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Alto Minho

Grupo angolano instala-se em Ponte de Lima e vai criar 150 postos de trabalho

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O grupo angolano Omatapalo S.A., da área da construção civil e engenharia, vai instalar-se no Pólo Industrial e Empresarial de Gemieira, em Ponte de Lima, anunciou esta terça-feira a autarquia.

Em nota enviada às redações, o município liderado por Victor Mendes (CDS), adianta ainda que a empresa “escolheu Ponte de Lima para instalar uma nova unidade com a perspetiva de criar cerca de 150 novos postos de trabalho, dando resposta ao seu crescente sucesso no mercado interno e externo”.

Segundo Luís Nunes, o grupo conta com cerca de cinco mil trabalhadores e, em 2016, tinha uma carteira de obras entre 400 e 500 milhões de dólares (360 e 450 milhões de euros; preços de 09/05/2017).

Em Ponte de Lima, a empresa adquiriu ao Município quatro lotes naquela zona industrial, com uma área total de 25.653 m2, contando dar início à atividade desta unidade ainda em 2017.

“No seu quadro técnico a empresa possui todas as áreas de conhecimento relacionadas com a sua atividade, com elevados níveis de empenhamento, diligentes na sua atuação, responsáveis na sua conduta, formando uma equipa pluridisciplinar capaz de conduzir processos, produzir resultados e garantir padrões de qualidade”, explica a autarquia da vila minhota.

Filme promocional “Omopatalo” (2016)

“A instalação da Omatapalo S.A. no concelho de Ponte de Lima vem contribuir para o reconhecimento da estratégia de atração de investimento que o Município tem vindo a implementar, nomeadamente, através da promoção de um conjunto de importantes condições infraestruturais e de medidas de incentivo à localização de novas empresas”, salienta.

“Empresas do grupo Omatapalo em reportagem”

Vídeo: Omatapalo Angola (07/2016)

“A Omatapalo Angola nasce com um ADN de empresas na construção civil com mais de 70 anos em Portugal e inicia a sua actividade na cidade do Lubango, em Agosto de 2003, respondendo com conhecimento e capacidade técnica à necessidade de reconstrução e desenvolvimento estrutural de Angola. 

A empresa diversificou progressivamente a sua atividade, através da criação de diferentes unidades de produção, como a extração e valorização de pedra, produção de artefactos de betão, carpintaria, serralharia e metalomecânica. O seu crescimento acelerado obrigou à criação de empresas complementares, ligadas ao sector, oferecendo soluções não só para uso interno como também para o mercado em geral.

Em 2009, devido ao seu crescente sucesso, a Omatapalo associou-se ao Grupo SOCOLIL, posicionando-se entre as empresas mais proeminentes no mercado angolano de construção e obras públicas. A nova estrutura accionista projectou a empresa para um patamar superior, passando a partilhar sinergias próprias de um grupo empresarial, com vantagens evidentes quanto a parcerias e networking.

Em 2015, completou a sua estratégia de participação em todos os sectores da economia, com a entrada no mercado agro-industrial.

A Omatapalo é hoje um Grupo diversificado nos vários sectores da economia, com uma estratégia de consolidação, abraçando os valores que sempre pautaram a sua actuação e reforçando o crescimento através do alargamento do seu raio de accão e através da internacionalização, no âmbito dos continentes africano e europeu.

No seu quadro técnico possui todas as áreas de conhecimento relacionadas com a sua actividade, com elevados níveis de empenhamento, diligentes na sua actuação, responsáveis na sua conduta, formando uma equipa pluridisciplinar capaz de conduzir processos, produzir resultados e garantir padrões de qualidade, bem como prazos rigorosos de uma sociedade que cada vez mais exige soluções céleres.

Desde a sua fundação que a Omatapalo pretende posicionar-se como parceira para o sucesso dos seus clientes, como motor de desenvolvimento e como referência de mercado pela sua capacidade de actuação, continuando a acreditar num mercado sustentado com sentido de responsabilidade e de consciência social.”omapatalo.com

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Viana do Castelo

Arrancam as obras de modernização do portinho de Castelo de Neiva em Viana

Investimento que ascende a cerca de 1,1 milhões de euros e tem conclusão prevista para junho de 2019.

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Foto: DR

A Docapesca anunciou hoje o arranque da modernização do portinho de Castelo do Neiva, em Viana do Castelo, num investimento que ascende a cerca de 1,1 milhões de euros e com conclusão prevista para junho de 2019.

