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Região

Greve dos ferroviários da CP na segunda-feira deverá causar “fortes perturbações” a partir de domingo

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Foto: DR/Arquivo

Os trabalhadores ferroviários da CP vão estar em greve na segunda-feira contra a possibilidade de circulação de comboios com um único agente, o que deverá causar perturbações a partir de domingo.

Os sindicatos subscritores do pré-aviso de greve preveem que a paralisação tenha “um grande impacto na circulação de comboios” e a CP admite que deverão ocorrer “fortes perturbações na circulação”.

“Como não houve qualquer desenvolvimento ou contacto, a greve vai ocorrer, com grande impacto na circulação de comboios de passageiros e de mercadorias”, disse à agência Lusa José Manuel Oliveira, coordenador da Federação Sindical dos Transportes e Comunicações (FECTRANS), uma das seis estruturas envolvidas na greve.

Segundo o sindicalista, a maioria dos comboios suburbanos não deverão circular durante o período de greve.

Apesar da paralisação estar marcada para segunda-feira, os primeiros efeitos do protesto deverão surgir a partir das 22:00 de domingo, quando se iniciam os primeiros turnos.

Fonte oficial da CP disse à Lusa que ainda é cedo para ter uma perspetiva dos efeitos da greve, mas admitiu fortes perturbações ao longo de segunda-feira e nas últimas horas de domingo e primeiras de terça-feira.

Em comunicado, a CP lembra que não foram definidos serviços mínimos, e que não serão disponibilizados transportes alternativos.

A CP adianta que irá reembolsar no valor total do bilhete a quem já tenha adquirido viagens em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades e Regional que não se realizem, ou proceder à sua revalidação, sem custos, para outro dia/comboio.

Os sindicatos que marcaram a greve consideram que “a circulação de comboios só com um agente põe em causa a segurança ferroviária – trabalhadores, utentes e mercadorias”, e defendem, por isso, que “é preciso que não subsistam dúvidas no Regulamento Geral de Segurança (RGS)”.

Os ferroviários contestam que sejam feitas alterações ao RGS com o objetivo de reduzir custos operacionais.

O pré-aviso de greve foi emitido por sindicatos da CGTP, UGT e independentes, porque consideram que a redação do RGS, em discussão nos últimos meses, deixa em aberto a possibilidade de os operadores decidirem se colocam um ou dois agentes nos comboios.

Posteriormente os sindicatos marcaram uma nova greve para os dias 12 e 13.

Em novembro, os sindicatos dos ferroviários suspenderam uma greve após terem acordado com o Governo que a redação do regulamento de segurança iria ser melhorada de forma a garantir que cada comboio circularia sempre com um maquinista e um revisor ou operador de mercadorias.

Atualmente, os comboios circulam sempre com dois trabalhadores, exceto na Fertagus que, ao abrigo do RGS, pode funcionar excecionalmente com agente único entre Setúbal e o Pragal. Os sindicatos envolvidos na paralisação tinham anunciado há dois dias uma greve para 04 de junho.

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Braga

Polícia e bombeiros resgatam mulher encarcerada em Braga

Choque em cadeia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um acidente que envolveu três carros, esta noite de quinta-feira, na rotunda junto ao McDonald’s, em Gualtar, cidade de Braga, provocou um ferido, apurou O MINHO no local.

O choque ter-se-á dado na sequência de uma travagem do carro da frente. A condutora do último veículo sofreu ferimentos e não conseguiu sair pelos próprios meios, sendo necessária a intervenção dos meios de socorro.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Acabou retirada do interior da viatura por elementos dos Bombeiros de Amares e por agentes da equipa de intervenção rápida da PSP de Braga, que estavam no local, assim como uma patrulha de dois elementos da divisão de trânsito.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foi transportada para o Hospital de Braga com ferimentos considerados ligeiros.

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Alto Minho

Bombeiros resgatam égua ‘selvagem’ presa em armadilha em Monção

Armadilhas para javalis foram a causa provável

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Foto: Facebook de Bombeiros de Monção

Os Bombeiros de Monção procederam, esta quinta-feira, pelas 15:45, ao salvamento de uma égua na união de freguesias de Barroças e Taias, adiantou a Rádio Vale do Minho.

O animal encontrava-se preso numa armadilha, “plantada” em espaço florestal, e foi encontrado em sofrimento por um caçador que deu o alerta.

Foto: Facebook de Bombeiros de Monção

Esta ação contou com o apoio de viatura ligeira e três operacionais desta corporação de bombeiros, incluindo um veiculo de socorro e o veterinário municipal.

“Encontramos uma égua sem qualquer chip de identificação com a pata presa num laço. Uma armadilha provavelmente destinada a javalis. No entanto, quando ela se tentou libertar do laço, caiu-lhe um ramo em cima. Ficou totalmente imobilizada e devia estar assim há várias horas”, explicou Francisco Vaz.

Após o resgate, a égua conseguiu prosseguir, sozinha, pela floresta, apenas com algumas escoriações.

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Alto Minho

Mulher suspeita de liderar rede de droga no Alto Minho fica em prisão preventiva

Único dos sete elementos detidos pela GNR que fica com medida mais gravosa

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Imagem ilustrativa / Twitter

O Tribunal de Viana do Castelo decretou hoje a prisão preventiva para uma mulher e apresentações semanais para mais seis pessoas suspeitas de traficarem droga em três concelhos do Alto Minho, informou fonte da GNR.

Contactada pela agência Lusa, a fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explicou que a medida de coação mais grave foi aplicada a uma mulher de 58 anos, considerada “a principal suspeita” neste caso de tráfico de droga, sendo que, “no dia da detenção, na terça-feira, tinha em sua posse a maior quantidade de produto estupefaciente”.

Na altura da detenção, os militares da GNR apreenderam 2.314 doses de vários estupefacientes e mais de 10 mil euros, após o cumprimento de 20 mandados de busca domiciliaria e oito buscas em veículos.

Apreendidas mais de duas mil doses de droga após 28 buscas em Viana, Caminha e Cerveira

Os outros seis envolvidos no processo, cinco homens e uma outra mulher, ficam obrigados a apresentações semanais no posto policial da sua área de residência.

Na quarta-feira, em comunicado, a GNR de Viana do Castelo informou que, além dos sete detidos, com idades entre os 24 e os 58 anos, foram ainda identificados mais oito homens.

A operação, que conduziu ao desmantelamento daquela rede que operava nos concelhos de Caminha, Vila Nova de Cerveira e Viana do Castelo, contou com “o reforço dos Comandos Territoriais do Porto e de Braga, da Unidade de Intervenção e da Polícia de Segurança Pública (PSP)”.

Segundo a GNR de Viana do Castelo, aquela operação resultou de “um processo por tráfico de estupefacientes, cuja investigação decorre há um ano”.

No decurso daquelas ações apreenderam 1.028 doses de cocaína, 1.054 de haxixe, 224 de canábis e oito de MDMA, bem como 10.675 euros e diverso material relacionado com o tráfico droga.

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