarras e sintetizadores de Neev, o fado saído da guitarra de Marta Pereira da Costa e o “indie delico-doce” dos Vaarwell.

Além do CCVF, o festival terá ainda como palcos outros espaços da cidade, entre os quais um hotel e cafés.

Continuar a ler

Guimarães

‘Beatas’ dos fumadores de Guimarães transformadas em tijolos ecológicos

As beatas são desinfectadas, trituradas e depois transformadas numa substância que se mistura na argila, explica a O MINHO, Juan Henriques, do Instituto da Soldadura e Qualidade (ISQ)

em

O Instituto da Soldadura e Qualidade (ISQ), o Laboratório da Paisagem, em Guimarães e o Centro de Valorização de Resíduos (CVR) deram as mãos para desenvolverem o E-tijolo. A ideia é incorporar pontas de cigarros em estruturas construtivas, nomeadamente tijolos mas também cerâmicas.

As também conhecidas como ‘beatas’ são dos elementos mais poluentes: “uma ponta de cigarro num litro de água é equivalente a esgoto doméstico”, revela Nuno Silva, do Laboratório da Paisagem.

Eco-Pontas e Papa-Chicletes. Foto: Facebook de Laboratório da Paisagem

Depois de vencer um concurso que passava pela constituição de uma bolsa de ideias com o intuito de transformar ideias inovadoras em iniciativas empresariais, a equipa do ISQ encontrou o projeto ‘EcoPontas e ‘papa-chicletes’ desenvolvido pelo Laboratório da Paisagem de Guimarães a que se viria a associar o Centro de Valorização de Resíduos.

“Definimos um esquema para incorporar o produto resultante do tratamento das pontas de cigarros em estruturas construtivas”, começou por explicar a O MINHO, Juan Henriques, do ISQ. As beatas são desinfectadas, trituradas e depois transformadas numa substância que se mistura na argila.

“Recolhemos as beatas e depois o Centro de Valorização de Resíduos, que tem muita experiência nesta área, reconverte-as numa substância. Nós agora estamos na fase de construir protótipos de tijolos que cumpram as normativas europeias”, revelou ainda.

O ISQ é o responsável pela fabricação dos protótipos e já há interessados no produto final: “temos duas empresas do sector cerâmico atentas ao nosso trabalho”.

Segundo o responsável do ISQ, os primeiros 15 quilos de pontas de cigarros recolhidos e, depois de transformados, não chegaram para criar os primeiros 30 protótipos.

Juan Henriques explica que o e-tijolo tem duas vantagens: “consegue dar uma segunda vida a resíduos, neste caso beatas, que são uma componente altamente poluidora e depois consegue reduzir as necessidades energéticas na altura do fabrico. Estamos a falar de uma redução à volta dos 60%”.

A intenção da equipa do ISQ é construir uma parede num dos edifícios actualmente em reabilitação na cidade vimaranense. “Esperamos ter os primeiros e-tijolos prontos ainda este ano, com os testes concluídos e dentro das normas europeias”.

Ecopontas

O projecto “Ecopontas e papa-chicletes” é desenvolvido pelo Laboratório da Paisagem, em Guimarães, tem três anos e já ganhou um prémio nacional em 2016 da Sociedade Ponto Verde. Nuno Silva explicou a O MINHO que o ‘Ecopontas’ já vendeu 100 estruturas para todo o país e que “o nosso contributo para o ‘E-Tijolo’ passa por fornecer a matéria prima para depois ser valorizada pelo CVR”.

Por mês são recolhidas em média 35 mil pontas de cigarro nas sete estruturas espalhadas pela cidade de Guimarães. “Tem sido um sucesso porque, desde o início, quisemos fazer algo diferente. Apostamos num design diferente e com perguntas provocatórias, no bom sentido”.

Cidades europeias apostam em ideias criativas para combaterem o fenómeno das pontas de cigarro no chão. Foto: DR

Isto é, nas estruturas estão inscritas perguntas, “normalmente com respostas de sim e não”, e as pessoas colocam a ponta do cigarro respondendo à questão. “Como as estruturas são transparentes, as pessoas conseguem ver a resposta mais escolhida”.

“As pessoas têm aderido muito bem a esta iniciativa”, reconhece Nuno Silva que lembra: “ este é um problema ambiental enorme para a cidade e as pessoas não têm noção dos malefícios que uma simples ponta de cigarro tem para o ambiente”.

Se é verdade que há mais ‘beatas’ recolhidas na Primavera/Verão do que no Inverno porque “as pessoas saem mais de casa”, Nuno Silva revela que “vimaranenses já vão tendo mais conhecimento da existência destas estruturas, sobretudo nas áreas onde estão implementadas”.

UMinho, centro histórico e zona do estádio são os principais locais da sua implantação mas, segundo Nuno Silva, “há intenção da Câmara em colocar estes pontos de recolha em mais espaços públicos”.

Cascais, Funchal, Celorico de Basto e Viseu são, por exemplo, municípios que já aderiram a este projecto comprando estruturas para colocar em pontos estratégicos.

Continuar a ler
Anúncio

ÚLTIMAS

Reportagens da Semana

EM FOCO

Populares