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Cávado

GNR recupera material roubado dentro de uma viatura em Fão

Ocupantes foram constituidos arguidos

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Foto: Divulgação / GNR

Dois homens foram constituídos arguidos, na quinta-feira, em Fão, concelho de Esposende, por suspeitas de furto, foi hoje anunciado.

Em comunicado enviado a O MINHO, o comando territorial de Braga da GNR explica que os homens circulavam “numa zona com pouca circulação”, em Fão, sendo abordados pela GNR durante uma ação de patrulhamento.

“No interior da viatura foi encontrado material que se apurou ter sido furtado, tendo sido apreendido”, refere a mesma nota.

Desse material apreendido destaca-se um televisor, duas ferramentas elétricas e cinco relógios de diversas marcas.

Parte do material apreendido já foi reconhecido e restituído aos proprietários.

Os suspeitos, com antecedentes criminais por furto, em que um deles já cumpriu pena de prisão, foram constituídos arguidos, tendo os factos sido remetidos para o Tribunal de Fafe.

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Cávado

Detido com cocaína, MDMA e canábis em Esposende

Tráfico

em

Foto: GNR Braga / Divulgação

Um homem de 27 anos foi detido, esta quarta-feira, em Esposende por tráfico de droga, adiantou a GNR.

A detenção foi feita após uma investigação, iniciada em 2018, relacionada com tráfico de droga e apoiada por dois mandados de busca à habitação e viatura do suspeito.

Destas intervenções resultaram a apreensão de 46 doses de cocaína, 1,83 gramas de canábis em folha, 2,43 gramas de MDMA, sacos de plástico para embalamento do produto estupefaciente e um telemóvel.

O detido foi constituído arguido tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

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Barcelos

Polícia atropelado em Barcelos foi arrastado ao longo de 20 metros

Atropelamento em Barcelos

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Foto: DR / Arquivo

O agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) que foi atropelado por um automobilista no centro de Barcelos terá sido arrastado numa distância de 20 metros, depois de ter sido colhido pelo automóvel, anunciou hoje aquela polícia.

Em comunicado enviado a O MINHO, o comando distrital da PSP de Braga explica que o agente deu ordem de paragem a um condutor quando se encontrava a regularizar o trânsito, a propósito de um desfile de carnaval no centro da cidade.

“O elemento policial informou o cidadão, que não podia prosseguir a marcha, tendo-o tentado esclarecer sobre o motivo de tal impedimento, esclarecimento esse, que não foi possível ser prestado, uma vez que o suspeito, um cidadão com 59 anos de idade, se mostrava agitado e agressivo”, contextualiza a PSP.

“De seguida, o agente ordenou-lhe que desligasse a viatura e que saísse da mesma, ordem essa que não acatou”, acrescenta.

“Repentinamente, o suspeito acelerou bruscamente iniciando a marcha, tendo tentado atropelar o agente, acabando por o arrastar em cerca de vinte metros e colocou-se em fuga”, diz ainda a PSP.

O agente foi transportado para o Hospital de Barcelos com varias escoriações.

Como já havia noticiado O MINHO, em primeira mão, PSP e GNR deslocaram-se a casa do automobilista, tendo sido ameaçados e insultados, inclusive com recurso a pedras.

O mesmo acabou detido, ao final do dia de ontem, por militares da GNR, sendo presente esta quarta-feira ao Tribunal de Barcelos para aplicação das medidas de coação.

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Barcelos

Empresário de Barcelos acusado de fraude na importação e venda de carros

Cerca de 200 mil euros não declarados

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público acusou de fraude fiscal e abuso de confiança fiscal um empresário de Barcelos que terá lesado o Estado em mais de 196 mil euros por fuga ao IVA em negócios de importação e comercialização de automóveis.

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a sociedade comercial do empresário é igualmente arguida, pelos mesmos crimes.

O Ministério Público (MP) considerou indiciado que o arguido girava em Barcelos, no âmbito da sociedade comercial, um negócio de compra e venda de veículos automóveis e que no âmbito desse giro adquiriu, intracomunitariamente, em 2016 e 2017, veículos automóveis.

Posteriormente, vendeu esses veículos, não declarando as aquisições em território nacional para efeito de IVA nem procedendo à liquidação deste imposto ou aplicando regime indevido.

O MP indiciou ainda que, com este comportamento, o arguido conseguiu obter para a sociedade comercial uma vantagem patrimonial ilegítima de 180.386,83 euros à custa dos interesses do Estado em sede de IVA.

Segundo o MP, o arguido, nos 2.º e 3.º trimestres de 2017, terá liquidado e recebido 37.869,72 de IVA em operações tributáveis da sociedade, que não entregou ao Estado no prazo devido, vindo a pagar mais tarde, quando notificado, apenas 13.340,87 euros.

O MP quer que o arguido e a sua sociedade sejam solidariamente condenados a pagar ao Estado o montante de 196.489,95 euros, por corresponder a “vantagem de atividade criminosa, sem prejuízo da satisfação dos direitos patrimoniais do Estado por outra via.

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