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GNR sinalizou mais de 45 mil idosos a viver sozinhos ou isolados

Vila Real, Guarda e Viseu lideram no número de casos

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Foto: DR

A GNR sinalizou 45.563 idosos a viver sozinhos ou isolados em todo o país em outubro de 2018, mais 47 do que na operação “Censos Sénior” realizada em 2017, anunciou hoje aquela força de segurança.

Em comunicado, a GNR adianta que o maior número de idosos identificados a viver sozinhos ou isolados foi no distrito de Vila Real (4.515), seguido da Guarda (4.008), Viseu (3.776), Beja (3.715), Bragança (3.385), Faro (3.165) e Portalegre (3.156).

Em Lisboa foram identificados 1.138 idosos a viver sozinhos e isolados e no Porto 1.168.

A GNR explica que durante o mês de outubro de 2018, em todo o território nacional, realizou mais uma edição da Operação “Censos Sénior” que teve como objetivo atualizar os registos das edições anteriores e identificar novas situações de idosos que vivem sozinhos e/ou isolados.

Durante a operação “Censos Sénior 2018”, a GNR, sinalizou 45.563 idosos que vivem sozinhos e/ou isolados, ou em situação de vulnerabilidade, devido à sua condição física, psicológica, ou outra que possa colocar a sua segurança em causa.

“As situações de maior vulnerabilidade foram reportadas às entidades competentes, sobretudo de apoio social, no sentido de fazer o seu acompanhamento futuro.

“Durante a operação, os militares privilegiaram o contacto pessoal e a realização de ações em sala, no sentido de sensibilizarem este público-alvo para que não adotem comportamentos de risco, evitando que se tornem vítimas de crimes, como furtos, roubos ou burlas”, é referido.

Na operação “Censos Sénior” 2017 (realizada durante todo o mês de março de 2017), a GNR sinalizou 45.516 idosos a viver sozinhos ou isolados em todo o país.

Dos 45.516 idosos identificados, 28.279 viviam sozinhos, 5.124 residiam em locais isolados e 3.521 viviam sozinhos e isolados.

Desde 2011 que a GNR tem sinalizado cada vez mais idosos a viver nestas condições.

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PSP atualiza para dois o número de polícias feridos por comboio durante rixa em Lisboa

Passageiro, de 23 anos, foi detido

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Foto: DR/Arquivo

A PSP atualizou para dois o número de agentes colhidos por um comboio, na Gare do Oriente, em Lisboa, quando perseguiam pela linha um homem que agrediu um maquinista da CP e que foi detido, segundo fonte policial.

O porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) disse à agência Lusa que o acidente ocorreu cerca das 21:00, quando uma patrulha de quatro elementos Divisão de Segurança a Transportes Públicos, da PSP, se depararam com um homem a discutir com um maquinista e um revisor da CP e agredir um dos funcionários, tendo-se posto em fuga pela linha quando se aprecebeu da presença dos polícias.

Os agentes encetaram a perseguição ao suspeito pela linha, acabando por uma agente de 23 anos e um agente de 32 por serem colhidos pelo patim lateral um comboio, sendo ambos transportados para hospitais: a mulher para São José e o homem para Santa Maria.

Fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (IMEM) disse à Lusa que os dois feridos são considerados como “ligeiros”, tendo a agente um traumatismo torácico-abdominal (fará agora exames para detetar eventual lesão interna) e o homem um traumatismo num braço, sem fratura.

O passageiro, de 23 anos, foi detido.

A PSP está a fazer o ponto da situação, para apurar as circunstâncias do acidente.

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Agente da PSP colhida por comboio em Lisboa

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Foto: DR/Arquivo

Uma agente da PSP foi esta noite colhida por um comboio na Gare do Oriente, em Lisboa, quando interveio para pôr termo a uma rixa, tendo sido transportada para o hospital, disse à agência Lusa fonte da PSP.

ATUALIZAÇÃO

PSP atualiza para dois o número de polícias feridos por comboio durante rixa em Lisboa

O porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) disse à Lusa que os pormenores ainda são escassos, mas que se trata de uma jovem polícia, na casa dos 20 anos, pertencente à Divisão de Segurança a Transportes Públicos, da PSP, e que estava consciente quando foi transportada para o hospital.

Ao intervir para apaziguar uma rixa entre um passageiro, um maquinista e um revisor, pouco depois das 21:00, a agente acabou por ser colhida lateralmente por um patim lateral, ficando ferida, avançou a fonte.

O passageiro foi detido, não sendo conhecidos para já mais pormenores.

A PSP está a fazer o ponto da situação, para apurar as circunstâncias do acidente.

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Dormidas turísticas sobem 1,7% em Portugal em 2018, abaixo da média da UE

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Foto: DR/Arquivo

O número de noites passadas em estabelecimentos turísticos subiu 1,7% em Portugal de 2017 para 2018, abaixo da média de 2,2% da União Europeia, mas a percentagem de hóspedes estrangeiros recuou ligeiramente, segundo o Eurostat.

De acordo com dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico da União Europeia (UE), o número de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE subiu 2,2% para os 3,1 mil milhões, em 2018 face ao ano anterior.

Em Portugal, o número de noite em estadas turísticas aumentou 1,7% para os 73,3 milhões, em 2018.

No ano passado, a Espanha teve o maior número de dormidas (467 milhões, um recuo de 0,9% face a 2017), seguindo-se a França (444 milhões, mais 2,4%), a Itália (429 milhões, mais 1,9%) e a Alemanha (419 milhões, mais 4,3%).

O Luxemburgo (-4,3%), a Irlanda (-1,5%) e a Espanha (-0,9%) foram os únicos países que viram o número de pernoitas turísticas descer de 2017 para 2018, tendo as maiores subidas sido registadas em Chipre (10,6%), Malta (8,6%) e Croácia (8,4%).

Quanto à percentagem de turistas que não são residentes no país, esta recuou em quatro Estados-membros: Irlanda (-7,4%), Luxemburgo (-4,2%), Espanha (-1,6%) e Portugal (-0,1%).

No extremo oposto ficaram a Letónia (10,1%), a Bélgica (8,9%) e a Lituânia (8,0%), que tiveram as maiores subidas nas dormidas de não residentes.

Em Portugal, mais de metade (67%) das estadas em alojamento turístico foram de não residentes (UE 46%), com Malta na liderança deste comportamento (96%), seguindo-se Chipre (95%), Croácia (93%) e Luxemburgo (89%).

A Roménia (19%), a Alemanha (21%), a Suécia (26%) e a Finlândia (31%) foram os países com menos pernoitas de turistas não residentes.

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