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Desporto

“Guimarães afirma-se como referência na prática de desporto inclusivo”

Campeonato do Mundo de Basquetebol 3×3 e de Judo para atletas com Síndrome de Down

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A cerimónia de abertura do Campeonato do Mundo de Basquetebol 3×3 e de Judo para atletas com Síndrome de Down decorreu na manhã deste sábado, 30 de novembro, no pavilhão da EB23 de Caldas das Taipas, em Guimarães.

Esta competição serve de preparação para os Jogos Paralímpicos de 2020 com a participação de uma centena de atletas em representação dos seguintes países: Croácia, Kuwait, Roménia, Itália, Polónia, Rússia, Turquia, Suécia e Portugal.

O Vereador do Desporto da Câmara de Guimarães, Ricardo Costa, salientou que “a prática de desporto é fundamental para a construção de uma sociedade” ao sublinhar que “quanto maior é o número de praticantes, mais competitiva se torna” e neste capítulo vincou que “ninguém pode ficar para trás”. Ricardo Costa fez alusão ao território de Guimarães como “referência na prática do desporto de inclusão” partilhando o “mérito” pelos “clubes e associações desportivas que têm feito um trabalho notável nesta área”.

O presidente do Comité Organizador transmitiu a mensagem do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. “O desporto inclusivo está vivo e Guimarães faz uma justa homenagem aos que vivem o desporto inclusivo, quer a quem o pratica como a quem está envolvido na sua organização”, referiu o ministro.

O diretor regional do norte do IPDJ, Vítor Dias, mencionou o “trabalho magnífico” realizado nesta área de integração e vincou a necessidade de “criar as mesmas oportunidades e os mesmos acessos à prática de desporto” para os jovens com Síndrome de Down.

A competição foi declarada aberta por Neno, contando ainda com a presença do olímpico Nuno Delgado como patrono destes campeonatos do Mundo. A sessão oficial da cerimónia de abertura contou ainda com as presenças de Ricardo Costa, Vereador do Desporto da CM Guimarães, Paula Oliveira, Vereadora da Ação Social da CM Guimarães, Geoff Smedley, Presidente da SUDS (Sport Union Down Syndrome) Vítor Figueiredo, do Comité Olímpico de Portugal, Vítor Dias, delegado do IPDJ, José Costa Pereira, Presidente da ANNDI, Luís Soares, presidente da Junta de Freguesia de Caldas das Taipas, Miguel Pinto Lisboa, presidente do Vitória SC e Rui Leite, presidente da Cercigui.

O Campeonato do Mundo de Basquetebol 3×3 e de Judo para atletas com Síndrome de Down, é organizado pela ANDDI-Portugal (Associação Nacional de Desporto para Desenvolvimento Intelectual), com o apoio do Município de Guimarães, decorre entre os dias 29 de novembro e 02 de dezembro no pavilhão da EB 23 de Caldas das Taipas.

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Futebol

“Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta”

Declarações após o Famalicão-Marítimo (1-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores do Famalicão e do Marítimo no final do encontro da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “O Marítimo é uma equipa muito forte, com um processo ofensivo com muita qualidade, com um bom guarda-redes, que dificulta a pressão alta que queríamos fazer, uma vez que consegue vascular o jogo com facilidade. No processo defensivo também é uma equipa muito forte.

Contudo, conseguimos ser competentes para chegar com bola aos nossos médios. Na primeira parte, tivemos várias oportunidades para lá chegar. Fomos previsíveis e algo lentos, falhámos alguns passes e não chegámos com a qualidade que pretendíamos para as zonas de finalização.

Na segunda parte fomos melhores e dominámos o Marítimo. Fomos muito pressionantes com e sem bola, mas com algum azar não empatámos. No último lance fomos felizes, mas o último é igual ao primeiro. Acabámos por empatar e foi um justo prémio para nós.

Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta. Como profissionais, num clube como o Famalicão, só podemos pensar desta forma: fizemos jogos contra todas as equipas da primeira divisão e não podemos olhar para trás. O jogo acabou e está tudo no balneário triste. Ninguém pode falar em acabar no oitavo lugar, isso não nos passa pela cabeça. Se fomos capazes de fazer 31 pontos na primeira volta, sabemos que é complicado, que há equipas com outros recursos, mas vamos lutar por objetivos altos e pelos mesmos 31 pontos. Não vamos baixar a fasquia, trabalhamos numa casa que nos exige vitórias e sucesso”.

