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Braga

Grupo Casais, de Braga, vence prémio de melhor construtora no “Índice da Excelência 2019”

Quarto prémio em três meses

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O Grupo Casais foi ontem distinguido com o prémio melhor empresa do setor de Construção, Infraestruturas, Transporte e Logística, na 4.ª edição do estudo de clima organizacional e desenvolvimento do capital humano “Índice da Excelência 2019”, foi hoje anunciado.

A empresa foi distinguida numa cerimónia que decorreu no Pestana Palace Lisboa Hotel & National Monument, em Lisboa, ficando ainda em 9.º lugar na categoria de “Grandes Empresas”.

Em comunicado enviado a O MINHO, o grupo salienta que este é “o quarto reconhecimento atribuído à construtora portuguesa em apenas três meses, premiando, desta vez, a sua política de recursos humanos”.

Em novembro de 2019, a empresa conquistou dois prémios do jornal Construir – “Prémio Sustentabilidade” e, pelo terceiro ano consecutivo, “Melhor Construtora do Ano” – e o Prémio Millennium Horizontes Internacionalização, em que foi reconhecida pela sua atividade em 16 países estrangeiros, de onde provêm 74% do seu volume de negócios.

“O Grupo Casais tem vindo a implementar uma estratégia vertical que nos permite responder ao mercado atual, à nossa dispersão geográfica e às dificuldades que o setor enfrenta após uma crise severa e prolongada, nomeadamente, a falta de mão de obra. A nível interno, implementamos a ‘Cultura Casais”, que é fundamental para assegurarmos a coesão e o alinhamento com a estratégia organizacional numa empresa com 4.500 colaboradores, dispersos por 17 mercados. Fomentamos a mobilidade dos nossos trabalhadores, a formação contínua na ‘Academia Casais’ e a partilha de experiências entre eles para fazer face à escassez de mão de obra. A nível externo, estamos focados em projetos que nos permitam manter o nosso alto padrão de qualidade”, explica António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais. “Estes prémios são o reconhecimento e o produto dessa estratégia e, é por isso, que chegam das mais diversas áreas”, acrescenta.

Essencialmente, a estratégia seguida pelo Grupo Casais, nos últimos anos, refere o grupo, é de aposta nos recursos humanos, de verticalização de operações, de concentração no core business da construção, de reforço da internacionalização e, sobretudo, de aposta na criação, conservação e disseminação do conhecimento produzido na empresa transparece nas distinções que tem vindo a somar.

Em 2020, mercado português deverá crescer

Atualmente, presente em 17 áreas geográficas – além de Portugal, Alemanha, Angola, Argélia, Bélgica, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Gana, Gibraltar, Holanda, Marrocos, Moçambique, Qatar e Reino Unido –, o Grupo Casais atingiu, no ano passado, um volume de negócios agregado de 514 milhões de euros, 74% por cento dos quais provenientes da sua atividade internacional. Registou, assim, um crescimento de 8% face ao ano anterior. Angola e Portugal são os dois principais mercados da Casais, mas António Carlos Rodrigues antecipa que, em 2020, o volume de negócios em solo nacional deverá crescer.

“Estamos a crescer em Portugal, impulsionados pelo aumento da procura no setor privado, encontrando-nos particularmente envolvidos em tudo o que é edificação, nomeadamente nas áreas de escritórios, residencial e hoteleira. Tudo aponta para que este ano possamos solidificar a nossa atividade nas mesmas geografias em que estamos presentes, sendo que Portugal poderá voltar a ser o nosso maior mercado”, aponta CEO da Casais.

Excelência Global da Organização de 71,9%

António Carlos Rodrigues não hesita em apontar a “boa equipa” como um dos pilares do sucesso do Grupo. “Temos hoje colaboradores de 23 nacionalidades e, na empresa, falam-se vários idiomas. No entanto, existe apenas uma cultura. Tal acontece porque temos uma boa equipa, que nos assegura uma grande capacidade de desmultiplicação”.

As conclusões do estudo “Índice da Excelência 2019”, desenvolvido pela Neves de Almeida | HR Consulting, em parceria com a Human Resources Portugal e o INDEG-ISCTE, em que o Grupo Casais participou pela primeira vez na categoria de Grandes Empresas, apontam para um Índice de Excelência Global de 71,9%, acima da média registada pelas 18 grandes empresas participantes, de 70%.

“Esta distinção vem confirmar a resposta a uma pergunta que nos fazem constantemente: o que fez a Casais de diferente para ter ultrapassado a crise que afetou todo o setor da construção? A Casais ultrapassou a crise porque deixou de ser uma empresa de construção e passou a ser uma empresa de gestão de pessoas. Quando passamos a fasquia de 1.500 colaboradores passamos a ser uma empresa que constrói pessoas e são as pessoas que constroem obras. Nós construímos líderes em todas as funções e isso é que nos permitiu ultrapassar a crise”.

