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Alto Minho

Grupo espanhol quer construir residência para idosos em Valença

Grupo Clece Vitam

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Foto. Divulgação / Clece Vitam

O grupo espanhol Clece, que conta com duas residências sénior em Portugal, vai investir mais de 35 milhões de euros em outras duas instalações, uma das quais em Valença, nos próximos 20 anos, e pretende chegar às 10 unidades, revelou a sociedade.

“Esta é uma área de negócio estratégica para o grupo, sobretudo em Portugal, onde a esperança média de vida crescente e tendência para um envelhecimento ativo exigem opções ajustadas a esta nova realidade”, referiu o grupo, que opera com a nova marca Clece Vitam.

A empresa abriu recentemente uma nova unidade, em Lisboa, depois de ter inaugurado a sua presença no mercado nacional em 2007. A Clece já contava com uma unidade, em Fátima, antes da de Lisboa.

“Estão ainda previstas mais duas residências em Portugal: uma em São Domingos de Rana e outra em Valença, num total de mais de 35 milhões de euros de investimento para os próximos 20 anos. Todas estas residências terão uma lotação superior a 60 pessoas e irão empregar mais de 100 pessoas”, de acordo com a mesma nota.

O grupo informou ainda que na Residência Sénior do Areeiro foram, “até à data, criados 30 postos de trabalho em várias áreas profissionais, sendo que se pretendem contratar mais cerca de 40 profissionais, desde auxiliares de lares, cozinheiros, enfermeiros, psicólogos, animadores e fisioterapeutas”.

O grupo garante que dá formação adequada às funções a todos estes profissionais.

Bruno Moreira, diretor geral da Clece Portugal, citado no comunicado, referiu que no território nacional existe “cada vez mais uma população envelhecida, mas também cada vez mais ativa”.

“Pretendemos consolidar o negócio da Clece Vitam em Portugal através das duas atuais residências e evoluir para a construção das duas que temos em planeamento”, salientou o responsável, garantindo que o objetivo a longo prazo será o de chegar “às dez residências” e, para isso, estão “preparados para investir tanto em infraestruturas, equipamentos e profissionais especializados”.

O grupo Clece nasceu em Espanha, em 1992, e conta com mais de 75.000 pessoas em Espanha e Reino Unido, em diversas áreas de negócio, incluindo gestão de residências sénior, ‘facility services’, atividade aeroportuária, limpeza e manutenção.

A empresa entrou em Portugal em 2007, com serviços de limpeza, e tem atualmente mais de 2.500 colaboradores em território nacional.

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Arcos de Valdevez

Condutor sai praticamente ileso após queda de 150 metros em Arcos de Valdevez

Jovem de 19 anos

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Foto: Filipe Guimarães

Um homem saiu com ferimentos apenas ligeiros após uma queda numa ravina de 150 metros, este sábado, em Sistelo, concelho de Arcos de Valdevez.

O acidente ocorreu na estrada de acesso aos lugares de Porto Cova e Padrão.

Foto: Filipe Guimarães

Foto: Filipe Guimarães

Foto: Filipe Guimarães

A vítima, um jovem de 19 anos natural de Aboím das Choças, Arcos de Valdevez, foi resgatado e trabsportado para o Centro Hospitalar do Alto Minho em Viana do Castelo, segundo o Jornal de Notícias.

Estiveram no local nove operacionais com três viaturas dos Bombeiros locais, a equipa SIV do INEM sediada em Arcos de Valdevez. A GNR tomou conta da ocorrência.

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Alto Minho

Diocese confirma saída de ‘padre motard’ das paróquias de Caminha

Nomeações sacerdotais

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Foto: Facebook "Fica Padre Ricardo"

A diocese de Viana do Castelo ignorou as petições públicas e manifestações em prol do padre Ricardo Esteves, durante quatro anos pároco em freguesias de Caminha, e publicou neste sábado, através do seu portal oficial na internet, as nomeações sacerdotais eclesiásticas para outubro de 2019, confirmando novas paróquias em Valença para o padre motard.

No anúncio oficial, é apontado que o reverendo padre  Ricardo José Carreira Esteves, recentemente dispensado da paroquialidade de S. Martinho de Lanhelas, Sta. Eulália de Vilar de Mouros e S. Pedro de Seixas, no arciprestado de Caminha, é agora nomeado pároco de Divino Salvador de Gandra, Sta Marinha de Taião, S. Félix de Sanfins, S. Tiago de Boivão e S. Cristóvão de Gondomil, no arciprestado de Valença.

Em agosto de 2019, as populações das três freguesias do concelho de Caminha iniciaram um movimento de apoio à permanência do padre de 36 anos a quem a diocese de Viana do Castelo terá comunicado a mudança em setembro.

Além da petição, no início de agosto realizou-se uma concentração de apoio ao pároco, que juntou cerca de 200 pessoas. A iniciativa partiu de um grupo de jovens da freguesia de Seixas, uma das mais populosas do concelho de Caminha.

Foi ainda criada uma página nas redes sociais, intitulada “Fica Padre Ricardo Esteves”, onde apelam à mobilização dos paroquianos em torno da permanência do pároco, há 10 anos colocado naquelas três paróquias.

As freguesias de Seixas, Lanhelas e Vilar de Mouros têm cerca de 3.246 habitantes.

A diocese confirmou neste sábado a nomeação do padre Manuel Joaquim Rodrigues Pinto para as paróquias de S. Martinho de Lanhelas, Sta. Eulália de Vilar de Mouros e S. Pedro de Seixas.

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Ponte de Lima

Ponte de Lima combate efeito de estufa com novo carregador de veículos elétricos

Descarbonização

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Foto: DR / Arquivo

Considerando que é uma das medidas essenciais para atingir os objetivos de redução da emissão dos gases com efeito de estufa e descarbonização do centro urbano, a Câmara Municipal de Ponte de Lima deliberou por maioria, na reunião de 07 de outubro, disponibilizar um lugar de estacionamento, na Calçada dos Quarteis, a título gratuito para a instalação de um posto de carregamento de veículos elétricos, com a possibilidade de carregamentos rápidos ou semirrápidos.

A proposta apresentada pela vice-presidente da Câmara Municipal, Mecia Martins, visa dar resposta aos utilizadores de veículos elétricos, sem custos adicionais para o Município de Ponte de Lima.

De acordo com a mesma proposta, o posto de carregamento vai ser instalado em área do domínio público, titulado pela Câmara Municipal que atribuirá licença ao operador privado, ficando este responsável pelas obras de instalação, exploração e manutenção do equipamento.

A presente proposta com a durabilidade de um período de dois anos, será renovada uma única vez por igual período de forma automática, desde que o equipamento se mantenha em funcionamento.

No caso de o proponente deixar de manter o equipamento em funcionamento, a autorização caducará devendo cessar a utilização do espaço cedido a título gratuito, no prazo a estabelecer para o efeito.

No final do prazo autorizado para a utilização do espaço, a autorização caducará, devendo devolver o espaço livre de pessoas e bens, repondo-o nas condições em que se encontrava antes da sua utilização.

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