– José Gomes (treinador do Marítimo): “Foi um jogo repartido, com o Famalicão a ter mais tempo a controlar o jogo, mas os meus jogadores foram cumpridores naquilo que era o nosso plano de jogo, a parar aquilo que eles fazem neste campeonato. Normalmente, nestas situações, o foco vai para aquilo que o Famalicão não fez bem, mas a questão é porque é que não conseguiu fazer o que costuma fazer.

Todos os maritimistas antes do jogo comprariam o empate. Depois do jogo fica o sabor de perda de dois pontos. Jogámos contra uma equipa muito bem organizada e que não está no terceiro lugar por acaso. Defensivamente fomos cumpridores e conseguimos anular o jogo ofensivo do Famalicão. Foi pena este lance no fim que deu o golo.

Desde que cá estou, só perdemos o primeiro jogo. Por isso, atendendo ao registo desta época, podemos considerar positivo. A tendência é melhorar e que a equipa suba o nível”.

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Desporto

Autópsia a Paulo Gonçalves realizada e corpo esperado no início da semana em Esposende

Corpo sujeito a duas autópsias a pedido da seguradora

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Foto: Divulgação

A autópsia de Paulo Gonçalves já foi realizada e o corpo do piloto falecido no Rali Dakar deverá ser libertado nos próximos dias, indicou à Lusa fonte da Secretaria de Estado das Comunidades.

“Realizaram-se hoje [domingo] os procedimentos forenses que estavam ainda em falta. Aguarda-se que o processo fique concluído do ponto de vista administrativo no início da semana. A trasladação irá realizar-se nos dias seguintes”, revelou à agência Lusa a mesma fonte, por escrito.

Mais de mil motards homenagearam Paulo Gonçalves em Lisboa

De acordo com a mesma fonte, “a família foi contactada pela Embaixada de Portugal na Arábia Saudita, que tem acompanhado todo o processo, em contacto com as autoridades sauditas”.

Esta segunda autópsia ao corpo do malogrado piloto português foi feita a pedido da seguradora, faltando agora o relatório médico.

De acordo com o que revelou fonte da equipa Hero à Lusa na semana passada, “lesões graves na cabeça e cervical” provocadas pela queda a alta velocidade durante a sétima etapa da prova estiveram na origem da morte do piloto luso.

A Câmara Municipal de Esposende indicou que está a ser preparado o desfile fúnebre até ao cemitério de Gemeses, onde será sepultado.

‘Motards’ vão encher marginal de Esposende no último adeus a Paulo Gonçalves

Paulo Gonçalves faleceu dia 12 de janeiro, aos 40 anos, na sequência de uma queda sofrida ao quilómetro 273 da sétima de 12 etapas do Rali Dakar de todo-o-terreno, cuja 42.ª edição se disputou este ano na Arábia Saudita.

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Futebol

“Dividiu-se o mal pelas aldeias”

17.ª jornada da Liga

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Declarações dos treinadores após o jogo Paços de Ferreira – Gil Vicente, que terminou empatada (0-0), da 17.ª jornada da I Liga de futebol:

– Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Foi um jogo muito difícil. Houve uma guerra tremenda pelos pontos. O jogo nem sempre foi bem jogado, mas foi emotivo. Estava-se a adivinhar um golo para qualquer um dos lados e, quem marcasse, ficava mais perto de ganhar.

Não houve muitas oportunidades, lembro-me de duas bolas na barra, também tivemos as nossas oportunidades, mas seria penalizante a derrota para qualquer uma das equipas. Mas, também, nenhuma delas merecia vencer. Dividiu-se o mal pelas aldeias. Conseguimos ganhar um ponto e o resultado está de acordo com o que as equipas produziram”.

– Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “Tornou-se um jogo difícil e complicado. Tentámos na primeira parte ter mais bola e ligar os setores, mas uma equipa quando está baixa, de frente para o jogo e à espera do erro, torna-se fácil identificar as referências de pressão. Sentimos isso, o que deu azo às transições do Gil, mas a entrada foi positiva da nossa parte. Optámos depois por um jogo diferente, mais combativo e direto, o terreno assim exigia. Conseguimos várias oportunidades, mas não fizemos golo.

Estamos sempre mais próximos de ganhar quando não sofremos e nesse aspeto temos crescido muito. Quatro jogos seguidos sem sofrer é algo de valorizar, e muito”.

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