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Braga

Escolta da polícia ajuda transportadora de Braga a levar materiais aos hospitais do país

Um vídeo partilhado hoje pela Torrestir, empresa com sede em Braga, mostra o Comando Distrital da PSP da Coimbra a escoltar um dos seus camiões, na semana que passou, durante o transporte de equipamentos para hospitais. “Garantimos assim, com sucesso, mais uma importante entrega, para podermos continuar a dar o apoio necessário ao setor da saúde, neste momento crucial”. Vídeo: Facebook

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Um vídeo partilhado hoje pela Torrestir, empresa com sede em Braga, mostra o Comando Distrital da PSP da Coimbra a escoltar um dos seus camiões, na semana que passou, durante o transporte de equipamentos para hospitais. “Garantimos assim, com sucesso, mais uma importante entrega, para podermos continuar a dar o apoio necessário ao setor da saúde, neste momento crucial”.

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Braga

Covid-19: Sobe para três o número de mortes em lar de Braga e há 42 infetados

Asilo S. José

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Três idosos acolhidos no Asilo de S. José, em Braga, morreram nos últimos dias com covid-19, havendo outros 23 utentes infetados, disse hoje o presidente da direção à Lusa.

Segundo José Cunha, a terceira morte registou-se na tarde de hoje, no Hospital de Braga, onde a vítima estava internada há cerca de uma semana. As outras duas mortes ocorreram igualmente no hospital. Os testes realizados a 19 utentes revelaram-se inconclusivos, pelo que serão repetidos.

De acordo com o mesmo responsável, 18 funcionários estão igualmente infetados.

“A nossa grande prioridade agora é encontrar pessoal que possa vir trabalhar, para substituir as funcionárias que estão há uma semana a fazer 12 horas por dia”, disse José Cunha.

Para o efeito, estão a ser feitas diligências junto de várias entidades, como Centro de Emprego, Cruz Vermelha, Segurança Social e bolsas de voluntariado, no sentido de conseguir as 15 pessoas necessárias para assegurar o funcionamento do lar nos próximos 15 dias.

Entretanto, o lar vai resolver “internamente” o problema dos infetados.

No logradouro, foram instaladas duas tendas para acolher os funcionários.

Os utentes infetados que não têm autonomia serão acolhidos no salão polivalente do lar, que assim se tornará numa espécie de enfermaria.

Os que não têm autonomia permanecerão em isolamento nos seus quartos.

O lar conta, neste momento, com 103 utentes, de idade elevada.

“São todos de idade elevada, com 107 anos, com 100, com 90 e muitos, muitos deles com várias patologias associadas, o que torna a situação muito, muito complicada, mas nós estamos, naturalmente, a fazer tudo o que está ao nosso alcance para tratar dos nossos utentes”, disse ainda José Cunha.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000.

Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes, mais 19 do que na véspera (+19%), e registaram-se 5.962 casos de infeções confirmadas, mais 792 casos em relação a sábado (+15,3%).

Dos infetados, 486 estão internados, 138 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Braga

Covid-19: Segundo utente infetado na APPACDM de Braga

Uma funcionária também testou positivo

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Foto: Luís Moreira / O MINHO

Um utente do lar da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Lomar, em Braga, testou positivo para Covid-19, soube O MINHO junto de fonte oficial.

Este caso junta-se a outros dois, de um outro utente e uma funcionária, conforme noticiado ontem.

No sábado, António Melo, presidente da direção da APPACDM de Braga, disse a O MINHO que os lares de Lomar, São Lázaro e Gualtar iam entrar em quarentena obrigatória a partir da noite de ontem, com cerca de 40 jovens e sete funcionários a permanecerem dentro das instalações durante os próximos 14 dias.

Sobre os dois primeiros casos confirmados, o responsável explicou que o jovem infetado pertencia ao Centro de Atividades Ocupacionais mas não frequentava a instituição desde 13 de março, nem nunca frequentou o lar residencial.  Quanto à funcionária infetada, o diretor explica que a infeção pode não ter sido contraída no lar.

Os restantes utentes e funcionários vão ser sujeitos ao teste de despistagem da doença, que devem ser conhecidos nos próximos dias, enquanto permanecem em quarentena dentro dos lares.

António Melo disse que cada utente será confinado a um quarto e será servido por uma funcionária, de modo a evitar múltiplos contactos.

“É uma situação muito difícil de gerir porque vários jovens têm doenças do foro mental e não vão querer estar confinados o dia todo num quarto”, alertou o responsável a O MINHO.

Em declarações ao jornal Correio do Minho, a diretora-técnica da APPACDM de Lomar revelou que o homem infetado, de 44 anos, estará em estado crítico, e já possui histórico de problemas respiratórios.

Queixas de funcionários

Alguns trabalhadores do organismo apontam críticas à direção por não ter tomado medidas anteriores, mas António Melo refuta-as, indicando que está a proceder conforme as determinações das autoridades de saúde.

Há ainda queixas de que existem ameaças para com os funcionários para que estes trabalhem, acusação também negada pelo diretor.

Sobre a ausência de apoio médico, António Melo explica que o enfermeiro habitual está a trabalhar no Hospital de Famalicão, que acresce o risco de contaminar os utentes, face a essa exposição.

O responsável reforça ainda que cada jovem está em quarto individual e isolado, por determinação da saúde pública.

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