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Braga

Grupo dst lança nova marca para construir cidades inteligentes do futuro

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Foto: DR/Arquivo

A mosaic é a nova marca do grupo dst, de Braga, criada com o objetivo de abordar, de forma integrada, o mercado das Smart Cities.


Apresentada, sexta-feira, na Portugal Smart Cities Summit 2018, em Lisboa, a marca, que pretende criar uma rede que ligue as pessoas ao território, quer sejam vilas, aldeias ou cidades, vai agregar uma ampla variedade de tecnologias e competências de várias áreas – engenharia, energia, comunicações e ambiente -, que, até ao momento, eram disponibilizadas aos clientes, de forma isolada, por cada uma das empresas do grupo dst.

“Com base num portfólio diferenciador de competências internas, a mosaic oferece ao mercado soluções tecnológicas que representam uma resposta completa aos desafios dos seus clientes, ao invés de vender produtos e serviços de forma avulsa e que requerem a integração pelo próprio cliente” revela José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo.

Ou seja, sublinha, “não vendemos plataformas tecnológicas ou aplicações informáticas, mas soluções que dão resposta a problemas reais ou a oportunidades de melhoria através da inovação tecnológica”.

Promover a economia circular, o controlo das infraestruturas da cidade e um ambiente sustentável; aproximar o decisor ao cidadão, através de serviços universais e de proximidade, centrados no aumento do bem-estar e no exercício da cidadania com uma maior participação; e promover a coesão e a inovação social, cultural e territorial são os três eixos fundamentais que sintetizam a operação da mosaic, que ambiciona “construir as smart cities do futuro”.

Direcionada fundamentalmente para autarquias e comunidades intermunicipais, assim como para entidades públicas e privadas com diferentes escalas de atuação territorial, no âmbito da gestão dos ativos ambientais, infraestruturas e redes de distribuição de energia e água, a nova marca do grupo dst aposta fundamentalmente em soluções centradas na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

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Braga

“Cabido de Cardeais” recua e suspende praxes na UMinho

Polémica

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Foto: "Cabido de Cardeais" / Arquivo

Num curto comunicado publicado às primeiras horas desta quarta-feira, o “Cabido de Cardeais” da Universidade do Minho (UM) anunciou que “se encontram suspensas todas as atividades de praxe com efeito imediato e até novas informações”.

O recuo daquela estrutura, que gere a praxe na UM, acontece depois de o anúncio do regresso das praxes ter levantado enorme polémica junto da comunidade académica.

Praxes regressam presencialmente a Braga e Guimarães. Polémica estala na UMinho

Além das críticas de muitos estudantes, a reitoria manifestou, ontem, “profundo desagrado com o anúncio” e já antes a Associação Académica tinha-se demarcado da decisão, alegando que a realização de praxes não era uma prioridade nesta fase.

Reitoria da UMinho manifesta “profundo desagrado” com regresso das praxes

A polémica envolveu também a Junta de Gualtar, onde fica localizado o campus de Braga, que acusou o “Papa da Academia Minhota”, Pedro Domingues, de mentir, quando em declarações ao Público afirmou que tinha contactado aquela autarquia.

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Braga

Associação desafia Ricardo Rio a ir de casa para o trabalho de bicicleta em Braga

Braga Ciclável

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Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

Fazer as viagens de casa até aos Paços do Concelho de bicicleta elétrica foi o desafio deixado ao presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, por parte da associação Braga Ciclável.

Através das redes sociais, a Braga Ciclável desafia o edil a utilizar uma das bicicletas elétricas que o Município de Braga tem à disposição para utilização dos funcionários.

A associação propõe apenas a deslocação casa-trabalho e trabalho-casa, ficando ao critério do autarca outro meio preferencial nas restantes deslocações a efetuar durante a semana.

“Ao fim de uma semana, e a utilizar a bicicleta nas avenidas que compõem a Rodovia, a Avenida 31 de Janeiro ou a Avenida da Liberdade – na estrada e porque terá que passar em partes destas Avenidas para realizar as suas deslocações – perceberá a necessidade de implementar o projeto aprovado em dezembro de 2017 no executivo municipal”, diz a Braga Ciclável.

“O que propomos é algo que na Câmara Municipal de Lisboa já acontece: o presidente Fernando Medina tem utilizado a bicicleta em algumas deslocações, apercebendo-se de problemas e sentindo a cidade de uma forma diferente”, finalizam.

Contactado pela Rádio Universitária do Minho, o autarca não quis comentar o desafio.

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Braga

Covid-19: Mais dois infetados e seis recuperados no concelho de Braga

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O concelho de Braga registava, até ás 18:00 horas desta terça-feira, 1.399 casos acumulados de infetados com covid-19 desde o início da pandemia, mais dois do que nos últimos sete dias, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Destes, 1.303 já estão recuperados, mais seis do que na última semana, lamentando-se ainda os mesmos 74 óbitos. Existem, atualmente, 24 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde e não coincidem com os divulgados pela Direção-Geral de Saúde, no qual Braga regista há várias semanas o mesmo número de casos. A DGS já veio a público admitir que os dados não têm sido atualizados, devendo essa atualização ocorrer em breve.

Portugal regista hoje mais nove óbitos por covid-19, em relação a segunda-feira, e mais 287 casos de infeção confirmados, dos quais 207 na região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo o relatório da DGS.

De acordo com o boletim epidemiológico diário, o total de óbitos por covid-19 desde o início da pandemia é agora de 1.629 e o total de casos confirmados é de 44.416.

Há 29.445 casos recuperados, mais 279.

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