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Braga

Grupo de Braga transformou fábrica degradada em hotel 4 estrelas (e ganhou um prémio)

Foi considerada a melhor reabilitação urbana em Portugal na categoria de Turismo

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Foto: DR

A obra de reabilitação de uma antiga fábrica degrada em Campanhã, na cidade do Porto, venceu esta quarta-feira o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, na categoria de Turismo. A obra esteve a cargo da construtora Grupo Casais, com sede em Mire de Tibães, concelho de Braga.

Aquilo que era uma antiga fábrica de componentes elétricos dos anos 80, inserida num perímetro bastante degradado nas imediações da estação de comboios de Campanhã, transformou-se num hotel de quatro estrelas, com temática diferenciadora, numa aposta clara na cultura e na música como agregadores de turistas para a região Norte do país.

Seguindo o cadastro das edificações já existentes, e verificando-se que as estruturas poderiam ser reaproveitadas, o projeto, a cargo da Arquitetos Aliados + Susana Leite, salvaguardou a fachada principal do prédio, em jeito industrial, de frente para a rua, e ainda as distâncias regulamentares em relação aos prédios adjacentes.

Antes da intervenção. Foto: DR

Antes da intervenção. Foto: DR

Antes da intervenção. Foto: DR

Antes da intervenção. Foto: DR

Com oferta de várias valências, entre as quais unidades de alojamentos como quartos ou até apartamentos, para além de estúdios de música, o hotel, concluído em setembro de 2021, foca-se no “turismo criativo”, atraindo não só turistas mas também trabalhadores liberais que procurem estadias breves.

Refere o dono da obra, a cargo da “Mouco”, que “este projeto surge da preocupação em pensar de forma integrada a cidade, o turismo, a cultura e a comunidade, sendo uma proposta que tendo a música como elemento convergente, que esteve na génese do nome M.Ou.Co. – Música e Outras Coisas, considera o espírito comunitário crucial para a promoção de um turismo responsável”.

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Para além das valências já elencadas, conta ainda com sala de reunião e de conferências, sala de trabalho e co-working, sala de espetáculos, sala de cinema, biblioteca/fonoteca, salas de ensaio de música, camarins, horta, piscina e jardins.

“Pretendeu-se que a reconversão funcional não apagasse a memória dos edifícios existentes, mas antes reforçando e valorizando a sua presença na paisagem urbana”, refere a promotora da obra.

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

O hotel tem 62 quartos e apartamentos, servidos por sala de estar, sala para refeições com 80 lugares sala para pequenos-almoços.

A sala de eventos /sala de cinema permitem, no seu conjunto, a ocupação total de 300 pessoas de pé e 168 pessoas sentadas, tendo uma área total de 220 metros quadrados.

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Depois da intervenção. Foto: DR

Há ainda uma zona envolvente, formada por um deck, uma pequena sala funcional e jardins com variados apontamentos e plantas exteriores que comunicam com as interiores, em áreas de 16 metros quadrados para a pequena sala funcional, 80 metros quadrados para o deck e 300 metros quadrados de jardins.

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