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Região

Grupo assaltava por esticão idosos em Barcelos e Famalicão

Crime

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Foto: Ilustrativa

O Ministério Público (MP) acusou um homem e três mulheres por roubos por esticão a idosas e assalto a uma residência, crimes cometidos nos concelhos de Barcelos e Famalicão, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.


Em nota publicada na sua página, a procuradoria refere que o MP considerou indiciado que os arguidos praticaram “vários assaltos por esticão, escolhendo vítimas idosas do sexo feminino” que portavam ornamentos de ouro ou a tal semelhados, nomeadamente fios e anéis”.

Segundo o MP, os arguidos aproximavam-se das vítimas “simulando normal interação social, sacando-lhes depois repentinamente os adornos”.

Os crimes ocorreram nas freguesias de Outiz e Landim, ambas do concelho de Famalicão, e em Grimancelos, Roriz e Remelhe, no concelho de Barcelos, entre agosto e setembro de 2019.

Os bens roubados estão avaliados em mais de 7.400 euros.

O arguido e duas arguidas estão ainda acusados de, no dia 05 de setembro de 2019, em Roriz, Barcelos, terem assaltado uma casa de residência, de onde retiraram uma bolsa de mulher contendo 230 euros e dois cartões de débito, que depois foram usados para dois levantamentos de 200 euros cada um e para uma transferência bancária no valor de 1.500 euros.

No processo, é ainda arguida uma outra mulher, por furto qualificado.

O arguido aguarda o julgamento em prisão preventiva.

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Alto Minho

Direção de lar em Caminha confirma morte de utente associada à covid-19

Covid-19

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Foto: DR

O Centro Bem-Estar Social de Seixas, em Caminha, onde já foi registada uma morte devido à covid-19, e onde permanecem 30 utentes infetados, pediu ajuda à Segurança Social devido à “exaustão” dos funcionários, disse hoje o diretor da instituição.

“Aguardamos que a Segurança Social cumpra a promessa de por aqui uma equipa de intervenção composta por auxiliares e enfermeiros. Estamos confiantes nesse áspero. Se não for amanhã [segunda-feira], será terça-feira. A Cruz Vermelha, que é quem está a agilizar essas equipas de intervenção, já nos confirmou essa disponibilidade. Apenas têm de ser ultrapassados alguns constrangimentos”, disse à Lusa o presidente da direção da instituição, Manuel Vilares.

Em causa está um lar onde ocorreu uma morte associada ao surto do novo coronavírus na sexta-feira, de acordo com informação só confirmada hoje pela direção da instituição. A utente em questão tinha sido hospitalizada depois de uma queda e acabou por morrer por dificuldades respiratórias no hospital.

Quanto a utentes infetados, de acordo com a atualização feita hoje por Manuel Vilares, “permanecem 30 na instituição” e nove funcionários também infetados estão em isolamento em casa.

De um total de 97 testes realizados ao universo do lar, o diretor salvaguardou que “pelo menos um permanece inconclusivo”.

Manuel Vilares referiu, ainda, que o Centro Bem-Estar Social de Seixas tem atualmente quatro utentes hospitalizados no Hospital de Viana do Castelo, três dos quais infetados e um quatro “devido a sintomatologia ligada a outras patologias”.

Esta instituição do concelho de Caminha acolhe 52 utentes e tem 45 funcionários.

Sobre o reforço de equipas vindas de fora, Manuel Vilares explicou à Lusa que aguarda confirmação uma vez que “só poderão entrar com um teste negativo, algo que está a revelar-se complicado devido ao fim de semana e ao feriado de amanhã [segunda-feira, 05 de outubro, Implantação da República]”.

“Essa é a nossa única condição e compreendem-na. Também poderá ser necessário ultrapassar outros constrangimentos ligadas a condições de descanso e refeições, mas isso nós estamos empenhados em tratar”, referiu o responsável.

Manuel Vilares contou que Seixas não tem espaços hoteleiros, sendo uma freguesia que fica a cerca de quatro quilómetros de Caminha, sem grande afluência de transportes.

“Mas temos um albergue [dedicado a peregrinos do Caminho de Santiago] que tem condições para garantir períodos de descanso. Também facultaremos as refeições, naturalmente. Estamos todos, nós e outras entidades, a tentar agilizar a vinda da ajuda porque as equipas do lar estão exaustas”, descreveu.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e trinta mil mortos e mais de 34,9 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.005 pessoas dos 79.151 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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Viana do Castelo

Mulher encontrada em estado de decomposição em casa em Viana

Óbito

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Foto: DR

O corpo de uma mulher, com cerca de 80 anos, foi encontrado ao início da tarde deste domingo numa habitação no centro histórico de Viana do Castelo, em estado de decomposição.

Ao que apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros, a vítima estaria “há vários dias” morta em casa sem que ninguém desse por ela.

Uma vizinha, que estranhou já não a ver desde o início da semana, alertou os serviços de emergência por considerar que algo de estranho se passava.

Uma ambulância de socorro dos Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo deslocou-se ao local para dar assistência à vítima, mas já nada havia a fazer, pois apresentava já vários sinais de decomposição cadavérica.

Para remover o cadáver, foi necessária a utilização, por parte dos bombeiros, de equipamento de respiração adequada a incêndios, face ao intenso odor a cadáver que se fazia sentir dentro de casa.

O MINHO sabe que alguns familiares acorreram ao local, acompanhados por agentes da PSP daquela cidade.

Vizinhos indicaram que a mulher vivia sozinha naquela habitação.

A falecida foi transportada para o gabinete médico-legal de Viana do Castelo.

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Guimarães

Guimarães é a primeira cidade portuguesa na Declaração Europeia das Cidades Circulares

Ambiente

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

Guimarães tornou-se na primeira cidade portuguesa a assinar a declaração Europeia das Cidades Circulares, reforçando o trabalho que tem vindo a desenvolver na transição da economia linear para circular, anunciou a autarquia.

A par de Guimarães, outras importantes cidades europeias assinaram esta declaração como Ghent, Praga, Copenhaga, Helsínquia, Budapeste, Florença, Oslo, Liubliana e Malmo.

Em comunicado, a autarquia dá conta de que “esta transição contribuirá para criar uma sociedade eficiente em termos de recursos com baixo teor de emissões de carbono e socialmente responsável”.

“Nesse sentido, Guimarães tem já em execução, desde 2016, um plano estratégico para a Economia Circular (G4CE – Guimarães For Circular Economy) que tem sido alvo de reconhecimento nacional e internacional por contribuir para uma gestão eficiente de recursos, com o envolvimento dos cidadãos”, diz a nota.

Com a assinatura da declaração Europeia das Cidades Circulares, Guimarães “reforça o seu caminho, partilhando experiências e criando oportunidades para novas sinergias que contribuam para encarar os novos desafios”, assinalou a vereadora do Ambiente, Sofia Ferreira.

Esta declaração foi desenvolvida por um vasto conjunto de entidades e individualidades, reconhecidas internacionalmente, com o objetivo de garantir que a visão e os compromissos estabelecidos, apesar de ambiciosos, serão alcançáveis através do empenhamento e apoio das cidades.

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