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Desporto

Grande Prémio do Minho junta ciclistas de Portugal, Bélgica, Colômbia e Espanha

Prova passa por Guimarães, Vieira do Minho e Melgaço

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Foto: DR

Cerca de centena e meia de ciclistas, em representação de 24 equipas, 17 portuguesas, uma belga, uma colombiana e cinco espanholas, rumam à estrada a partir de hoje, para a 31ª edição do Grande Prémio do Minho. A competição arranca em Melgaço com um contrarrelógio por equipas, pelas 16:00, na Praça da República.

O evento, destinado ao escalão de juniores e organizado pela Associação de Ciclismo do Minho, em colaboração com a Federação Portuguesa de Ciclismo, prolonga-se até domingo, dia 28 de julho, com Melgaço, Guimarães e Vieira do Minho a assumirem um papel de destaque no desenrolar da competição.

A primeira etapa terá início no centro da cidade de Guimarães e terminará em Santo Antonino, na freguesia vimaranense de Mesão Frio. Vieira do Minho acolhe a partida e chegada da segunda etapa. No último dia, o pelotão rumará até Melgaço, o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal, nomeadamente a Castro Laboreiro.

Durante os 278,6 kms da prova estarão em disputa diversas contagens de montanha e metas volantes, assim como as classificações gerais individual por tempos (Camisola Amarela: Discover Melgaço), por pontos (Camisola Verde: Score Tech), da Montanha (Camisola Azul: Arrecadações da Quintã), do melhor júnior de primeiro (Camisola Laranja: Cision), do melhor atleta da Associação de Ciclismo do Minho (Camisola Branca: Universidade do Minho) e por equipas.

A montanha será um fator decisivo na definição dos vencedores do 31º Grande Prémio do Minho, estando previstas oito contagens de montanha, mas as metas volantes, num total de sete, constituirão certamente um fator que aumentará a competitividade até ao último momento.

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Desporto

João Sousa vence n.º 9 do mundo

Conquistador apurou-se para os quartos de final do torneio de São Petersburgo

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Foto: DR / Arquivo

O português João Sousa apurou-se hoje para os quartos de final em São Petersburgo, ao vencer o russo Karen Khachanov, segundo cabeça de série do torneio russo de ténis.

O vimaranense, 64.º da hierarquia mundial, venceu o russo, nono do ‘ranking’, por 7-6 (7-2) e 6-4, em uma hora e 39 minutos.

Nos quartos de final, Sousa vai defrontar o cazaque Mikahail Kukushkin, sexto cabeça de série, que afastou o bósnio Damir Dzumhur.

João Sousa, que chega pela terceira vez esta temporada aos quartos de final de um torneio ATP, vai defrontar pela quarta vez Kukushkin, que leva uma vantagem de 2-1 no confronto direto.

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Futebol

Vaz Pinto é o novo treinador dos sub-23 do Famalicão

Diretor desportivo da temporada 2016/2017

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Foto: Facebook de FC Famalicão

Carlos Vaz Pinto é o novo treinador da equipa de futebol de sub-23 do Famalicão, anunciou hoje o clube, no qual ocupou o cargo de diretor desportivo durante a temporada 2016/2017.

Vaz Pinto, de 45 anos, assume agora novas funções, depois das passagens bem-sucedidas por Angola, ao serviço do Recreativo Libolo, e pela Etiópia, onde venceu a Supertaça e a Addis Ababa City Cup ao serviço do St. George, clube que representou antes de regressar a Portugal.

Em Anagola, foi ainda treinador, entre 2012 e 2016, do Recreativo da Caála, enquanto em Portugal esteve nas camadas jovens do Sertanense, da Académica, Sezurense e do Penalva do Castelo.

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Desporto

Comité Olímpico preocupado com uso por atletas portugueses de bandeiras falsificadas

“O COP foi alertado para o facto de, por vezes, e inadvertidamente, a bandeira erguida pelos nossos atletas apresentar pagodes chineses no lugar onde deveriam estar os sete castelos nacionais”

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Foto: Arquivo

O Comité Olímpico de Portugal (COP) está preocupado com a utilização de bandeiras falsificadas nos festejos de atletas que participam em diversas provas desportivas, anunciou hoje a entidade, apelando para que haja mais cuidado nesta matéria.

“O Comité Olímpico de Portugal (COP), como entidade integrante do universo desportivo, partilha, naturalmente, os sentimentos aliados às conquistas dos nossos atletas nas mais diferentes modalidades desportivas. Contudo, o COP tem vindo a ser informado que, não raras vezes, nos momentos de festejo dessas vitórias, a bandeira nacional utilizada não corresponde à verdadeira bandeira nacional, aquela que é um símbolo nacional e que merece a devida proteção jurídica”, lê-se numa publicação no ‘site’ oficial da instituição.

Segundo a entidade liderada por José Manuel Constantino, “o COP foi alertado para o facto de, por vezes, e inadvertidamente, a bandeira erguida pelos nossos atletas apresentar pagodes chineses no lugar onde deveriam estar os sete castelos nacionais”.

Por isso, acrescentou, “dada a proliferação de materiais contrafeitos, e a emoção característica dos momentos de celebração, o COP tem consciência da dificuldade para controlar a utilização deste tipo de materiais, todavia, vem, por este meio, partilhar a sua preocupação relativamente a esta matéria e apelar a todos os seus membros que reforcem a atenção e vigilância no sentido de poderem evitar situações constrangedoras”.

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