Em comunicado, a empresa referiu que a empreitada, realizada no âmbito de protocolo assinado entre a sociedade Polis Litoral Norte, a Câmara de Viana do Castelo e a Docapesca, “abrange a beneficiação das redes de infraestruturas, requalificação dos pavimentos, reordenamento das áreas exteriores de circulação, de estacionamento de embarcações e de manuseamento das redes e aprestos de pesca”.

Criada em 2009, a sociedade Polis Litoral Norte prevê obras de reabilitação numa faixa costeira de 50 quilómetros, integrando ainda as zonas estuarinas dos rios Minho, Coura, Âncora, Lima, Neiva e Cávado, numa extensão de, aproximadamente, 30 quilómetros. A área de intervenção totaliza cerca de cinco mil hectares e integra o Parque Natural do Litoral Norte.

A obra agora em curso prevê ainda “a instalação de novo guincho na rampa-varadouro, a construção de novos armazéns de aprestos e de uma oficina para reparação de embarcações”.

Segundo a Docapesca, está ainda “previsto o reordenamento e beneficiação do sistema de depósito e recolha diferenciada de resíduos e a criação de condições para a instalação de um futuro posto de abastecimento de combustível às embarcações”.

A empresa adiantou que “a segunda fase da modernização do portinho de Castelo do Neiva inclui a construção do novo edifício da lota, cuja empreitada se encontra na fase final de contratação”.

A pesca artesanal movimenta naquela freguesia da margem esquerda do rio Lima cerca de uma centena de famílias. Operam naquele portinho mais de 30 pequenas embarcações e mais de 70 pescadores.

A Docapesca, tutelada pelo Ministério do Mar, tem a seu cargo, no continente, o serviço da primeira venda de pescado e o apoio ao setor da pesca e respetivos portos, dispondo de 22 lotas e 37 postos.

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Viana do Castelo

Parque eólico flutuante em Viana: Bruxelas dá ‘luz verde’ a aquisição da Windplus

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Foto: DR

A Comissão Europeia autorizou hoje a operação de aquisição do controlo conjunto do consórcio português Windplus pela EDP Renováveis (EDPR), pela francesa Engie e pela espanhola Repsol, ao concluir que não levanta problemas a nível de concorrência.

Apontando que a Windplus, atualmente controlada pela EDPR e Repsol, vai desenvolver um projeto eólico flutuante no mar e será ativa na produção e oferta por fosse de eletricidade a Portugal, Bruxelas sustenta que a operação “não levanta problemas a nível de concorrência, em virtude das atividades atuais e futuras muito limitadas da Windplus no Espaço Económico Europeu”.

Em 19 de outubro passado, o Banco Europeu de Investimento (BEI) concedeu um empréstimo de 60 milhões de euros à Windplus, para o funcionamento do primeiro parque eólico flutuante no mar, em Viana do Castelo.

Além do financiamento do banco da União Europeia, entram nesta fase, que prevê um investimento total de 125 milhões de euros, 29,9 milhões de euros do programa comunitário NER300, o “apoio direto de seis milhões de euros do Fundo de Carbono Português e o resto passará por investimento dos acionistas”, precisou o presidente executivo da EDP.

António Mexia apresentou o WindFloat como um “projeto absolutamente pioneiro e inovador a nível mundial, no que diz respeito à energia renovável ‘offshore’ [no mar]”, já que em causa está a “tecnologia mais desenvolvida e mais competitiva da utilização do vento em mar e em sítios com profundidade, que impedem a utilização de estacas no fundo mar”.

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Alto Minho

Alto Minho debate experiências de valorização económica

Na Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença.

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Escola Superior de Ciências Empresariais do IPVC, em Valença. Foto: IPVC / Divulgação

A “Promoção e Valorização Económica de Recursos Culturais e Patrimoniais: Balanço & Perspetivas” é o tema do seminário que a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho vai promover na sexta-feira na Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença.

Segundo a estrutura, que integra os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, “o objetivo é debater temas como inovação, tendências tecnológicas e estratégias de promoção e valorização económica e turística de recursos culturais e patrimoniais, através da apresentação de estudos de caso, experiências e boas práticas nacionais e internacionais”.

Inserido no projeto “Inova Alto Minho – Qualificação e Inovação dos Sistemas Competitivos Territoriais do Alto Minho”, cofinanciado pelo NORTE 2020, este seminário tem início às 09:00.

A iniciativa, adianta a nota, vai “ao encontro da estratégia da CIM Alto Minho de valorização económica dos principais ativos culturais e patrimoniais com vocação turística no território, tendo em consideração que o Alto Minho é a NUTS III da Região do Norte com maior número de monumentos nacionais classificados”.

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